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SÉRIE POTIGUAR COM TEMÁTICA LÉSBICA VENCE RIO WEBFEST“Septo”, filmada em Natal, brilha no maior festival de Webséries do país

Numa festa de premiação com direito ao tapete vermelho, transmitido ao vivo pela internet para todo o mundo, a Série potiguar “Septo”, com temática lésbica, recebeu o cobiçado troféu do “Rio WebFest”, o maior festival de Webséries do Brasil e conceituado entre os melhores do mundo. O evento ocorreu neste último domingo na Cidade das Artes, Rio de Janeiro.

“Septo”, filmada em Natal através de financiamento coletivo, conquista honroso prêmio para a produção audiovisual do nosso Estado.  A série digital considerada “melhor elenco de trama”, conta a história de Jéssica, uma triatleta saudável, recordista e de carreira promissora – mas que tem uma vida controlada pelo seu pai. O enredo busca expor “como é difícil repensarmos nossa rotina a abrir mão do que os outros querem que você seja, para ser quem você realmente é.”

Os filmes e séries que retratam relacionamentos entre mulheres são cada vez mais comuns. Prova disso é o sucesso de “Flores Raras”, lindo filme que revela uma história real vivida entre uma prestigiada arquiteta carioca Lota de Macedo Soares e a poetisa britânica Elizabeth Bishop, romance ocorrido entre 1950 e 1970, no Rio de Janeiro. Outro filme que merece ser visto é “Como Esquecer”, mostrando aspectos singulares sobre o sofrimento de uma professora que é abandonada pela companheira de dez anos. Com essa mesma temática, “Toque de Veludo” chama atenção pelo conteúdo dramático que permeia um relacionamento entre duas mulheres do século 19.

Entre as séries digitais que disputam prestígio com Septo, interessante apontar o sucesso de RED, um romance vivenciado por duas lindas atrizes que se apaixonam durante as gravações de uma trama, e fora do set de filmagem repetem, com a mesma intensidade, uma relação intensa.

A websérie Septo – a nossa campeã -, disponível no youtube, é protagonizada pela atriz e escritora Alice Carvalho, que assina também o roteiro, ao lado de Aureliano Medeiros e Frank Aleixo. O elenco conta ainda com participação de Priscilla Vilela, Pedro Queiroga, Alessandra Augusta e Mateus Cardoso. Cada episódio é dirigido por um profissional diferente: Helio Ronyvon, Victor Ciriaco, Vitória Real, Andre Santos e Tereza Duarte, com coordenação geral de Pipa Dantas.

“O Rio WebFest” é uma vitrine do que há de mais relevante na produção dramatúrgica mundial. O festival teve a sua edição inaugural realizada de 6 a 8 de novembro de 2015, na Ação da Cidadania e Casa Porto, centros culturais localizados na Zona Portuária do Rio de Janeiro. As edições 2016 e 2017 foram realizadas na Cidade das Artes. Neste último foram exibidos cerca de 300 seriados digitais, além de palestras, minicursos, workshops, masterclasses, mesas redondas e painéis com os criadores. 


A PRIMEIRA LIVRARIA DO MUNDO APENAS COM LIVROS ESCRITOS POR MULHERESNesta última semana foi inaugurada em São Paulo a Livraria Gato Sem Rabo, apenas com livros escritos por mulheres

Já imaginou entrar numa livraria cujas estantes exponham somente livros escritos por mulheres. Isto agora é possível! Nesta semana foi inaugurada a primeira livraria no mundo exclusiva para obras escritas por mulheres, a Livraria Gato Sem Rabo, localizada na Avenida Amaral Gurgel, 338, em frente do Minhocão, São Paulo.

O nome da livraria faz menção ao ensaio Um Teto Todo Seu, de Virginia Woolf. No livro, a escritora compara a presença da mulher na literatura a um gato sem rabo. A analogia pondera: “enquanto o felino sem rabo fica deslocado em coexistência com outros gatos, a presença feminina nas letras tem sido assinalada por superações num ambiente onde predominam os homens”.

A proprietária da livraria, Johanna Stein, catarinense formada em Artes Visuais, elaborou um catálogo que propõe um recorte do mundo entre muitos possíveis, no qual as mulheres estão no centro do debate, da publicação e da leitura. Estão nesta iniciativa, também, Yala Araujo, Maria Borin e Livia Debanne.  

A expectativa da Livraria Gato Sem Rabo, conforme anuncia seus idealizadores, é dar força ao movimento que retira as mulheres do anonimato, estimular a apreciação e a produção das autoras, ao mesmo tempo em que forma um público que utiliza a leitura e o pensamento crítico como ferramenta de transformação pessoal e social.

Nesse passo, a Gato Sem Rabo “acolhe a comunidade e contribui com rodas de leitura, discussões de clássicos e lançamentos, bem como encontros para os amantes dos livros”, sempre com o intuito de “abrir espaço para que os escritos de mulheres não sejam esquecidos ou deixados à margem do diálogo literário”.

No acervo da loja, encontram-se mais de 1.500 obras literárias, entre elas científicas, técnicas, infanto-juvenil. Além desse acervo, a livraria disporá de uma cafeteria e um espaço destinado às programações literárias, que serão abertos quando ocorrerem soluções à pandemia. Pode-se manter contato com a Livraria Gato Sem Rabo no Instagram e no Youtube.


Foto: Beatriz Alves
ROBERTO CARLOS COMPLETA 8O ANOSO cantor celebra seu aniversário, mas não irá aparecer na varanda de seu apartamento, como sempre faz, para não aglomerar

Esta semana do mês de abril é contemplada com os aniversários de um rei e de uma rainha. O Rei da Música Popular Brasileira, Roberto Carlos completa, hoje, 80 anos de idade e a Rainha Elizabeth II celebrou, no dia 19 de abril, 95 anos de vida. O título de Rei para Roberto Carlos surgiu no Programa do Chacrinha, em 1966, na TV Excelsior, quando o cantor ganhou o título de "Rei da Juventude".

“Zunza”, quarto filho do relojoeiro Robertino Braga e da costureira Laura Moreira Braga, nascido na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo, aquele que, aos 13 anos, deixou a sua cidade e foi morar com a sua tia Jovina, a Dindinha, em Niterói, nunca pensou em completar 80 anos sendo consagrado o cantor mais popular do Brasil, porém no exato momento em que o mundo vive um dos seus maiores dramas de todos os tempos, quando enfrenta a pandemia do Covid-19.

Segundo relato de familiares de Roberto Carlos, ele antes de falar, assobiou. Começou a cantar com 5 anos de idade, se apresentando, timidamente, na casa onde morava, às amigas de sua mãe. Havia, então, uma vocação latente e uma predestinação simbolizada na medalha banhada a ouro que ele recebeu da Irmã Fausta, de 90 anos, religiosa do Colégio Cristo Rei, onde Roberto Carlos estudou na sua infância. Sabe-se que o cantor sempre usou a insígnia como uma venera sentimental e um amuleto da sorte.

Há muitos relatos sobre as crendices Roberto Carlos, algumas envolvendo números e cores. Ele distribui 180 rosas nos seus shows, sendo 144 vermelhas e 36 brancas. Conhecido como supersticioso, possui aversão ao número 13, comemora o ano-novo uma hora após à meia-noite, não usa as cores roxo e marrom, não assina documentos na lua minguante, evita dar marcha à ré ao dirigir um veículo, sai pela porta que entra, o número do apartamento onde reside ou se hospeda deve estar em ordem crescente, entre outras.

Quando Roberto Carlos saiu de Niterói para o Rio de Janeiro, conheceu, na Rua Matoso, bairro da Tijuca, Erasmo Carlos e Tim Maia, formando o grupo “The Sputniks”, voltado para o estilo do rock. Porém, em 1964, com os hits “Broto do Jacaré”, “O calhambeque” e “Um leão está solto na rua”, o Rei tornou-se o maior astro pop do Brasil, levando-o a lançar, em 1965, o programa de TV, “Jovem Guarda”, movimento que mudou a moda e o comportamento do jovem brasileiro.

Há de se ponderar que o sucesso alcançado por Roberto Carlos foi precedido de muitas dificuldades, sem que jamais lhe abatesse ou o fizesse cair em desistência. Ele, inicialmente, bateu as portas de várias gravadoras existentes no Rio de Janeiro, sendo recusado por todas, exceto pela gravadora Polydor, onde gravou duas canções: “João e Maria” e “Fora do Tom”. Em seguida, apadrinhado por Carlos Imperial e Robero Corte Real, assinou contrato com a Gravadora CBS, e por coincidência, um “Real”, o outro, “Imperial”. O seu primeiro LP,  1961, “Louco por Você”, misturando bossa nova, bolero e rock, é considerado o mais raro e valioso disco de vinil existente o Brasil, com apenas 3 mil cópias.

A partir dos anos 1970, o cantor enveredou pelo estilo romântico, permanecendo neste ritmo até a presente data. O talento e a postura de Roberto Carlos são reconhecidos no Brasil e no mundo, sendo o cantor solo com mais álbuns vendidos na história da MPB, cerca de 140 milhões de cópias, incluindo gravações em espanhol, inglês, italiano, francês, fato que resultou em gravar seu nome na Calçada da Fama em Miami.

No seu repertório estão pérolas de letra e música, tais como: “A distância” (1972), “Emoções” (1981), “Detalhes” (1971), “Os seus botões” (1976), “O portão” (1974), “Proposta” (1973), “Cavalgada” (1977), “Debaixo dos caracóis do seu cabelo” (1971), homenagem que fez a Caetano Veloso quando o cantor baiano estava exilado em Londres, entre outras.

Roberto Carlos casou três vezes, respectivamente, com Cleonisse Rossi, Myriam Rios e Maria Rita Simões. Ele sempre foi reconhecido como um pai dedicado aos quatro filhos: Ana Paula Rossi Braga (falecida), Luciana Carlos Braga, Roberto Carlos II (Dudu Braga) e Rafael Carlos Braga.

O cantor celebra seu aniversário, hoje, informando que não irá aparecer na varanda de seu apartamento, como todo ano faz, para não gerar aglomeração. Nesta data especial, todos os brasileiros aplaudem de pé a vida e a obra de Roberto Carlos, a prova viva de que o amor sempre vence. Viva o nosso eterno Rei!

 


HOMENAGEM À MARIA BOA, EM VIDEODANÇA, NO YOUTUBE O videodança “Dona Maria”, com Ariadna Medeiros, homenageia Maria Boa, ícone do cenário social de Natal nos anos 40 a 60.

 

Quem foi Maria Boa? Maria Oliveira de Barros, nascida, em 1920, em Remígio, local próximo de Campina Grande, Paraíba, dona do bordel mais famoso do Estado, com repercussão mundial. Ela veio morar em Natal, no início da década de 1940, com o objetivo de trabalhar num bordel na Ribeira, quando teve a ideia de criar o Cabaré de Maria Boa, que se tornaria local emblemático, em nosso Estado, durante a Segunda Guerra Mundial.

Maria Boa recebeu esta alcunha, aos oito anos de idade, por iniciativa de um amigo de seu pai que a considerava generosa. Ela teve uma juventude coturbada, sendo expulsa de casa por ter vivido um relacionamento amoroso com um homem que a rejeitou, não recebendo, naquele momento, compreensão pelos seus familiares. Dotada de um comportamento discreto, mantinha sempre a educação e a elegância, inclusive no trato com a prostituição. Maria Boa faleceu, vítima de AVC, em julho de 1997.

A bailarina Ariadna Medeiros, agora, homenageia esta figura marcante do cenário social natalense, com o videodança “Dona Maria”, uma obra de ficção inspirada livremente na história de sucesso da mulher Maria Boa, que na década de 40 transformou a sua imagem num ícone de beleza, de empoderamento e de empreendimento. O videodança utiliza as linguagens audiovisual e dança, em particular modalidades das Street Dances Waacking, Hip Hop Dance e Twerk.

A obra nasceu da inspiração de Ariadna Medeiros que mergulhou num processo de pesquisa sobre os aspectos mais marcantes da visão de negócio e do posicionamento social que tornaram Maria Boa uma figura de destaque na sociedade entre as décadas de 40, 50 e 60 do século XX para Natal e todo o Rio Grande do Norte, reverberando sua relevância histórica até os dias de hoje sendo reconhecida como mulher de decisões firmes e inspiradoras.

A videodança tornou-se referência no território da criação contemporânea. O movimento é o principal elemento deste produto híbrido e tanto o corpo como a câmara dialogam sem restrições ou hierarquias entre as linguagens. Produtos culturais como a videodança assumem a esfera de contribuir para impulsionar tanto o fazer como o fruir cultural porque torna democrática e acessível a iniciativa artística através da sua disponibilização nas plataformas digitais.

A produção de Dona Maria aconteceu com o patrocínio da Lei Adir Blanc, Fundação José Augusto, Governo do Estado do RN, Secretaria Especial de Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal. E, também, com o apoio do Neuma Leão Buffet e Veluska Leão Design.  Para assistir o espetáculo Dona Maria, acesse o canal YouTube/Ariadna_Medeiros (https://youtube.com/user/TheMrariadna)

Ficha Técnica:

Intérprete: Ariadna Medeiros

Direção de imagem e vídeo: Anderson Leão

Cenografia: Veluska Leão

Registro Fotográfico: Amiel Abrantes

Consultoria de Projetos: Ana Paula Medeiros

Produção Executiva: Tatiane Fernandes

Produção: Mapa Realizações Culturais

 


Foto: divulgação
EXPOSIÇÃO "CIDADE RIBEIRA" NAS PAREDES DE UM PRÉDIO ANTIGO DO TIROLO fotógrafo João Oliveira realiza exposição fotográfica que enseja reflexão sobre o estado de degradação da história natalense

Imagine várias fachadas de prédios postas na fachada de um único prédio. Isto está sendo possível através de uma exposição de fotos que acontece em formato online e enquanto “outdoor”, por meio de intervenção urbana nas paredes externas de um prédio antigo localizado na esquina da Av. Rodrigues Alves com a Rua Mossoró, região central de Natal entre os bairros de Tirol e Petrópolis.

A série “Cidade Ribeira”, realizada pelo fotógrafo e artista visual João Oliveira, utiliza a fotografia para apresentar questões sobre o centro histórico da cidade do Natal, investigando o patrimônio cultural e a memória histórica e arquitetônica da cidade como uma metáfora visual sobre a preservação da nossa cultura.

João Oliveira é um fotógrafo brasileiro nascido em Natal, Rio Grande do Norte, que vê a fotografia como potência de criação de memórias coletivas importantes para toda sociedade. Suas pesquisas giram e torno do desenvolvimento de narrativas críticas sobre a história, o imaginário cultural latino-americano, relações decoloniais e direitos humanos, tema que aprofundou na sua formação em Direito (UFRN).

A produção fotográfica foi desenvolvida nos bairros da Ribeira e Cidade Alta entre 2017 e 2020 e, até então, segue inédita. Ao focar nesse espaço que nos ativa a nostalgia, a narrativa visual, composta por fotografias digitais monocromáticas, busca entender onde foi parar a sensação de pertencimento da cidade sobre sua historia.

Durante a investigação, o autor revisitou fachadas que marcaram o início do desenvolvimento da Cidade do Natal e de parte do Rio Grande do Norte. Tal processo busca entender o estágio atual de abandono e esquecimento, que se confunde com a resistência do local em permanecer existindo. Um lugar no qual o tempo caminha lentamente. Um espaço de ruínas vivas.

O projeto “Cidade Ribeira” tem patrocínio da Prefeitura do Natal e Governo Federal por meio da Lei Aldir Blanc de Emergência Cultural.


QUEM É VOCÊ NO RIBULIÇO?Prévia carnavalesca potiguar ocorrerá, on-line, neste sábado

“Misture cultura, arte, uma vibe boa e o som da cena potiguar em uma dose dançante pra curtir o pré-carnaval on-line com gente de todos os lugares do pais e faça o maior Ribuliço em casal”, este é o propósito do Festival Ribuliço que ocorrerá no próximo dia 06  de fevereiro (sábado), às 19h, pelo youtube.com/festivalribulico

Conforme sugere a produção do evento, neste “ribuliço” você poderá ser “o da pipoca”, “o dançarino”, “o cantor”, “o pinguço”, “o da selfie”, “o instagramer”... E, desta forma, surge uma oportunidade para somar grandes artistas, dançar muito e fazer uma prévia do carnaval com segurança.

Entre as atrações confirmadas, estão: Potyguara Bardo, Luísa e os Alquimistas, DuSouto, Orquestra Greiosa, Ragganorte, entre outros. O Festival Ribuliço tem patrocínio da Lei Aldir Blanc do RN por meio do Governo do Estado do Rio Grande do Norte, através da Fundação José Augusto, e do Governo Federal, através da Secretaria Especial da Cultura e do Ministério do Turismo.

Com o isolamento social e o adiamento do carnaval, inclusive de suas prévias, o formato on-line do Festival Ribuliço passa a ser uma saída sensata para quem opta em se proteger da pandemia sem deixar de espairecer no conforto de sua casa.

A tendência do carnaval de 2021 é ser virtual em alguns lugares, sendo o projeto mais ousado o “encontro de trios”, tradicional em Salvador, onde os cantores Léo Santana, Tony Salles e Xanddy, estarão, no sábado de Carnaval, em cima dos seus respectivos trios, sem nenhum folião atrás dos trios, e com transmissão pelo youtube.

Tais iniciativas têm o objetivo de conscientizarem as pessoas da necessidade de não participarem de aglomerações em hipótese alguma, como forma de atenderem aos apelos da ciência e do bom senso, ressaltando-se que a vacinação está chegando.


HONRAS À VIDA, O NOVO LIVRO DE DALADIER DA CUNHA LIMAO escritor Daladier da Cunha Lima, lança o livro “Honras à Vida”, com 80 crônicas sobre pessoas, entidades, fatos e cenários

Neste momento de pandemia no qual a temática sobre a morte torna-se, infelizmente, rotineira, o professor, médico e escritor Daladier  da Cunha Lima nos presenteia com a sua obra “Honras à Vida”, ofertando referências às pessoas que optaram em dedicar as suas vidas ao bem comum. Nesse passo, o autor contextualiza organizações, fatos e cenários merecedores dessa extensão de grandeza contributiva à humanidade.

Daladier da Cunha Lima, um literato que tão bem se enveredou pelo gênero da crônica - um intelectual de excelência, além de um observador do cotidiano -, traduz no seu processo criativo a capacidade de defluir valores singulares a serem preservados no nosso repositório existencial, vez que perdê-los de vista seria um descaso histórico inescusável.

Na apresentação do seu livro “Honras à Vida”, o autor diz: “Reuni neste livro 80 crônicas sobre a vida de figuras humanas notáveis, em honra a seus méritos e aos resultados benfazejos decorrentes dos seus labores. Essas crônicas fazem parte de um conjunto de bem maior de textos que escrevi, de 2004 a 2020, quase todos publicados pelo jornal Tribuna do Norte. As homenagens prestadas  e que, agora, reitero nestas páginas, não se restringem a pessoas, pois incluem organizações, fatos e contextos, além de uma árvore e de uma flor”.

O escritor Thiago Gonzaga escreveu o prefácio do livro, enfatizando que “Daladier trabalha com a palavra como um artesão, fazendo com que seu texto alcance o maior número de leitores possíveis, até pelo fato de escrever há muitos anos para jornais, e compreender que a arte da escrita está muitas vezes na simplicidade dela”. Por sua vez, a orelha do livro recebe a assinatura do desembargador aposentado e escritor Manoel Onofre Junior, que conceitua: “Em seu longo intinerário, o escritor Daladier Pessoa Cunha Lima sempre soube que a literatura só tem sentido quando se liga à vida”.

O livro traz registros sobre figuras históricas envoltas em distintas áreas, datas e regiões, bem como elenca nomes valorosos da cena potiguar, alguns que já partiram para a eternidade, tais como: Paulo Macêdo, “o artesão da amizade”, recentemente falecido, Gyselda Trigueiro, “vida dedicada à medicina beneficente e humanista”; Noilde Ramalho, “a dama educadora”, cuja vida foi biografada por Daladier, entre outras personalidades. Noutro específico, honras às entidades: Rotary, Crutac, UNI-RN/FARN e Liga Contra o Câncer.

O livro “Honras à Vida” não teve lançamento presencial por causa da pandemia do Covid-19. Entretanto, em breve, serão anunciados os locais das vendas de seus exemplares, possivelmente na Amazon.

 


DA MINHA JANELA, NA PANDEMIA, VEJO... Da minha janela vejo um mundo despreparado ao seu encontro com a história.

Por Miguel Dantas

Da minha janela vejo um mundo despreparado ao seu encontro com a história. Até pouco tempo via outras janelas e janelas sem fim, numa monotonia quebrada aqui e ali... Hoje quando abro a janela, vejo muitos carros que dela não contabilizo enquanto os vejo passar, num constante frenesim... Vejo pessoas, pra lá e pra cá, sem saber se o mundo não vai acabar ou se é apenas “um novo começo de era”, como canta Lulu Santos. São pressas nervosas... Mascarados que se cumprimentam, entre si, com o olhar. Descobri, então, que os olhos podem falar, abraçar e, até mesmo, sorrir. Quem diria?

Da minha janela vejo o namoro cotidiano de um casal de bem-te-vis apaixonados que se beijam – bico a bico – sobre os troncos fidalgos de uma figueira alcoviteira. Após cada “rabicho”, os colibris se extasiam: o macho voa alto a cantar o seu próprio nome (bem-te-vi); enquanto a fêmea, de máscara negra, galga a bater as suas asas em total simetria e elegância. Felizes essas aves que estão alheias à pandemia, e se têm máscaras negras é porque nasceram com elas. Quem me dera ser um bem-te-vi, com seu canto trissilábico, voando livre por aí, sem hora marcada e sem medo de nada.

Da minha janela vejo um gatinho com instinto libertário que gosta de fugir de sua dona e, sem olhar para trás, “bota as patas no mundo”. Só que, depois de um tempo, ele volta sem graça para quem o cria: a minha vizinha. Entretanto, da minha janela, já não vejo o casal de idosos, que diariamente passava no mesmo passo e compasso, de mãos dadas e olhando um ao outro, em plena união pelo amor eterno e na busca do ignoto destino. Será que algum deles foi alcançado pelo cruel vírus, nenhum deles, ou ambos? Não sei dizer! Afinal, ninguém sabe dizer nada de nada!

Da minha janela vejo a mulher-feita e mal-amada - andando à toa na vida -, sem saber até quando acalmará em si o seu lento desalento. Aquela que sofre calada do esposo malcriado, e que passou a destratá-la ainda mais na quarentena. O isolamento social tem provocado um aumento das rixas domésticas, notadamente em virtude da convivência prolongada entre as mulheres e seus agressores. E, ao lado da mulher sofrida, vejo o seu filho: criança de fronte caída, sempre jururu por viver querendo escapulir das duras tundas de seu pai hostil.

Da minha janela vejo a Arena das Dunas, mas não vejo o Carnatal. A fila de gente humilde segurando uma corda à proteção dos foliões do Carnatal, agora dorme na calçada da agência da Caixa Econômica Federal da Av. Mor Gouveia, aguardando para sacar o dinheiro da renda emergencial de R$ 600,00. No dia seguinte essa linha de necessitados vira num aglomerado de pessoas a se empurrarem mutuamente em busca da pecúnia salvadora, aumentando o risco do contágio em cada uma delas. Enquanto isto, eu vejo tudo da minha janela. Não há nada de justo nisso!

Da minha janela vejo o vendedor de cavaco chinês. Ele voltou! Certa vez, ele me disse que se chamava José. Da minha janela eu aceno para José, e ele retribui. Vou além, e brado: Se cuide José, o coronavírus está solto! Ele me responde que tivera essa “doença do cão”. Como poderia José se livrar do coronavírus?  E José vai adiante, pois ele precisa ir às ruas conseguir o pão de cada dia. “E você marcha José! José, para onde? Sozinho no escuro qual bicho do mato, sem teogonia, sem parede nua para se encostar, sem cavalo preto que fuja a galope, você marcha, José! José, para onde?

Da minha janela vejo as fenestras que iluminam a minha alma, sem ser calma. Dela eu vejo os mundos invisíveis, onde se mata por nada, “sem choro nem vela”. Tudo isso porque, enquanto eu abro a minha janela querendo ver borboletas, flores e cores, os donos de castelos de pedras duras fecham as suas janelas à sensibilidade e à tolerância. E, por isso, da minha janela vejo as exclamações do passado, as reticências do presente e as interrogações do futuro.

Ora, da minha janela, se eu não posso ver igualdade, pelo menos vejo esperança quando outras janelas se abrem para expressarem arte: são músicos e poetas que aproximam pessoas não pela aglomeração, mas pelos valores artísticos, à distância, fazendo shows e recitando versos em áreas comuns de prédios para interagirem com vizinhos. São os anjos das claves e das letras enviados por Deus para aliviarem as dores provocadas pela pandemia

Da minha janela escuto as sirenes das ambulâncias, trilhas sonoras desses dias sombrios. Mas já ouço os burburinhos das pessoas nas ruas anunciando que está próxima a chegada de uma vacina salvadora, pouco importa de onde ela possa vir. Da minha janela enxergo a ciência e o bom senso, muitas vezes sem consenso: contrassenso! Enquanto não chega a boa nova, quem salva são aqueles vestidos de branco que arriscam as suas próprias vidas para acudir seus semelhantes. Se Deus quiser!

Da minha janela, enfim, vejo cenários colossais: o sol nasce a cada dia trazendo virtude e alento. E, mesmo quando o sol se vai, tarde, sem alarde, a vida segue... Outro sol sempre vem após uma noite de lindos sonhos. Afinal, é no porvir da tarde fria que brilham no céu as estrelas: clarejam de luzes a noite sã e adornam a lua – órfã do dia.


NATALENSE VENCE “PRÊMIO JABUTI – 2020”Wagner Willian, 42 anos, já é considerado o maior quadrinista brasileiro da atualidade.

Todo brasileiro sabe que o “Prêmio Jabuti” é o mais cobiçado no segmento literário em nosso país. Não é nada fácil ser vencedor desta honraria. Pois bem, nos chega uma boa nova: o natalense Wagner Willian, 42 anos, é o grande vencedor do “Prêmio Jabuti”, na categoria “História em Quadrinhos”, pelo trabalho “Silvestre”, lançado pela DarkSide Books”.

O maior diferencial do “Jabuti” em relação aos outros prêmios é a sua abrangência: além de valorizar escritores, o prêmio destaca a qualidade do trabalho de todas as áreas envolvidas na criação e produção de um livro. Receber o “Jabuti” é um desejo acalentado por todos aqueles que têm o livro como seu ideal de vida.

Segundo Wagner Willian, “Silvestre” revela a jornada de um velho caçador que atravessa e dialoga com lendas sobre divindades extintas, mergulhando na relação entre o homem e a natureza, e o respeito sobre o que a terra pode nos dar e o que somos capazes de oferecer. No isolamento de sua cabana, ele assa uma torta. Seu aroma cruza a memória, as paredes, a floresta, atraindo animais silvestres e criaturas fantasmas em um grande resgate ao convívio humano, digno de uma celebração selvagem e ritualística.

A história contempla esse caçador que caminha pela floresta buscando se encontrar ao mesmo tempo em que procura encontrar uma presa. Os quadrinhos são divididos em três capítulos: “Segue um Rastro de um Raro Animal”, “A Celebração” e “O Apressado Come Cru”.

“Quando voltei a seguir este raro animal, a maneira como o concebia havia mudado, o mundo a minha volta também. Foi preciso encarar sua narrativa como um caderno de viagens ou skethbook para gravar seu rastro e a animalidade em volta sem perdê-los de vista, usando do lápis, do nanquim, do óleo, do óxido de ferro, o diabo que fosse, para tentar compreender sua forma”, diz Wagner Willian.

Wagner Willian nasceu em 1978, na capital potiguar. Em 2006 demitiu-se da livraria onde trabalhava para realizar sua primeira exposição individual de pintura. Em seguida, participou de várias exposições, ingressando em diversos segmentos das artes visuais: rotoscopia, escultura, ilustração de livros infantis e embalagens publicitárias. É considerado pela crítica especializada, atualmente,  “gênio quadrinista nacional”.


Foto: YouTube/Papo Zine
DOIS POTIGUARES BRILHAM NO “THE VOICE BRASIL 2020”Nanda Lynn e Filipe Toca fizeram bonito na primeira fase do “The Voice Brasil 2020"

Nanda Lynn e Filipe Toca são os dois potiguares que já estão classificados à segunda fase da nova temporada do “The Voice Brasil”. Com trajetórias distintas, mas em busca do mesmo sonho, os dois talentos do RN encantaram durante as suas respectivas apresentações no reality musical mais famoso do Brasil.

Filipe Toca conquistou todos os quatro jurados do “The Voice Brasil 2020”, Carlinhos Brow, Iza, Michel Teló e Lulu Santos, ao cantar a música “Deixa”, de Lagum e Ana Gabriela. Por sua vez, Nanda Lynn subiu ao palco do reality musical para cantar, de forma magistral, a canção “Meu talismã”, recebendo, por coincidência, o voto da jurada Iza, autora da música interpretada.

“The Voice Brasil” é um reality show musical em que quatro equipes lideradas por grandes nomes da música brasileira competem entre si, cantando em duplas ou individualmente. Na primeira fase, os jurados fazem as eliminações baseadas apenas na voz dos participantes.

Filipe Toca, cantor e compositor, nasceu em Natal-RN. Seu estilo musical tende para o “nova MPB”, com enlevo na leveza e na positividade. Compositor criativo, ele possui músicas em parceria com artistas, tais como: Saulo Fernandes, Ana Gabriela, Pedro Calais (Laagum), Mahmundi, Pedrinho e Eric (Atitude 67), Gabriel Elias, Celso Fonseca, Deco (Hotelo), Guga Fernandes, Plutão Já Foi Planeta, Bibi e Luccas Carlos, este último durante camping promovido pela Universal Music.. Filipe Toca lançou, em 2019, seu single autoral “8ª maravilha”, produzido por Juliano Valle.

Nanda Lynn, 26 anos de idade, começou a cantar com 16 anos. Quatro anos depois ela iniciou a sua carreira solo, seguindo o estilo “pop”, muitas vezes incorporando elementos do funk, música latina e urban, entre outros. A revelação potiguar recebeu ensinos acadêmicos de música na UFRN. Seu primeiro CD, com músicas autorais, foi lançado através do concurso “Talento potiguar”. Ela tem sido convidada para participar de vários shows pelo Brasil, tendo feito aberturas de shows da cantora Anitta, como também já compartilhou o palco com a cantora Manu Gavassi na festa “No capricho” da revista Capricho, em São Paulo.


Foto: arquivo pessoal
CINE DRIVE-IN, À MODA ANTIGA, EM NATALSerá inaugurado hoje em Natal, com protocolos de segurança, o “Cine Drive in Natal”, revivendo os antigos drive-ins,

 

Será inaugurado hoje, às 17h30, no pátio da Arena das Dunas, o “Cine Drive in Natal”, revivendo os antigos drive-ins, lugares tradicionalmente charmosos onde podem-se aflorar o romantismo entre casais apaixonados. Estaremos revivendo épocas nostálgicas? Será que vai pegar esta moda como ocorreu nos anos 50, 60 e 70?

Os drive-ins viraram cenários de vários filmes que marcaram épocas, tais como “Grease”, de Randal Lleiser; “Lolita”, de Stanley Kubrick, “Vidas Sem Rumo”, de Francis Copola, entre outros. No filme “Grease”, há uma cena épica num drive-in, na qual Danny (John Travolta) tenta seduzir Sandy (Olivia Newton-John), que com raiva pela ousadia do moço, deixa-o sozinho no carro, dando início a um dos momentos cinematográficos mais memoráveis de todos os tempos, ao som da música “Drive in Movie Theaters”.

Agora, com a necessidade de se evitar aglomeração de pessoas em tempo de coronavírus, ressurge o “cinema drive-in”. Esta prática teve início numa fazenda de Nova Jersey (EUA), em 1933, vivendo seus apogeus no final dos anos 1950 e no início dos anos 1960.

A estreia em Natal do cine drive ocorrerá hoje, às 17h30, com o filme “O Menino e o Mundo”, de Alê Abreu, indicado ao Oscar 2016 na categoria animação. Na sequência, a gargalhada é certa com o filme “Minha Mãe é uma Peça 2” (20h); Será também noite da primeira sessão Goiamum Audiovisual (23h) com os curtas “Em Reforma”, de Diana Coelho; “O voo do Pássaro Multicor”, de Allan Cedrak; “Madrigal: Um Conto de Imagens por Palavras”, de Felipe Oliveira e Gustavo Alcântara; “Meu Tempo é Quando?”, de Rosália Figuerêso e Buca Dantas; “Dias Felizes”, de André Santos; e “Leningrado Linha 41”, de Dênia Cruz.

É importante esclarecermos sobre as seguintes informações:

·    O ingresso deve ser adquirido, de forma gratuita, com antecedência, pelo site sympla.com.br (as sessões de hoje estão esgotadas). Escolhe-se a sessão, realiza-se o cadastro e, por fim, recebe-se por email o voucher de acesso. Só é permitido adquirir 1 ingresso por sábado. No cadastro será registrada a placa do carro (com direito a 1 ingresso por sábado, porém com a permissão do veículo ser ocupado por 04 pessoas, incluindo o motorista. Criança e bebê de colo contam como passageiro), acesso limitado a apenas uma sessão;

·         Não serão permitidos motos, bicicletas e carros conversíveis com capotas abertas;

·         Os carros serão estacionados conforme ordem de entrada, não sendo permitido ao expectadores assistirem o filme fora do carro;

·         A ida ao banheiro deve ser solicitada via leitura de QR Code que consta na lixeirinha que se recebe na entrada do evento. Deve-se apontar a câmara do celular para o QR Code, clicar no link que aparecerá na tela. Em seguida, haverá um direcionamento para uma página da internet onde consta um botão “banheiros”, que serve para solicitar-se autorização. Ao sair do carro, o uso de máscara é sempre obrigatório;

·         Deve-se chegar uma hora antes do início do filme. Após o filme ser iniciado não será permitida a entrada ou saída de veículos, apenas em caso de urgência;

·         Haverá serviço de alimentos e bebidas à venda, através da leitura do QR Code que consta na lixeirinha que se recebe na entrada do evento, devendo ser seguidas as orientações ali constantes. Todo pedido é realizado de forma on-line, assim como o pagamento que deve ser feito via cartão de crédito, não sendo possível pagar com cartão de débito ou dinheiro;

·         Para falar com alguém da produção, basta ligar o pisque alerta do veículo que a equipe de apoio irá ao carro;

·         A entrega do kg de alimento a ser doado ocorrerá na entrada do evento;

·         O vouche de acesso pode ser apresentado pela tela do celular, por meio da leitura do QR Code;

·         A programação completa dos filmes que serão exibidos no mês de outubro (dias 10, 17, 24 e 31) está no @cinedriveinnatal

 


POTIGUAR VENCE SELEÇÃO PARA EXPOR EM LONDRESLuiza Fonseca, que desponta como uma das grandes vocações artísticas de nosso Estado, vai expor na Brick Lane Gallery.

A artista plástica Luiza Fonseca de Souza, 23 anos, recém-graduada em Design Gráfico pela UFRN, foi a grande vencedora da seleção, via voto popular, para expor na Galeria Brick Lane, em Londres. O processo de escolha ocorreu na página do Instagram da famosa galeria londrina, no qual participaram milhares de artistas de diversas partes do mundo, todos concorrendo a uma vaga, que terminou sendo ocupada pela brilhante artista potiguar.

Luiza Fonseca de Souza concorreu à disputada seleção apresentando a sua obra “Autorretrato”, pintura acrílica sobre tela, 20 cm x 20 cm, executada em maio de 2020, na qual compõe a imagem que a artista faz de si mesma se protegendo, de máscara vermelha, da pandemia do coronavírus.

A artista selecionada costuma abordar, nas suas criações, temas relacionados ao cotidiano, muitas vezes perfazendo o recurso da autobiografia. A sua arte é capaz de registrar a sua própria imagem, seja contemplando a janela do seu quarto ou sentada na cadeira de um ônibus.  E, nesse cenário anfêmero e criativo, ela retrata nas suas pinturas, personagens, ambientes e inspirações que fazem parte de sua vida, tais como: o seu pai, Espedito, assistindo vídeos no YouTube; o “origanista”,  seu irmão Arturo, sentado à mesa; a sua mãe fazendo crochê; Diadorim, a gatinha da sua avó; Obama, o passarinho do seu avô... Por sua vez, a tela de sua autoria “O caldo da sopa fria”, foi inspirada  na música “Ensacado”, de Cátia França; enquanto, a obra “Tatuagem”, feita de lápis de cor sobre papel, inspirou-se no filme do mesmo nome, nestes casos podemos dizer: arte inspirando arte.

De forma eclética, Luiza trabalha com pintura acrílica, guache, óleo, grafite, lápis de cor, aquarela, entre outros materiais. Neste momento, ela está finalizando uma série de sete pinturas sobre momentos apenas de si mesma (seguindo seu próprio processo interno de estar sozinha). Anteriormente, a artista, havia feito uma série sobre linhas de expressões da face (semblantes) que identificam emoções, tipo: ao receber o resultado de uma prova; ao perceber que pegou o ônibus errado; chegando para um encontro que pode ou não acontecer, etc...

Luiza Fonseca de Souza recebeu com surpresa a notícia de sua vitória, face à difícil concorrência enfrentada durante a seleção.  A jovem artista considera uma honra levar a arte potiguar à Europa, ao mesmo tempo em que obtém uma excelente chance de divulgar o seu trabalho. Vocacionada às artes, ela participou de um grupo de teatro amador formado por colegas do IFRN, onde estudou de 2011 a 2014, destacando-se a encenação da peça “O Beijo no Asfalto”, de Nelson Rodrigues.

A fantástica obra de arte de Luiza pode ser contemplada e adquirida através de sua loja virtual luizafs.iluria.com, ressaltando-se, entretanto, que a obra “Autorretrato”, vencedora na seleção da Galeria Brick Lane, já se encontra esgotada.


MÉDICO SERIDOENSE É CAMPEÃO DO MUNDOO médico cirurgião potiguar Flaubert Sena ganhou a medalha de ouro no DDW, o maior evento de endoscopia do mundo.

O médico cirurgião Flaubert Sena, nascido em Parelhas, residente em Currais Novos, anunciou, nas suas redes sociais, que recebeu  a Medalha de Ouro na Copa Mundial de Endoscopia, motivo de orgulho para todos os norte-rio-grandenses.

A terapia de endoscópica a vácuo modificada, desenvolvida pelo médico potiguar, e abraçada pela equipe médica da USP, ganhou o primeiro lugar na Copa do Mundo do DDW, o maior congresso da especialidade do mundo.

O médico cirurgião Flaubert Sena foi um dos responsáveis pelo processo de recuperação do presidente Jair Bolsonaro, em virtude de ter sido, à época, convocado pelo Hospital Albert Einstein para corrigir uma fístula, pequeno orifício em uma das três perfurações no intestino delgado, consequência de uma facada sofrida pelo paciente famoso, em 06 de setembro 2018, durante a sua campanha para presidente da República.

A técnica da terapia endoscópica a vácuo modificada tem a finalidade de minimizar os danos aos pacientes em complicações pós-operatórias por apresentarem fístulas, quadro que antes era tido como grave, e com alto índice de mortalidade.

O Digestive Disease Week (DDW) é o maior encontro mundial de médicos, pesquisadores e indústria nas áreas de gastroenterologia, hepatologia, endoscopia e cirurgia gastrointestinal, cuja última edição foi realizada antes do início da pandemia do coronavírus, porém a divulgação do prêmio máximo outorgado ao médico potiguar se deu nesta semana, conforme postagem nas redes sociais do agraciado. O evento reúne as mais avançadas técnicas de autorias dos mais consagrados profissionais da medicina mundial, porquanto a vitória do potiguar é fato da maior relevância.

O médico cirurgião Flaubert Sena, é casado com a senhora Helizziane Raisa,  e pai de três filhos. Concluiu o ensino médio na Escola Estadual Amancio Ramalho, em Parelhas; formou-se em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte.  Exerce a sua profissão na Clínica Humanitare, no Hospital Regional de Currais Novos e no Hospital Onofre Lopes.

Em razão da inversão de valores que se formou no decorrer do tempo em nosso país, certamente, não veremos o médico campeão do mundo em cima de um carro de bombeiro desfilando em via pública nem recebendo altas honrarias destinadas aos que realizam ações de valor em prol da nossa sociedade e de nosso país. No entanto, o seridoense Flaubert Sena merece receber o reconhecimento de todos aqueles que acreditam na ciência e na educação como fatores essenciais à evolução humana.


O PRIMEIRO BRASILEIRO A CRUZAR AS AMÉRICAS A CAVALOForam oito anos de jornadas e desafios vencidos pelo jornalista Filipe Masseti Leite

Filipe Masseti Leite, 33 anos, o primeiro brasileiro a cruzar as Américas a cavalo. O cavaleiro solitário enfrentou um urso pardo, dormiu na casa de um traficante sem saber, atravessou o Deserto de Chihuahua, no México, enfrentou 16º negativos na Pantagônia, estradas completamente vazias, rios, montanhas, neve, entre tantas aventuras, para completar, há poucos dias, a sua incrível  jornada de 30 km por dia a 4 km por hora, percorrendo 16 mil quilômetros.

Durante essa longa aventura, Filipe e seus dois cavalos passaram por inúmeros desafios e dificuldades, tudo sendo anotado e fotografado para compor o livro “Cavaleiro das Américas”, com edição da editora HarperCollins Brasil, cuja obra irá originar um filme e um documentário com previsão de lançamento para 2021.

O sonho de percorrer as Américas a cavalo vem desde criança quando o brasileiro escutava do pai a história quase mítica de um homem que cavalgou da Argentina até Nova York para provar que os crioulos são os cavalos mais resistentes do mundo. As cenas dessa odisseia eram narradas de geração em geração na família de Filipe até que, já adulto, ele descobriu o homem real por trás de seu herói: o professor suíço Aime Tschiffely, que realizou essa jornada na década de 1920. Inspirado pela ousadia dele, nunca se esqueceu do sonho de menino de fazer a sua própria expedição.

O primeiro par de botas usada na viagem está exposto no museu Bata Shoe Museum, em Toronto, no Canadá. Com a jornada, ele também já ajudou a arrecadar mais de 60 mil reais em doações para o Hospital de Câncer de Barretos, em que ele é voluntário.

Sobre Filipe Masette Leite, ele nasceu em Espírito Santo do Pinhal, interior paulista, é jornalista, escritor, palestrante, caubói e aventureiro. Formado em jornalismo pela Ryverson University de Toronto, ele já fez trabalhos para a TV Omni, a rádio CBC e Globo Internacional. 


arquivo pessoal
EU NÃO SOU RACISTA, MAS...Chega ao Brasil o livro “Não basta ser racista: Sejamos antirracistas” de Robin Diangelo, o mais vendido atualmente nos EUA

Eu não sou racista, mas... Essa simples composição de frase já demonstra que existe sim um viés racista em algum pensamento, mesmo que involuntário. Ainda mais quando quem diz essa frase é um branco, que teve em sua criação algum traço de racismo e que luta contra isso. Negação, silêncio, raiva, medo, culpa... essas são algumas das reações mais comuns quando se diz a uma pessoa que agiu, geralmente sem intenção, de modo racista. Mas mais do que negar ou se defender, é preciso entender suas atitudes e não apenas não ser racista, mas se tornar um antirracista.

Diante de tudo isso, e sabendo sobre a importância da companhia do livro neste momento de isolamento forçado, sugiro a leitura do livro “Não basta ser racista: Sejamos antirracistas” de Robin Diangelo. Trata-se de um dos livros mais polêmicos da atualidade e que está na lista dos mais vendidos do The New York Times. Nós já estamos lendo este livro, pois acaba de ser lançado no Brasil pela Faro Editorial. Vale a pena conferir!

A autora de “Não basta ser racista: Sejamos antirracistas” é professora universitária, consutora em justiça racial e social nos Estados Unidos. Neste livro, extrai-se um estudo do racismo e mostra como um sistema de autodefesa sustenta a ideia de uma superioridade branca.

Ser abertamente racista não é algo socialmente aceitável. Ninguém quer ser visto assim. Mas cada vez que se nega o racismo, impedimos que ele seja abordado, que nossos preconeitos sejam discutidos, e jogamos tudo de volta para debaixo do tapete. As reações de negação não servem apenas para silenciar quem sofre o preconceito, mas escondem um sentimento que a autora passou a chamar de fragilidade branca.

Robin Diangelo fez um experimento muito interessante: catalogou frases, palavras, sentimentos das pessoa que se veem sem qualquer preconceito e demonstrou que, no fundo, ele estava lá. E apresenta muitas histórias e depoimentos para comprovar isso. Sua proposta é de que comecemos todos a ouvir melhor o outro estabelecer conversas mais honestas e reagir a críticas com educação e abertura ao outro.

Não basta apenas sustentar visões progressistas, condenar os racistas tosco nas mídias sociais. A mudança começa conosco. É hora de todos os brancos assumirem sua responsabilidade e abandonares a ideia de superioridade. Ser antirracista é um passo além, proativo, na luta contra o racismo no mundo.


O PROFESSOR QUE SE TORNOU BILIONÁRIO COM O CORONAVÍRUSQual e quando estará disponível a primeira vacina contra o coronavírus?

Qual e quando estará disponível a primeira vacina contra o coronavírus? Esta é uma pergunta que se faz a todo o momento.

A primeira vacina a ser lançada para uso geral, tudo leva a crer, ocorrerá em setembro. São quatro vacinas com testes mais avançados, são elas: a VACINA NORTE-AMERICANA, a VACINA INGLESA, a VACINA ALEMÃ e a VACINA CHINESA.

Se há uma vacina mais próxima de obter o registro sanitário para o uso geral, diríamos que é a norte-americana, produzida em Havard pela empresa de biotecnologia “Moderna”.

À vista disto, o professor de biologia de Harvard, Timothy Springer, que está à frente dos estudos desta pioneira vacina tornou-se, do dia pra noite, bilionário. O cientista e empresário, simplesmente, já acresceu U$ 1 bilhão (um bilhão de dólares) no seu patrimônio, graças ao aumento épico das ações da “Moderna”, da qual ele é acionista.

Além da VACINA NORTE-AMERICANA, há outras três vacinas em testes com previsões para serem disponibilizadas, também, em setembro de 2020, são elas:

A VACINA INGLESA ChAdOx1 nCoV-19, desenvolvida na Universidade de Oxford em parceria com a farmacêutica Astra Zeneco, teve a sua primeira fase iniciada em abril. Agora o estágio de teste visa à eficácia e os efeitos secundários do produto. Os estudos recebem investimentos na ordem de 22 milhões de euros.

A VACINA ALEMÃ BNT 162, desenvolvida pela Biontech em parceria com a gigante farmacêutica Pfizer, está sendo testado por humanos, inicialmente em pessoas saudáveis e cobaias e, posteriormente, nas pessoas com risco maior da doença. Os estudos estão norteados objetivando pressa e eficiência de resultados, porquanto se presume que a conclusão dos trabalhos se dará breve.

A VACINA CHINESA permanece na fase de pesquisa por equipes dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças da China, Academia Militar de Ciências Médicas e pela empresa de biotecnologia Can Sino Bio. Os primeiros ensaios clínicos demonstraram capacidade de imunizar o vírus COV-2 em humanos. Aguardemos!

Para se chegar a uma vacina segura, as pesquisas passam por fases que são indispensáveis:

Fase um: feita em seres humanos para testar a segurança da vacina nestes organismos;

Fase dois: visa obter a resposta imunologia do organismo vacinado;

Fase três: fase de estudo na qual se verifica a aptidão para obtenção do registro sanitário;

Fase quatro: distribuição para a população.

Importante ainda ressaltar que no Brasil, a Fiocruz Minas e o Laboratório de Imunologia do Instituto do Coração (Incor) realizam testes avançados com vistas à elaboração de uma medicação eficiente para humanos contra a corona vírus.


NATALENSE DE RENOME MUNDIAL MORRE DE CORONAVÍRUSAbraham Palatnik, o gênio da arte cinética, morreu hoje no hospital Copa Star, em Copacabana, Rio de Janeiro.

 

O natalense Abraham Palatnik, o maior nome da arte cinética no mundo, morreu, na manhã deste sábado (9/5), aos 92 anos, no hospital Copa Star, em Copacabana, Rio de Janeiro, vítima do coronavírus. 

É um grande orgulho para todos os natalenses saber que as obras de arte de Palatnik ilustram vários museus de expressões no mundo, ao lado de outras realizadas por vultos internacionais. Exemplo disso é uma mostra especial denominada “Os cinéticos” no Museu de Arte Reina Sofia, um dos mais importantes museus de arte moderna da Espanha, ensejando Palatnik na condição de gênio ao percorrer campos limítrofes entre a arte e a tecnologia.

Palatnik nasceu em Natal, seguindo, na juventude para a Palestina onde estudou engenharia, e, mais tarde decidiu morar no Rio de Janeiro. É considerado o pioneiro da arte cinética, repercutindo na crítica internacional pela sua obra inovadora. O seu trabalho tem uma concepção exasperadamente revolucionária, no bom sentido da palavra. “A verdadeira arte do futuro”, conforme definiu, em 1951, o jornalista Mario Pedrosa.

O cinetismo rejeita a ideia da imobilidade na pintura e escultura, apresentando a obra como um objeto móvel. Nesse passo, Palatnik, com o rigor matemático em suas obras, representa a arte cinética brasileira de forma singular, realçando o seu efeito tridimensional e ilusório de criar.

A crítica Evelyn Muller manifesta admiração pelo dinamismo de Palatnik, ao comentar: “Ele inventou desde um novo jogo (misto de xadrez e damas) até um aparelho de descascar coco de babaçu sem ferir a amêndoa”.

Abrahan Palatnik, um sábio peregrino que saiu de Natal para mostrar ao mundo ser possível a comunhão entre arte e tecnologia, sabendo harmonizar o aperfeiçoamento conceptivo ao fascínio do movimento para gerar relevos extraordinários e objetos lúdicos.

O Rio Grande do Norte há de reverenciar eternamente a história de vida desse ilustre potiguar. O Mundo perde um grande artista, mas sua obra permanecerá.

 


Foto: Vicente de Mello
O “SAL DE QUININO” E O “ÁLCOOL EM GELApós 102 anos da epidemia da “gripe espanhola”, o natalense enfrenta agora o “coronavírus”

O “coronavírus” pode ser uma repetição da “gripe espanhola”, ocorrida em 1918, que matou cerca de 50 milhões de pessoas no mundo?

O quadro atual é muito triste, porém vivemos na era da informação, onde as pessoas são  rapidamente orientadas em torno de redes sociais de longo alcance, diferentemente do cenário de 1918.  

Em 1918, no auge da epidemia da “gripe espanhola”, mais de 4.500 pessoas morreram na Filadélfia simplesmente por participarem de um evento público com aglomeração. Esse episódio dificilmente se repetiria hoje com a gama de informações existente e as providências tomadas.

No entanto, se compararmos as situações ocorridas em 1918 com o cenário atual, certamente encontraremos alguns aspectos semelhantes.

Para sermos mais específico, vamos nos transportar para a cidade do Natal no momento da epidemia da “gripe espanhola”, em 1918. Os dados são extraídos da monografia: “A gripe espanhola em Natal: outubro a dezembro de 1918”, de autoria de Salomão Gomes de Medeiros, Curso de História da UFRN.

“Os natalenses tomaram conhecimento da ‘gripe espanhola’ em meados de outubro de 1918.” Naquele momento, o Governo Federal do Brasil pregava a falta de motivos para temores exagerados e medidas de isolamento, tratando a “gripe espanhola” como “mais uma gripe qualquer”. Com a evolução da epidemia, essa postura governamental foi se alterando.

Em Natal, o Dr. Januário Cicco fazia recomendações à população no enfrentamento da doença, enquanto receitava o uso de “sal de quinino” nas doses de 25 a 50 centigramas por dia (logo ocorreu aumento abusivo do preço desse produto, fato semelhante ao ocorrido agora com o álcool em gel).   

Apesar desses cuidados, “já no final do mês de outubro, começaram a repercutir de forma mais intensa casos de pessoas infectadas em nossa capital”.

A sociedade natalense, anteriormente desatenta à gravidade da “gripe espanhola”, passou a tomar medidas de contenção da epidemia: “as atividades das escolas, cinemas, igrejas, campos de futebol foram suspensas, enquanto os mercados da Cidade Alta e da Ribeira recebiam desinfecções diárias.” Surgia a obrigatoriedade do isolamento da população, chamada atualmente de “quarentena” (outra coincidência).

Os portadores da “gripe espanhola” em Natal foram atendidos nos postos de saúde instalados na Ribeira e Cidade Alta. Inicialmente as pessoas foram convocadas para vacinação contra varíola, supondo-se que a sua aplicação poderia ser estendida no combate a “gripe espanhola” (fato semelhante, quando se indica o uso de “hidroxicloroquina”, remédio para malária no combate ao “coronavírus”).

“Em Natal faleceram cerca de 187 pessoas numa população de 30 mil pessoas”. Aproximadamente 1/3 da população contraiu o vírus da “gripe espanhola”.

Segundo os médicos de 1918, o período de epidemia da gripe demorava exatamente seis semanas (será que podemos usar essa referência para o “coronavírus”?). Naquele instante, entretanto, o declínio da doença em Natal ocorreu a partir da oitava semana.

Diante disso, vejam que coincidências sutilmente são extraídas das duas situações, ambas graves e preocupantes. Afinal, a “gripe espanhola” não foi uma “gripe qualquer” como se achava na época. Que fique a lição para que, nos dias de hoje, sejam reduzidas as estatísticas e o tamanho da nossa dor!

Vamos fazer a nossa parte e ter muita fé em Deus! Tudo passará! A primavera chegará breve transformando as matas secas em verdes e floridas, onde a vida renascerá com o canto dos pássaros e a renovação dos sonhos.

 


NATALENSE ESTREIA AMANHÃ (11) NO NETFLIXO Reality show “The Circle Brasil” estreia amanhã (11) no Netflix com a presença do natalense Raphael Dumaresq

A Netflix lança amanhã (11) o reality show “The Circle Brasil” com oito participantes em busca do prêmio de R$ 450 mil. Há um natalense entre os competidores: Raphael Dumaresq, 24 anos, produtor cultural e colunista do portal Substantivo Plural.

Os participantes ficarão confinados no mesmo prédio, localizado na cidade de Londres, cada qual num apartamento exclusivo. Diferentemente do Big Brother Brasil, os competidores não têm contato físico entre si. Eles se comunicarão apenas usando seus perfis em um aplicativo especialmente projetado, dando-lhes a capacidade de se retratarem da maneira que escolherem.

Durante o programa, os competidores irão “classificar” uns aos outros em cinco. No final das classificações, suas pontuações médias são reveladas uma da outra, da maior para menor. Os dois jogadores mais bem classificados se tornarão “influenciadores”, enquanto os demais jogadores correrão o risco de serem “bloqueados” pelos “influenciadores. Jogadores bloqueados são eliminados do jogo, mas têm a oportunidade de conhecer um jogador que ainda está no jogo pessoalmente.

Durante a final, os competidores avaliam um ao outro uma última vez, onde o jogador mais bem classificado vence. Os espectadores também escolhem seu “campeão de espectadores” entre os finalistas. A apresentação do reality será de Giovanna Ewbank.

A lista dos participantes tem Marina Gregory (Rio de Janeiro – RJ); a modelo Ana Carla (Campina Grande – PB); a produtora Loma Lisboa (São Paulo – SP); produtor cultural Raphael Dumaresq (Natal – RN); digital influencer João Akel (São Paulo – SP); fiioterapeuta Loayne (Realeza – PR); youtuber Gabriel Moraes (São Paulo – SP); e o bombeiro militar JP Gadelha (Recife – PE)

“The Circle Brasil” é produzido pelo Studio Lambert e Motion Content Group, lançado na Netflix. O programa se apresenta como um jogo baseado nas mídias sociais, com o conceito de que “qualquer um pode ser alguém no The Circle”.

Vamos torcer pelo potiguar Raphael Dumaresq!


“RODA DE SAMBA DAS MOÇAS” É ATRAÇÃO DESTE DOMINGO EM NATALUm grupo musical formado somente por mulheres animará os domingos de fevereiro em Natal

 

Quem tiver interesse em participar de um evento alto-astral, com boa música, gastronomia especial, num lugar aconchegante, aconselhamos comparecer, hoje(02/02), a partir das 17h00, na  “Roda de Samba das Moças”, que acontece no “Mormaço”, Rua Historiador Tobias Monteiro, 2014, Lagoa Nova, por trás do Correio de Nova Descoberta. Entrada gratuita. O evento se repetirá nos dias 09/02 e 16/02.

A “Roda de Samba das Moças” é um grupo musical formado por alunas e professores do “Projeto Samba Pras Moças”, criado em 2016 para estimular mulheres a cantar e tocar samba em Natal/RN. A idealização do projeto foi da cantora Andiara Freitas, utilizando repertório que prestigia a mulher cantora e compositora de samba como Dona Ivone Lara, Clara Nunes, Beth Carvalho etc.

Inicialmente o “Projeto Sambas Pras Moças” foi executado em formato de festival com a realização de duas edições com a participação das cantoras Riá Oliveira (PE), Helo Nascimento (PB), Renata Paiva (RN), Selma do Samba (PE) e da própria Andiara Freitas (RN), com uma base de músicos masculina que levou a uma reflexão sobre a participação da sambista mulher também como musicista.

Em 2019 foi criada a primeira turma de samba de roda para oferecer aulas coletivas de canto, violão, cavaquinho e percussão a mulheres que tivessem ou não experiência. As cantoras Andiara Freitas e Silvana Martins, além dos músicos Pedro Paulo (violão e cavaquinho) e Toninho Melé (percussão), são responsáveis pelo aprendizado.  

Cabe ressaltar que a “Roda de Samba das Moças” é atração confirmada na programação do bloco “Só Tem Artista” de 2020, e fará o aquecimento com samba e marchinhas, recebendo uma cantora convidada por domingo, começando com Damiana Chaves, depois Silvana Martins e Hélia Braga, respectivamente, que dividirão a interpretação com as alunas e professores do “Projeto Samba Pras Moças”.

O set list do bloco “Só Tem Artista”, criado em 2017 por Andiara Freitas e seu marido, arquiteto César Henrique,  conta ainda com a participação da Orquestra Raízes do Frevo que se apresentará no desfile do dia 16 de fevereiro. Imperdível! 

 


Foto: Matheus Campos
O MUNDO SILVESTRE DO POTIGUAR WAGNER WILLIAN É DESTAQUE NACIONALWagner Willian, natalense, lança a sua nova obra “Silvestre”, já incluída na lista dos melhores quadrinhos do Brasil

Artistas e escritores potiguares têm vencido, nos últimos anos, conceituados e concorridos prêmios nacionais. Nesse rol está o quadrinista e ilustrador Wagner Willian, um dos vencedores do “Prêmio Jabuti” - 2015, categoria “melhor ilustração” com o livro Lobisomem sem Barba, pela Balão Editorial.

O potiguar, residente em São Paulo, lançou recentemente a sua nova obra, imersiva e reflexiva, denominada “Silvestre”, ingressando para o time  de grandes autores da DarkSide Books, já aparecendo na lista dos melhores quadrinhos do Brasil pela mídia especializada.

“Silvestre” revela a jornada de um velho caçador que atravessa e dialoga com lendas sobre divindades extintas, mergulhando na relação entre o homem e a natureza, e o respeito sobre o que a terra pode nos dar e o que somos capazes de oferecer. No isolamento de sua cabana, ele assa uma torta. Seu aroma cruza a memória, as paredes, a floresta, atraindo animais silvestres e criaturas fantasmas em um grande resgate ao convívio humano, digno de uma celebração selvagem e ritualística.

A história contempla esse caçador que caminha pela floresta buscando se encontrar ao mesmo tempo em que procura encontrar uma presa. A história é dividida em três capítulos: “Segue um Rastro de um Raro Animal”, “A Celebração” e “O Apressado Come Cru”.

“Quando voltei a seguir este raro animal, a maneira como o concebia havia mudado, o mundo a minha volta também. Foi preciso encarar sua narrativa como um caderno de viagens ou skethbook para gravar seu rastro e a animalidade em volta sem perdê-los de vista, usando do lápis, do nanquim, do óleo, do óxido de ferro, o diabo que fosse, para tentar compreender sua forma”, diz Wagner Willian.

Wagner Willian nasceu em 1978, na capital potiguar. Em 2006 demitiu-se da livraria onde trabalhava para realizar sua primeira exposição individual de pintura. Em seguida, participou de várias exposições, ingressando em diversos segmentos das artes visuais: rotoscopia, escultura, ilustração de livros infantis e embalagens publicitárias. É considerado pela crítica especializada, atualmente,  “gênio quadrinista nacional”.


Foto: Jaq Morais
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