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Honda Civic Si recebe leves retoques na Linha 2020 No interior, detalhes em vermelho foram acrescentados no painel e nos bancos.

A Honda revelou as versões 2020 do esportivo Civic Si, que chegam no mercado americano em setembro com preços a partir de US$ 25 mil.

As mudanças não foram muitas. No interior, detalhes em vermelho foram acrescentados no painel e nos bancos. Os faróis, as rodas e o para-choque traseiro ganharam novos desenhos. 

O carro se mantém com um motor de quatro cilindros e câmbio manual de seis marchas. A diferença é que ele teve a eletrônica recalibrada para melhorar a aceleração do veículo, embora números específicos não sejam revelados pela montadora.

Além disso, o assistente de direção Honda Sensing agora é item de série para o Civic Si. O pacote inclui recursos como frenagem automática anti-colisão, controle de cruzeiro adaptativo, assistência de faixa, faróis altos automáticos e um sistema de reforço de som que  emula os ruídos do motor quando a condução se torna agressiva.


(Foto: Divulgação)
USP desenvolve tecnologia que reduz ruído de aviões em 20%Segundo a USP, as soluções são baratas, de fácil aplicação e deixam o nível de ruído externo abaixo dos futuros limites planejados

Pesquisadores do Departamento de  Engenharia Aeronáutica (SAA) da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da Universidade de São Paulo (USP) desenvolveram modificações na geometria das asas de avião que fizeram com que o ruído das aeronaves diminuísse em aproximadamente 20%.

Segundo a USP, as soluções são baratas, de fácil aplicação e deixam o nível de ruído externo abaixo dos futuros limites planejados pela Organização da Aviação Civil Internacional (OACI). As mudanças, desenvolvidas em parceria com a Embraer, podem ser implementadas tanto em aviões que já estão em operação como em projetos de novas aeronaves. De acordo com a USP, os resultados obtidos no trabalho geraram três  patentes internacionais.

De acordo com os pesquisadores, as modificações foram feitas na parte frontal da asa, nos chamados slates – abas móveis que aumentam a sustentação do avião no ar – e na região traseira, na ponta dos flaps, que também auxiliam na sustentação da aeronave, principalmente nas etapas de decolagem e aterrissagem. 

“Nos ensaios, nós propusemos alterações no modelo da asa original para que, no momento em que o flap é acionado, uma espécie de borda fique exposta, resultando na redução de seis decibéis do ruído gerado. Também foram propostas modificações na geometria dos slates, reduzindo ainda mais o ruído emitido” destacou o professor e coordenador do estudo, Fernando Catalano.

No Brasil, os principais atingidos pelos ruídos dos aviões são os vizinhos do aeroporto de Congonhas, na capital paulista. De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), o ruído aeronáutico excessivo pode causar efeitos adversos sobre a saúde população. 

Segundo a USP, o ruído intenso é capaz de provocar problemas de saúde, como o aumento dos batimentos cardíacos e pressão sanguínea, desencadeando complicações cardiovasculares. A perturbação do sono também é outro agravante, que pode aumentar as chances do aparecimento de distúrbios de saúde mental, como depressão e ansiedade.


(Foto: UOL)
Carros da Tesla chegam ao BrasilCom preços de R$ 720.000 a R$ 780.000, as primeiras 4 unidades que foram trazidas ao país já foram vendidas

Os futurísticos carros elétricos da Tesla estão, a partir de agora, mais perto dos brasileiros. Os veículos virão para o Brasil pelas mãos da Elektra, empresa criada recentemente nos Estados Unidos por Luciano S. Di Claro, CEO, e Jacob Gitman, fundador e chairman.

Alguns carros já estão expostos no Salão do Automóvel de São Paulo. Serão vendidos os modelos S 70, o utilitário X e o S P 100, que é o carro mais rápido em produção da humanidade, com velocidade que vai de 0 a 100 quilômetros por hora em 2,5 segundos. Os preços vão de R$ 720.000 a R$ 780.000.

No futuro também chegará o Model 3, primeiro carro a ser produzido em massa pela montadora, a um preço mais acessível. A Elektra é uma empresa separada da Telsa e não funciona como seu representante no Brasil - apenas trará os automóveis.

"Sabemos que, com esse preço, não vamos vender em grandes quantidades. Mas, com outros modelos mais baratos, poderemos ter maior alcance de mercado", afirmou o executivo.

As primeiras 4 unidades que foram trazidas ao país já foram vendidas. "Tivemos que pedir aos compradores para que deixassem os carros em exposição até recebermos novos", afirmou Di Claro.

Nos próximos meses, de 10 a 15 novos carros embarcarão nas terras brasileiras.

Os veículos serão vendidos na loja da Elektra, na Av. Europa em São Paulo. "Também estamos negociando com redes de concessionárias para franquear as lojas Elektra ou mesmo construir um Elektra Corner, uma área específica dentro da loja com um dos nossos carros", afirmou ele.


(Foto: Quatro Rodas)
Novo Tesla Model S tem volante de F1Sedã elétrico não tem comando físico para troca de marchas

As coisas realmente são muito diferentes na Tesla. Após oito anos, tempo de uma geração para modelos “normais”, o sedã elétrico ganhou uma profunda atualização. E algumas das novidades fogem à regra do que é normal em automóveis.

Para identificar o que é novo é preciso atentar para o para-choque dianteiro mais volumoso, para as novas rodas aro 19 com acabamento bicolor e para o para-choque traseiro com novo difusor. Por fora, é só isso mesmo.

Foi na mecânica e no interior do Model S que a empresa de Elon Musk gastou mais horas de trabalho. Se agora há versões com até 1.100 cv, o painel foi quase que completamente redesenhado.

A enorme tela vertical agora tem disposição horizontal, o que pode vir a favorecer o uso de funções de entretenimento, como a reprodução de filmes na Netflix. O tamanho, porém, ainda é de 17 polegadas.


(Foto: Divulgação)
Ford anuncia fim da produção no BrasilEm comunicado, a Ford informa que tomou a decisão após anos de perdas significativas no Brasil.

A Ford anunciou nesta segunda-feira, 11, o fim de uma história de um século de produção de carros no Brasil. A montadora, que já tinha encerrado a produção em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, comunicou que vai fechar neste ano as demais fábricas no País: Camaçari (BA), onde produz os modelos EcoSport e Ka, Taubaté (SP), que produz motores, e Horizonte (CE), onde são montados os jipes da marca Troller.

Serão mantidos no Brasil a sede administrativa da montadora na América do Sul, em São Paulo, o centro de desenvolvimento de produto, na Bahia, e o campo de provas de Tatuí (SP).

Em comunicado, a Ford informa que tomou a decisão após anos de perdas significativas no Brasil. A multinacional americana acrescenta que a pandemia agravou o quadro de ociosidade e redução de vendas na indústria.

"A Ford está presente há mais de um século na América do Sul e no Brasil e sabemos que essas são ações muito difíceis, mas necessárias, para a criação de um negócio saudável e sustentável", afirmou, em nota, Jim Farley, presidente e CEO da Ford.

A produção será encerrada imediatamente em Camaçari e Taubaté, mantendo-se apenas a fabricação de peças por alguns meses para garantir disponibilidade dos estoques de pós-venda. A fábrica da Troller em Horizonte continuará operando até o quarto trimestre de 2021.

As vendas do EcoSport e do Ka serão encerradas assim que terminarem os estoques. A empresa informa que vai trabalhar "imediatamente" em colaboração com os sindicatos e outros parceiros no desenvolvimento de um plano "justo e equilibrado" para minimizar os impactos do encerramento da produção. Primeira indústria automobilística a se instalar no Brasil, a Ford está no Brasil desde 1919.

A decisão de fechar as linhas de manufaturas brasileiras segue uma reestruturação dos negócios na América do Sul.

A montadora diz que seguirá importando no Brasil utilitários esportivos, picapes, como a Ranger, e veículos comerciais de fábricas da Argentina, Uruguai e outras origens, mantendo "assistência total" ao consumidor brasileiro com operações de vendas, serviços, peças de reposição e garantia.

Informou ainda que planeja acelerar o lançamento de diversos novos modelos conectados e eletrificados.


(Foto: Agencia Brasil)
Aviação doméstica no Brasil chega ao melhor nívelSegundo a ANAC, 4,8 milhões de passageiros foram transportados no mercado doméstico em no mês passado.

A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) divulgou que, aproximadamente, 5 milhões de pessoas voaram em uma viagem doméstica no mês de novembro. Os dados são os mais recentes publicados pela agência e atestam um aprofundamento da retomada do setor aéreo no Brasil.

Segundo a ANAC, 4,8 milhões de passageiros foram transportados no mercado doméstico em no mês passado. É o maior fluxo de passageiros transportados desde o início da crise provocada pela pandemia do novo coronavirus. No entanto, na comparação com o mesmo período do ano passado, houve redução de 40,7% no indicador.

A demanda total por voos domésticos é 34,5% menor que no ano anterior. O número reflete a redução da oferta de assentos oferecidos pelas companhias aos clientes, que caiu 35,7% na comparação ano a ano. O índice de ocupação das aeronaves melhorou 2% e chegou a marca de 84,2% de utilização.  

No mercado internacional os números permanecem críticos. A demanda por voos caiu 85,3% no país em relação a novembro de 2019. Já a oferta de assentos nesse segmento foi 70%. Os números gerais segue o cenário regional e, também, global, levantado pela IATA, que aponta uma leve retomada da aviação dentro dos países, mas a aviação internacional segue paralisada. Ainda não há sinais dos impactos na aviação da nova onda de contaminação por COVID-19 no Brasil.


(Foto: Aero Magazine)
Embraer tem prejuízo de R$ 649 milhões no 3º trimestreA Receita líquida teve queda de 13% no trimestre na comparação anual e ficou em R$ 4,09 bilhões

A fabricante brasileira de aviões Embraer registrou um prejuízo líquido atribuído ao acionista controlador de R$ 649 milhões (R$ 0,88 por ação) no terceiro trimestre de 2020, uma ampliação das perdas se comparado ao resultado também negativo em R$ 314,4 milhões registrados no terceiro trimestre de 2019. De forma geral, a empresa foi novamente prejudicada pela pandemia da covid-19, assim como pelo cancelamento do negócio com a Boeing envolvendo o braço comercial do grupo brasileiro - que levou a uma queda significativa na produção de aeronaves.

O Ebitda ajustado da empresa fechou negativo em R$ 40,7 milhões contra um resultado positivo de R$ 75 milhões um ano antes. A margem Ebitda ajustada ficou negativa em 1% contra um resultado positivo de 1,6% um ano antes.

A Receita líquida teve queda de 13% no trimestre na comparação anual e ficou em R$ 4,09 bilhões, principalmente em função das quedas nas entregas da Aviação Executiva e especialmente da Aviação Comercial. "Essa queda foi parcialmente compensada pelo aumento de 106% (na comparação entre o terceiro trimestre de 2020 e terceiro trimestre de 2019) das receitas de Defesa & Segurança no trimestre, que foram impactadas no primeiro semestre do ano já que, algumas entregas foram postergadas em função das restrições de viagens impostas pela covid-19 como o fechamento de fronteiras de alguns países clientes", explicou a fabricante.

No trimestre, conforme divulgado em documento previamente, a Embraer entregou sete jatos comerciais e 21 jatos executivos (19 jatos leves e dois jatos grandes), totalizando 28 jatos entregues no período. Isso se compara a um total de 44 jatos entregues no terceiro trimestre de 2019, sendo 17 jatos comerciais e 27 jatos executivos (15 jatos leves e 12 jatos grandes). No acumulado do ano em 2020, a empresa entregou 16 jatos comerciais e 43 jatos executivos (33 jatos leves e 10 jatos grandes), o que se compara aos 54 jatos comerciais e 63 jatos executivos entregues durante os primeiros nove meses de 2019.

"As entregas da Embraer em 2020 estão sendo impactadas negativamente, principalmente devido à pandemia de covid-19, que continua afetando o mundo e especialmente as viagens aéreas comerciais".

A Embraer disse que espera uma continuação na melhora nas entregas no quarto trimestre em relação aos três primeiros trimestres do ano, principalmente no segmento de Aviação Executiva, que normalmente apresenta um alto nível de sazonalidade com grande parte das entregas anuais ocorrendo no quarto trimestre.


(Foto: Reprodução)
Audi pode deixar de produzir no BrasilA retomada de fabricação local depende de o governo federal acertar o pagamento de uma dívida pendente em créditos tributários

O presidente da Audi do Brasil, Johannes Roscheck, disse ontem que a empresa vai deixar de produzir o hatch A3 no País em dezembro e suspenderá toda a produção local por cerca de um ano para avaliar investimentos em um novo modelo. A retomada de fabricação local, no entanto, depende de o governo federal acertar o pagamento de uma dívida pendente em créditos tributários desde o programa Inovar-Auto, criado em 2012 e encerrado em 2017.

Segundo o executivo, serão necessários novos investimentos e remodelação da linha produtiva para a produção de um novo veículo. "Assinamos um compromisso de pagar e receber de volta e é difícil convencer a matriz alemã a investir num mercado que não é responsável em cumprir compromissos", afirmou. Hoje o A3 é o único modelo da marca com produção local e essa versão sairá de linha.

Desde o ano passado há boatos de que a empresa deixaria de produzir automóveis no País porque os investimentos para fabricar as novas versões de A3 e Q3 seriam elevados. O Q3 nacional saiu de linha no início de 2019 e passou a ser importado e o mesmo vai ocorrer com o A3. Roscheck, porém, afirma que os dirigentes da filial brasileira estão "preparados para lutar por um novo projeto", mas vai depender das discussões sobre essa pendência".

Segundo a Audi, o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou, há cerca de um ano, que aceitaria pagar a dívida ao longo de dez anos mas não voltou a falar sobre o tema. "Mesmo que o pagamento seja feito no longo prazo nós aceitamos, mas precisamos de uma decisão", diz Roscheck. Procurado, o Ministério da Economia não comentou.

Segundo ele, ainda que ocorra um acerto, a empresa terá de manter a fábrica parada por pelo menos um ano para definição e adequações a um novo modelo.


(Foto: Reuters)
Retomada: RN terá oferta maior da GOL em outubroOs bilhetes já estão disponíveis e podem ser adquiridos no site da GOL

O Estado do Rio Grande do Norte reforça sua importância para a GOL Linhas Aéreas a partir deste mês de outubro de 2020: a maior Companhia aérea do Brasil aumenta a oferta de assentos e destinos e retoma uma rota que conecta a capital potiguar a mais um dos hubs nacionais em operação: para Fortaleza (CE), que se soma a Brasília, São Paulo/Guarulhos, Rio de Janeiro/RIOgaleão e Salvador, já ligados a Natal.

Este voo direto (cerca de 1 hora no ar, ao invés de 7 horas por rodoviário) para a capital do Ceará tem início com operações em três dias por semana. Com essa ligação mais próxima será possível aos Clientes terem acesso mais rápido a todos os destinos da malha, além de aproximar novamente Natal aos voos internacionais, seja da Companhia ou de parceiros como a Air France-KLM – a aérea francesa planeja o retorno das operações de Fortaleza para a Europa a partir de 10 de outubro, realizando ali pousos e decolagens três vezes por semana.

Em relação a abril deste ano (o primeiro mês completo com impacto da pandemia), o aumento de oferta de assentos no Rio Grande do Norte em outubro já é superior a 600%. A comparação desse mesmo mês contra setembro revela crescimento de oferta de assentos em 85% da GOL. Todos esses destinos ampliam e melhoram o acesso para empresas, que terão mais opções para envios de produtos e cargas dos mais diversos pontos do País e do exterior. Favorecem, ainda, aqueles que precisam viajar neste momento, por questões familiares, médicas ou de trabalho, e o retorno gradual do fluxo de turistas.

“A GOL cumpre seu papel de maior Companhia aérea do País ao direcionar-se pelo atendimento aos principais mercados brasileiros, como Natal, que mês a mês tem sua malha ampliada e oferece ao Cliente mais opções e agilidade em seus deslocamentos, nesta retomada, sempre com confiança e Segurança, nosso valor número 1”, afirma Rafael Araujo, diretor de planejamento de malha aérea da GOL.

Para a secretária do Turismo, Ana Maria da Costa, esse crescimento de ofertas da GOL também está associado às iniciativas do Estado em relação ao Plano de retomada do Turismo, principalmente os protocolos de Segurança sanitária.


(Foto: Divulgação)
Justiça dos EUA rejeita proposta de recuperação da LatamOferta para converter parte do empréstimo de US$ 2,4 bilhões em capital foi considerado inadequado pela corte

O plano de financiamento apresentado pela Latam Airlines foi rejeitado por um juiz de falências dos Estados Unidos, que viu na proposta um tratamento inadequado para os demais acionistas.

A empresa sul-americana, com sede no Chile, esperava converter parte do empréstimo de US$ 2,4 bilhões em capital, mas a oferta foi considerada ilegítima para a corte norte-americana. A negativa representa um forte revés para a empresa que busca liquidez de curto prazo.

A proposta apresentada previa um empréstimo de US$ 1,3 bilhão da Oaktree Capital Management, empresa de gerenciamento de ativos e um crédito conversível de US$ 900 milhões aportados por diversos acionistas da própria Latam, em especial a família Cueto, que controla o grupo, e da Qatar Airways. A empresa árabe já havia proposto a realizar um empréstimo emergencial para a Latam em meados de junho.

O maior entrave no plano da Latam é a situação dos demais credores, que inclusive chegaram a estruturar de forma independente um plano de financiamento junto ao banco de investimento Jefferies Group.

Para o juiz, a principal contestação é sobre a propriedade do empréstimo conversível, mas ainda assim, a decisão oficial deverá oferecer uma nova oportunidade de negociação, mas sem a possibilidade de converter parte do empréstimo em capital.

A Latam foi duramente afetada pela pandemia de covid-19, agravando a situação do grupo. O pedido de concordata foi realizado em maio, na ocasião tornando a empresa a maior do setor aéreo no mundo a entrar com um pedido de reestruturação nos Estados Unidos. Com informaçoes da Aero Magazine.


(Foto: O Globo)
RN deve ter melhor safra dos últimos nove anos em 2020Destaque para o cultivo do milho com 34,6 mil toneladas, e crescimento de 14,2% sobre o ano passado.

Em todo o Brasil, o agronegócio demonstra ser um dos poucos setores que vão crescer este ano em meio à pandemia do coronavírus.  No Rio Grande do Norte os resultados também são positivos. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apontam para um bom crescimento na produção de grãos. As projeções mostram que, em 2020, o RN deve colher 56,4 mil toneladas de grãos, a melhor safra dos últimos nove anos, com crescimento de 10,6% em relação a 2019. Destaque para o cultivo do milho com 34,6 mil toneladas, e crescimento de 14,2% sobre o ano passado. 

Autoridades e especialistas preveem crescimento expressivo do segmento, um dos mais importantes para a economia potiguar. De acordo com Guilherme Saldanha, titular da Secretaria de Estado da Agricultura, da Pecuária e da Pesca (Sape), o Rio Grande do Norte também deve se manter como o maior exportador de frutas do Brasil. Otimista, o secretário estima que a fruticultura arrecade cerca de US$ 160 milhões com exportações em 2020, batendo o recorde de US$ 152 milhões do ano passado.

“As projeções são as melhores possíveis. A fruticultura deve bater o recorde do ano passado quando nos tornamos os maiores exportadores do Brasil, mesmo com a pequena queda que ocorreu no primeiro semestre. Porque não é o semestre das nossas exportações. O grande volume das nossas exportações é no segundo semestre”, explica Saldanha. 

Ela afirma que o Estado, no campo da produção agrícola, está voltando ao patamar de anos como 2010 e 2011, que foram bons anos de inverno. “Isso prova que o Governo incentivando, com um bom programa de sementes, o agricultor volta a plantar, volta a produzir, garante sustento para ele”, diz o secretário de Agricultura.

Para o segundo semestre, a Sape também aposta na recuperação da carcinicultura, impulsionada pela reabertura gradual do comércio. Outra demonstração de força do agronegócio potiguar foi a retoma das exportações de camarão, antes paralisadas desde 2006. Com informações da Tribuna do Norte.


(Foto: Sebrae)
Bom inverno: RN tem 96,87% de área livre da secaNo mês passado, o Rio Grande do Norte já havia estabelecido a maior marca de área sem seca desde que o estudo foi iniciado

Mais uma vez o Rio Grande do Norte apresentou melhora em relação à seca. O recuo do fenômeno na Região Central Potiguar entre os meses de junho e julho fizeram com que o Estado atingisse 96,87% de seu território sem seca. O índice é o melhor da série histórica do Monitor de Secas, que foi iniciado em julho de 2014.

No mês passado, o Rio Grande do Norte já havia estabelecido a maior marca de área sem seca desde que o estudo foi iniciado, com 73,23%. As terras potiguares foram uma de quatro estados que apresentaram melhora na situação de seca no mês de julho.
As chuvas acima da média nos últimos meses explicam a extinção de área de seca em quase todo o Estado. De acordo com a última atualização do Monitor de Secas, as chuvas observadas em julho no Rio Grande do Norte foram dentro ou acima da média, principalmente na porção Leste.
Além de melhorar a situação da seca, as chuvas fizeram as reservas hídricas estaduais chegarem ao melhor patamar dos últimos oito anos, com o acúmulo de mais da metade da capacidade total. O maior reservatório do Estado, a Barragem Armando Ribeiro Gonçalves, comporta 63,33% do seu volume, segundo dados atualizados pelo Instituto de Gestão das Águas (Igarn), na última segunda (17).


(Foto: Emparn)
Azul lança nova empresa de aviação regionalA empresa mira elevar sua cobertura no País e quer atingir 200 cidades nos próximos anos

A Azul lançou, nesta terça-feira, 11, sua nova subsidiária para o mercado de voos regionais: a Azul Conecta. A cerimônia de lançamento, presencial, foi em Jundiaí e contou com a presença de profissionais e executivos da empresa e representantes do governo. Com o passo, a empresa mira elevar sua cobertura no País e quer atingir 200 cidades nos próximos anos.

A empresa é fruto da aquisição da TwoFlex, anunciada no início deste ano. Com atuação em 36 destinos no país, a Azul Conecta é composta por 17 aeronaves modelo Cesna Gran Caravan, um turboélice regional monomotor com capacidade para até nove assentos. Dos 17 aviões, três são exclusivamente cargueiros.

"Com essas aeronaves vamos transformar o Brasil mais uma vez. Vamos chegar a 200 destinos. Todo mundo está triste com o que esta acontecendo no mundo, mas isso vai acabar. Temos de olhar para frente e ajudar o Brasil a crescer", disse o presidente da Azul, John Rodgerson.

O executivo parabenizou ainda o governo por sua atuação para abrir o setor aéreo, trazendo oportunidades para as empresas.

O secretário Nacional de Aviação Civil (SAC) do Ministério da Infraestrutura, Ronei Saggioro Glanzmann, que também esteve em Jundiaí para o lançamento, destacou a importância de elevar a cobertura aérea no Brasil. "Chegar com esse tipo de aeronave é fundamental. Não temos aeroportos como Congonhas em todos os lugares do Brasil", disse, defendendo a demanda de passageiros por voos em municípios mais afastados.

 

"Nos acreditamos muito na aviação sub-regional. No atendimento das cidades que hoje a gente não conseguiria fazer com a frota que a gente tem. Caravan é um avião versátil. Essa versatilidade de frota ajuda muito a atender esses mercados menores", disse o vice-presidente Técnico-Operacional da Azul e diretor presidente da Azul Conecta, Flavio Costa.

Com a Conecta, o grupo cobre hoje 152 municípios. Entre as regiões que ele vê mais oportunidades estão a Norte e Centro-Oeste. "São regiões muito desabastecidas. Mas também há oportunidades em cidades pequenas no Sudeste e Sul", disse.


(Foto: Divulgação)
Armando Ribeiro Gonçalves aumenta volume de águaPrincipal açude do RN, e um dos maiores da região, acumula mais de 1,5 trilhão de litros de água

Açude Armando Ribeiro Gonçalves, principal do RN e um dos maiores da região Nordeste, tem grande recuperação de armazenagem de água devido as chuvas que têm caído nos últimos meses. O açude, localizado na bacia hidrográfica do rio Piranhas-Açu, maior do Rio Grande do Norte, acumula 64,67% (1,53 trilhão de litros) de sua capacidade (volume detectado em 23 de julho deste ano). Um ano antes o volume era de 31,33%. Diante desse novo aporte de água, em 24 de julho, a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) realizou videoconferência com os usuários de água do Armando Ribeiro Gonçalves, do açude Mendubim e dos rios Paraú e Açu para discutir e definir a alocação de água da região entre agosto de 2020 e julho de 2021.

Para o período da alocação, a média anual para captação direta no reservatório do grande açude será de 300 litros por segundo, enquanto a vazão liberada média a jusante (abaixo) do Armando Ribeiro Gonçalves para o rio Açu e o canal do Pataxó passará dos atuais 4700 l/s para 12.050 l/s, entre julho de 2020 e fevereiro de 2021, e para 6.050 l/s, entre março e junho de 2021.

As regras de uso da água foram definidas com base nos volumes estimados para o fim de junho deste ano, sendo que o armazenamento do Armando Ribeiro Gonçalves está no Estado hidrológico Amarelo. Com isso, os usos de água com outorga poderão acontecer entre 25% e 100% do permitido no Armando Ribeiro Gonçalves, reduzindo as restrições de uso que vinham ocorrendo na região entre 2012 e 2020 em função da forte seca. Além disso, a maior oferta de água permitirá o aumento das atividades econômicas na região – como agricultura, carcinicultura, indústria e abastecimento público de água –, contribuindo para o desenvolvimento do Rio Grande do Norte num contexto de pós-pandemia.

A alocação de água define regras de utilização de recursos hídricos com o objetivo de distribuí-los entre os usuários por um determinado período. Este processo conta com a participação do Poder Público, sociedade civil e usuários. No caso dessa videoconferência, o encontro virtual ocorreu em parceria com o Comitê da Bacia Hidrográfica dos Rios Piancó-Piranhas-Açu (CBH PPA) e com o Instituto de Gestão das Águas (IGARN).


Barragem Armando Ribeiro Gonçalves
Colapso: Justiça decreta falência da Avianca BrasilEmpresa que estava fora de operação desde maio de 2019 teve seu plano de recuperação considerado impossível de ser executado

Enfrentando sérias dificuldades financeiras mesmo antes da pandemia do novo coronavirus, a empresa de aviação Avianca Brasil teve nesta terça-feira (14) sua falência decretada pela Justiça de São Paulo. Com dívidas que ultrapassam a marca dos R$ 2,7 bilhões, a Avianca vinha tentando negociar com credores e colocar um plano de recuperação judicial em prática desde dezembro de 2018.

O plano, entretanto, não deu certo. Em sua decisão, o juiz da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo, Tiago Limongi, diz que o plano de recuperação judicial da Avianca tornou-se inexequível devido ao longo tempo inativo da empresa.

Com sérios problemas financeiros, a Avianca ainda não pagou os créditos trabalhistas, prioritários em um plano de recuperação judicial. O juiz deu sessenta dias para que a empresa liste e apresente seus ativos para o ressarcimento de dívidas trabalhistas e outros débitos. O problema é que seus credores desconfiam que a empresa não possui mais qualquer tipo de ativo.

O problema da Avianca não é único no complicado e sempre caro e difícil mercado da aviação. Mercado que cada vez fica mais difícil e quase, e aí, vou utilizar, um termo do juiz Limongi, inexequível. Antes da pandemia os aviões já faziam suas rotas espremendo os passageiros em um processo parecido com a da lata de sardinha e, mesmo assim, em regra, trabalhavam quase no vermelho.

Agora com a pandemia e a imposição necessária de novas práticas, os aviões terão que abrir mais espaços entre um passageiro e outro. O desafio  será conciliar receitas e despesas e ainda ter o necessário lucro para reinvestimento. O mercado de aviação civil caminha inexoravelmente para uma presença maior do Estado ou para se tornar adereço das gigantes da internet, empresas, estas sim, de trilhão de dólares.


Avião da Avianca em aeroporto (Foto: Melhores Destinos)
Latam: demanda por voos cai 95,2% em junhoA taxa de ocupação dos voos da companhia recuou 21,6 pontos porcentuais, para 61,4%

A Latam divulgou nesta sexta-feira suas prévias operacionais do mês de junho. Ontem, a Latam Brasil entrou com pedido de recuperação judicial (Chapter 11) nos Estados Unidos. Com o impacto da pandemia do novo coronavírus (covid-19), a demanda total (RPK) da aérea registrou forte queda de 95,2% em junho na comparação com igual período do ano anterior, enquanto a oferta de assentos (ASK) caiu 93,6%. A taxa de ocupação dos voos da companhia recuou 21,6 pontos porcentuais, para 61,4%.

No acumulado de 2020, a demanda total recuou 51% ante igual período do ano anterior, e a oferta encolheu 48,3%, com a taxa de ocupação em 79,4%, encolhendo 4,4 p.p. No Brasil, a demanda caiu 89,5% e a oferta diminuiu em 87,6% em junho no comparativo anual, com a taxa de ocupação ficando em 66,7%, apontando queda de 12 p.p.

No acumulado dos primeiros seis meses do ano, a demanda no Brasil caiu 39,3% ante igual período do ano anterior, e a oferta encolheu 38,2%, com a taxa de ocupação de 79,5%, apontando queda de 1,5 p.p.

O tráfego internacional de passageiros respondeu por aproximadamente 30% do movimento total do mês, acrescenta a aérea.

Nos voos internacionais, a demanda despencou 97,6% em junho no comparativo anual, enquanto a oferta de assentos caiu 96,2%, e a taxa de ocupação foi 54,6%, queda de 31,3 pontos porcentuais em relação a junho de 2019.

No acumulado do ano, a demanda no segmento internacional caiu 57,5% no mês passado, e a oferta encolheu 54,3%, com a taxa de ocupação de 79,6%, com queda de 6 p.p.


(Foto: Airway)
Governo realiza 1ª Exposição Agropecuária VirtualExpovirtual visa a comercialização de animais, máquinas e implementos agropecuários, além de transmitir palestras por meio de lives.

O Governo do Estado realiza deste sábado, 4, até o próximo dia 12, a 1ª Exposição Agropecuária Virtual do Rio Grande do Norte. Na abertura, esta manhã, a governadora Fátima Bezerra destacou que o evento é resultado de parceria da administração estadual através da Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Pesca (Sape) com o Sebrae/RN, com a Federação da Agricultura do RN (Faern) e com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e enfatizou que o RN está sendo pioneiro na realização da exposição agropecuária virtual.

"A pandemia exige criatividade e capacidade de nos reinventarmos, de adaptação às circunstâncias", disse a governadora para afirmar que o momento ainda é muito delicado e inspira cuidados. "Iniciamos a liberação das atividades econômicas de forma gradual, cuidadosa, mas as medidas de isolamento social e uso da máscara continuam extremamente necessárias. Devemos ficar em casa e só sair para atender necessidades essenciais. Cumprir os protocolos sanitários também é fundamental, inclusive pelos empresários, cada um fazendo o seu papel, respeitando religiosamente as regras do decreto para que possamos passar às demais fases do Plano de Retomada Gradual da Economia".

Fátima Bezerra disse que além da organização da exposição virtual e das ações dos vários órgãos no apoio às atividades agropecuárias como Sape, a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Rural e da Agricultura Familiar (Sedraf), Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), Empresa de Pesquisa Agropecuária (Emparn), Instituto de Defesa e Inspeção Agropecuária do RN (Idiarn), o Governo também atende o produtor através da Agência de Fomento (AGN) com a concessão de crédito. "Nosso Governo conta com pessoas qualificadas e compromissadas. Em tempo de pandemia continuamos apoiando e incentivando os produtores neste ato pioneiro da exposição virtual para superar momento tão difícil".

O vice-governador Antenor Roberto considerou a exposição virtual de grande significado para este momento de pandemia. "É uma nova experiência que o Governo realiza através da Secretaria de Estado da Agricultura e órgãos vinculados à produção agropecuária. Um desafio em apoio a um setor da economia responsável pela produção e abastecimento alimentar".

Para o secretário de Estado da Agricultura, Pecuária e Pesca, Guilherme Saldanha "a pandemia nos proporciona grandes desafios e, com o apoio e a decisão da governadora Fátima Bezerra, o Governo do RN decidiu encarar esta primeira exposição agropecuária virtual que chega para ficar".

O evento conta com exposição de 300 animais, entre bovinos, caprinos, ovinos e equinos, e terá todos os dias palestras virtuais sobre temas como silagem, palma, organização da produção de queijos. "O governo faz para os produtores. A gente tá aqui para incentivar, regularizar e apoiar os produtores do campo. Isso é compromisso e obrigação nossa e somos cobrados todo dia pela governadora", afirmou o secretário de agricultura.

A Empresa de pesquisa agropecuária do RN (Emparn) realiza leilões de animais selecionados geneticamente. O presidente da empresa, Rodrigo Maranhão explicou que todos podem participar através do site e do App Agrobatida que pode ser baixado nas lojas virtuais. "Esta iniciativa é para o agricultor, pecuarista e pequeno produtor. Baixem a plataforma Agrobatida e tenha acesso a comercialização e financiamentos".

Para José Álvares Vieira, presidente da Faern/Senar, a exposição virtual é um novo modelo de fazer negócios que vem para ficar promovendo a adaptação às novas ferramentas disponíveis. "Não tenho dúvidas que teremos sucesso e poderemos vir a ter todo um circuito de exposições virtuais, além das presenciais, para fazermos o RN cada vez mais forte", declarou. Ele pediu apoio à bancada de deputados federais e senadores para levar conectividade à área rural. "Alerto nossa bancada federal para tomar medidas que levem tecnologia para a área rural. Isso vai resultar em melhoria na qualificação e na renda para produtores".

O diretor técnico do Sebrae/RN, João Hélio considera que a iniciativa promove nova forma para desenvolver os negócios da agropecuária. "É uma ferramenta que chega para permitir a atividade rural e seu desenvolvimento, uma cadeia que favorece outros negócios e que é muito importante para o PIB do Estado. O Sebrae aprova a iniciativa e, inclusive, incentiva a criação de novos produtos para melhor adequação à nova realidade".


(Foto: O Globo)
Azul e Latam anunciam parceria em voos nacionaisAs companhias compartilharão programas de fidelidade

As companhias aéreas Azul e Latam anuncia acordos de compartilhamento de voos (codeshare) e de programas de fidelidade. A parceria é para a malha doméstica, com a possibilidade de acumular pontos no programa de fidelidade da escolha do passageiro. O acordo de codeshare inicialmente perfaz 50 rotas domésticas para Brasília (BSB), Belo Horizonte (CNF), Recife (REC), Porto Alegre (POA), Campinas (VCP), Curitiba (CWB) e São Paulo (GRU).

Conforme comunicado, os bilhetes estarão à venda nos próximos meses.

Os programas de fidelidade contam com 12 milhões de associados do TudoAzul e 37 milhões do Latam Pass.

"Nossa complementariedade de frota e de malha oferecerão aos clientes a mais ampla variedade de opções de viagem. Além disso, ambas as companhias aéreas têm uma história e paixão pelo atendimento ao cliente, e estamos ansiosos para mostrar isso juntos", disse John Rodgerson, CEO da Azul.

Por sua vez, Jerome Cadier, CEO da Latam Airlines Brasil, destacou o contexto da crise da covid-19. "Entendemos que a crise do COVID-19 exige respostas inovadoras para ajudar a impulsionar a economia da região e o anúncio de hoje faz parte de nossa contribuição para esse esforço. Com os valores compartilhados de atendimento ao cliente tanto da Azul quanto da LATAM e rotas complementares esperamos oferecer uma experiência líder do setor para clientes no Brasil."


(Foto: Montagem)
Desempenho da pequena indústria bate recorde negativoA retração foi sentida em todos os setores, com maior ênfase na transformação, com 17,7 pontos negativos e construção, queda de 15,7 pontos.

O Panorama da Pequena Indústria (PPI) mostra o impacto da pandemia de covid-19 no segmento. Os dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI) dão a dimensão da retração nas atividades, a situação financeira, os principais problemas, o nível de confiança e as perspectivas da pequena indústria.

Em março e abril, com duas quedas representativas, o Índice de Desempenho da Pequena Indústria registrou os dois menores índices da série histórica. Nos dois meses, as reduções foram de 13 pontos em março e 4,1 pontos em abril, quando o indicador ficou em 27,1 pontos numa escala de 0 a 100.

A retração foi sentida em todos os setores, com maior ênfase na transformação, com 17,7 pontos negativos e construção, queda de 15,7 pontos. Em menor escala aparece a extrativa, com uma redução de 6,9 pontos. Nesse cenário, a situação financeira das pequenas indústrias se deteriorou. O Índice de Situação Financeira da pequena empresa caiu 9,1 pontos, para 32 pontos. O valor é 4,4 pontos abaixo do registrado no 1º trimestre de 2019 e 5,2 pontos abaixo da média histórica do índice.

“A falta de demanda, resultado das restrições impostas ao comércio, do isolamento e da piora da confiança dos consumidores, assumiu a primeira posição no ranking de principais problemas enfrentados pelas pequenas empresas da indústria de transformação”, destaca o relatório técnico do PPI. “Como resultado da crise, nota-se, em todos os segmentos, aumento da importância da inadimplência dos clientes entre os principais problemas enfrentados pela pequena indústria. A falta de capital de giro também ganhou importância entre os principais problemas”, completa o documento.

O otimismo registrado no início do ano se deteriorou diante da pandemia de covid-19. Com quedas consecutivas em março (-3,4 pontos), abril (-25,2 pontos) e maio (-0,1 ponto), quando atingiu 34,8 pontos, o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) atingiu 34,8 pontos no último mês. “A falta de confiança contribui para a paralisação dos investimentos e dificulta a recuperação da atividade econômica”, explica o relatório técnico do PPI.

Quadro semelhante pode ser percebido no Índice de Perspectivas da pequena indústria, que recuou 22,2 pontos em abril na comparação com o mês anterior e ficou em 29,2 pontos, menor patamar da série histórica iniciada em novembro de 2013. Em maio, o índice registrou pequena melhora, de 2,5 pontos, para 31,7 pontos. O índice aponta que as perspectivas da pequena indústria seguem pessimistas, 13,7 pontos abaixo da média histórica.


(Foto: CNN Brasil)
Carros da Volvo estarão limitados a 180km/hA medida foi introduzida pela empresa de modo a reduzir o número de acidentes mortais.

AVolvo parece ter cumprido a promessa feita há um ano de introduzir um limite de velocidade nos seus novos veículos. Conta o Engadget que a empresa lançará uma funcionalidade de nome Care Key, que aplicará um limite de 180km/h aos veículos da marca.

Adicionalmente, esta funcionalidade permitirá aos condutores criar outros limites de velocidade, por exemplo caso um dos seus filhos esteja a começando a conduzir. A funcionalidade tem como objetivo reduzir o número de acidentes mortais causados por excesso de velocidade.

“A Volvo Cars acredita que tem uma obrigação de continuar a sua tradição de ser pioneira na discussão sobre deveres e obrigações das fabricantes de automóveis para agir de forma a salvar vidas, mesmo que isso signifique perder potenciais clientes”, pode ler no comunicado da empresa.


(Foto: Reuters)
Barragem Umari acumula 82,69% da sua capacidade totalAs reservas hídricas superficiais totais do Estado atualmente acumulam 2.223.779.352 m³, que correspondem a 50,81% da capacidade total do RN.

O Governo do Estado do Rio Grande do Norte, por meio do Instituto de Gestão das Águas do RN (Igarn), monitora os 47 reservatórios, com capacidade superior a 5 milhões de metros cúbicos, responsáveis pelo abastecimento das cidades potiguares. Segundo o Relatório do Volume dos Principais Reservatórios Estaduais, atualizado nesta segunda-feira (18), a barragem de Umari, localizada em Upanema, com capacidade para 292.813.650 m³, acumula 242.131.839 m³, correspondentes a 82,69%. No mesmo período de 2019, o reservatório estava com 122.053.354 m³, percentualmente, 41,68% do seu volume total.

As reservas hídricas superficiais totais do Estado atualmente acumulam 2.223.779.352 m³, que correspondem a 50,81% da capacidade total do RN, que é de 4.376.444.842 m³. No mesmo período do ano passado os reservatórios monitorados pelo Igarn represavam juntos 1.454.203.705 m³, percentualmente, 33,22%da capacidade total do RN.

 

A barragem Armando Ribeiro Gonçalves, maior reservatório do RN, com capacidade para 2,37 bilhões de metros cúbicos, acumula atualmente 1.357.909.162 m³, percentualmente, 57,22% do seu volume total. No mesmo período do mês de maio do ano passado o manancial estava com 822.632.000 m³, que representavam 34,28% da sua capacidade total.

Segunda maior represa do RN, Santa Cruz do Apodi acumula atualmente 216.129.330 m³, percentualmente, 36,04% da sua capacidade total que é de 599.712.000 m³. No mesmo período do ano passado o manancial estava com 152.933.733 m³, correspondentes a 25,50% do seu volume máximo.

Os reservatórios que permanecem com 100% da sua capacidade são: Riacho da Cruz II, localizado em Riacho da Cruz; Apanha Peixe, em Caraúbas; Encanto, no município de Encanto; Mendubim, em Assu e Beldroega, localizado em Paraú.

Outros reservatórios já sangraram nesta quadra invernosa do interior e continuam com níveis acima dos 90% das suas capacidades, casos de: Santana, localizado em Rafael Fernandes, com 99,83%; Passagem, em Rodolfo Fernandes, com 98,6%; Morcego, em Campo Grande, com 98,74%; Santo Antônio de Caraúbas, com 98,5%; Pataxó, em Ipanguaçu, com 99,39% e Dourado, em Currais Novos, com 98,78%.

Outros reservatórios já acumulam mais de 70% das suas capacidades, casos de: Marcelino Vieira, localizado no município de Marcelino Vieira, com 72,95% e Rodeador, em Umarizal, com 80,6% do seu volume máximo.

A barragem de Pau dos Ferros acumula atualmente 18.472.403 m³, correspondentes a 33,68% da sua capacidade total que é de 54.846.000 m³. No mesmo período de maio do ano passado o reservatório represava 785.996 m³, equivalentes a 1,43% da sua capacidade total.

O reservatório Marechal Dutra, também conhecido como Gargalheiras, em Acari, acumula atualmente 13.876.482 m³, equivalentes a 31,24% da sua capacidade total que é de 44.421.480 m³. No mesmo período do ano passado o manancial estava com 269.918 m³, percentualmente, 0,61% do seu volume total.

O açude Tourão, localizado em Patu, acumula atualmente 2.804.543 m³, que correspondem a 35,12% da sua capacidade total que é de 7.985.249 m³. No mesmo período do ano passado o manancial estava com 2.452.696 m³, percentualmente, 30,72% do seu volume máximo.

O açude Lucrécia, localizado no município de Lucrécia, acumula atualmente 9.768.328 m³, correspondentes a 39,46% da sua capacidade total que é de 24.754.574 m³. Em maio do ano passado o reservatório represava 3.421.961 m³, percentualmente, 13,82% do seu volume máximo.

Dos 47 reservatórios monitorados pelo Igarn, apenas 2 estão com níveis inferiores a 10% da sua capacidade, sendo, portanto, considerados em nível de alerta. São eles: Passagem das Traíras, que está em reforma e não pode acumular grande volume hídrico, com 1,23% do seu volume máximo e Esguicho, em Ouro Branco, com 1,8% da sua capacidade. Percentualmente o número representa 4,25% dos reservatórios monitorados.

Já os mananciais completamente secos também são 2, Inharé, localizado em Santa Cruz e Trairi, localizado em Tangará. Em termos percentuais o número representa 4,25% dos reservatórios monitorados.


(Foto: Reprodução)
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