×
Home
FocoNews
Clássico Rei
Carro e Campo
Mosaico
Fatos e Notas
Especial Foco
Acontece RN
RN em Foco
Espaço GEEK
Edições
Anuncie aqui
Fale conosco









#foco
news

Crise energética: Macapá tem novo apagão completoO senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) também usou as redes sociais para denunciar que o apagão voltou a 100%

Macapá registrou novo apagão completo na noite desta terça-feira (17), segundo informações da rede Amazônica, afiliada da TV Globo no Amapá.

O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) também usou as redes sociais para denunciar que o apagão voltou a 100%.

"Estamos novamente com APAGÃO TOTAL no Amapá. É URGENTE um esclarecimento das autoridades responsáveis sobre o que aconteceu neste momento", diz o texto publicado pelo congressista em rede social.

O ONS (Operador Nacional do Sistema) confirmou à TV Globo que houve uma ocorrência no Amapá nesta terça.

O estado ficou sem energia elétrica após incêndio em subestação de distribuição de energia elétrica. A queda do fornecimento de energia atingiu a capital, Macapá, e outros 13 dos 16 municípios do estado, onde vivem 782 mil pessoas -cerca de 90% da população estadual. Apenas Oiapoque, no extremo norte, e Laranjal do Jari, no extremo sul, não sofreram com a falta de eletricidade.

O governo criou um gabinete de crise para avaliar o problema.

A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) espera finalizar em um prazo de dez dias o relatório sobre as causas do apagão que atinge o estado do Amapá há duas semanas. Em seguida, promete aplicar penalidades aos responsáveis.

"Vamos atuar com todo rigor e responsabilidade, buscando a responsabilidade dos atores envolvidos. Não vamos apurar somente a causa da falta do serviço de energia no Amapá e apresentar as medidas corretivas, mas também vamos apurar responsabilidades e aplicar punições. Entendemos que essa situação é completamente inaceitável", disse o diretor-geral da Aneel, André Pepitone da Nóbrega.


(Foto: O Globo)
Disputa de primos: João Campos é eleito em RecifeAinda não foi divulgado o número de vítimas

O candidato João Campos (PSB) venceu o segundo turno das eleições em Recife (PE). Campos tem, até o momento, 56,24% dos votos e não pode mais ser alcançado. Marília Arraes (PT) tem 43,76% dos votos válidos. Com o resultado, a capital pernambucana continua com o PSB, partido do atual prefeito da cidade.

O candidato da coligação Frente Popular do Recife (MDB / Rede / PCdoB / Solidariedade / PROS / PV / Avante / Republicanos / PP / PDT / PSD / PSB), de 26 anos de idade, é engenheiro. Ele declarou bens no valor de R$ 242,7 mil.

Recifense, João Henrique de Andrade Lima Campos tem 27 anos e é deputado federal em primeira legislatura e vice-líder do PSB na Câmara dos Deputados. Ele tem um patrimônio declarado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de R$ 242.769,80.

Filho do ex-governador Eduardo Campos, João Campos se formou em engenharia civil pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), em 2016.


(Foto: Reuters)

Eleições 2020: PT fica sem nenhuma capital pela 1ª vezA notícia aprofunda a perda de relevância do partido nas eleições municipais

Com a derrota de Marília Arraes no Recife e João Coser em Vitória, o PT termina as eleições 2020 sem comandar, pela primeira vez na história, uma capital do País. A primeira vitória, em Fortaleza (CE), com Maria Luiza Fontenele, foi em 1985.

A notícia aprofunda a perda de relevância do partido nas eleições municipais. Até hoje, 2016 havia sido o pior pleito do PT na conquista de prefeituras.

A sigla do ex-presidente Lula passa por uma crise desde a Operação Lava Jato e o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, em 2016.


(Foto: Reuters)
Eleições 2020: Eduardo Paes derrota Crivella no RJPaes vai assumir em 1º de janeiro de 2021 o município numa situação distinta do que administrou por oito anos

O ex-prefeito Eduardo Paes (DEM), 51, venceu neste domingo (30) a disputa pela Prefeitura do Rio de Janeiro e volta a comandar a cidade que governou entre 2009 e 2016. Com 98,39% das urnas apuradas, ele obtinha 64% dos votos válidos contra 36% do atual prefeito Marcelo Crivella (Republicanos).

Paes vai assumir em 1º de janeiro de 2021 o município numa situação distinta do que administrou por oito anos, atualmente com baixa capacidade de investimento e sem uma Olimpíada para justificar o repasse volumoso de recursos federais.

O cenário fez com que o prefeito eleito vencesse tendo como principal mote de campanha melhorar a prestação de serviços, principalmente na saúde e transporte.

O ex-prefeito buscou ao longo da disputa contrapor sua gestão à de Crivella, mal avaliado pelos eleitores cariocas. O atual mandatário tentou apresentar a falta de recursos como razão para as falhas que apresentou nos últimos quatro anos, mas não convenceu a maioria dos eleitores.

A rejeição ao atual prefeito foi um dos principais fatores que levaram ao resultado das urnas. Paes acumulou "apoio crítico" da maior parte dos partidos derrotados no primeiro turno e era a opção da maioria dos eleitores dos postulantes que ficaram no primeiro turno, apontam as pesquisas de intenção de voto.

O movimento se deveu tanto à rejeição a Crivella como ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que o apoiou, sem sucesso. A derrota do atual prefeito é mais um mau resultado dos aliados do presidente, tendência já verificada no primeiro turno.

Crivella deixa a prefeitura no fim do ano ficando pela primeira vez desde 2003 sem mandato -até 2016, ele foi senador. Após três tentativas frustradas para chegar à prefeitura e duas ao governo do estado sob o peso da rejeição à Igreja Universal, o bispo licenciado deixa o cargo com uma imagem de mau gestor.


(Foto: Reuters)

Vitória de Covas é abertura do jogo eleitoral 2022O triunfo de Bruno Covas pode ser lido como um sinal auspicioso para as pretensões presidenciais do governador tucano João Doria (SP)

Como todo leigo candidato a enxadrista vê na minissérie "O Gambito da Rainha" (Netflix), a abertura de um jogo é a chave para a vitória ou a derrota no tabuleiro de xadrez.

O triunfo de Bruno Covas (PSDB) sobre Guilherme Boulos (PSOL) na disputa eleitoral em São Paulo pode ser lido como um sinal auspicioso para as pretensões presidenciais do governador tucano João Doria (SP) em 2022.

Paradoxalmente, é nesta vitória que reside o primeiro dos problemas que Doria irá enfrentar em sua caminhada para desafiar Jair Bolsonaro (sem partido) e outros daqui a dois anos.

Primeiro, às boas notícias para o tucano. A montagem da aliança eleitoral de 11 partidos em torno de Covas, um prefeito que tinha avaliação mediana e cresceu em termos de imagem pública após seu enfrentamento transparente do câncer e com o empenho no combate à pandemia, é obra de Doria.

A frente obedece a uma lógica que mira 2022. Doria entende que a tradição tucana de impor candidaturas no campo da centro-direita, que teve seu último suspiro no naufrágio presidencial de Geraldo Alckmin em 2018, está comprometida.

Assim, aposta desde o ano passado numa composição que dá mais peso aos aliados, DEM e MDB à frente, com o PSD e partidos do centrão como bônus eventual –a fidelidade do Republicanos de Celso Russomanno a Bolsonaro é, digamos, fluida.

Ao colocar o MDB na vice de Covas, contra a vontade do prefeito, Doria buscou sinalizar aos aliados seu compromisso com o acertado –ainda há muita desconfiança, entre líderes nacionais do DEM, sobre a promessa de apoiar o hoje vice democrata Rodrigo Garcia na campanha estadual em 2022.

A lembrança da acusação de Alckmin, que o chamou de traidor em público após a tentativa de se colocar como presidenciável já em 2018, pesa.

No arranjo, a próxima triangulação é a eleição do sucessor de Rodrigo Maia (DEM-RJ) na presidência da Câmara, em fevereiro. Se o democrata não der um jeitinho de concorrer de novo, o que é ilegal, as fichas vão para o canto da mesa de Baleia Rossi (MDB).


(Foto: O Globo)

Aprovação de Bolsonaro cai no período eleitoralO resultado aponta um desgaste na imagem do governo

O presidente Jair Bolsonaro perdeu apoio nas capitais durante o período de campanha eleitoral, segundo pesquisas Ibope. O Estadão comparou a avaliação do governo em 24 capitais, em levantamentos feitos desde outubro. O porcentual dos que consideram a administração de Bolsonaro ótima/boa variou negativamente em 19 cidades. Em sete a oscilação aparece dentro da margem de erro. Em outras 12, o resultado aponta um desgaste na imagem do governo.

A maior queda de popularidade do presidente ocorreu em João Pessoa - passou de 43% para 30%. Já o porcentual de pessoas que avaliam o governo como ruim/péssimo cresceu de 33% para 43% no mesmo período. A margem de erro das pesquisas é de quatro pontos.

Em Manaus, a aprovação de Bolsonaro caiu de 54% para 42%, enquanto a rejeição passou de 26% para 32% no período. Na capital amazonense, o presidente apostou em três candidatos - Coronel Menezes (Patriota), Capitão Alberto Neto (Republicanos) e Romero Reis (Novo) - nenhum deles chegou ao segundo turno da disputa.

O porcentual dos que consideram a gestão de Bolsonaro ótima/boa teve queda também em Belo Horizonte, Boa Vista, Campo Grande, Cuiabá, Curitiba, Goiânia, Porto Velho, Rio Branco, São Luís, São Paulo e Vitória.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


(Foto: O Globo)
Diego Maradona morre aos 60 anos na ArgentinaO presidente da Argentina, Alberto Fernández, decretou luto nacional de três dias.

O ex-jogador de futebol argentino Diego Armando Maradona morreu nesta quarta-feira (25/11), aos 60 anos.

O astro, campeão da Copa do Mundo de 1986 pela Argentina e considerado um dos maiores jogadores da história, teve uma parada cardiorrespiratória, segundo a imprensa local.

O presidente da Argentina, Alberto Fernández, decretou luto nacional de três dias.

Ícone de futebol

Nascido em uma favela de Buenos Aires, Maradona escapou da pobreza para se tornar um astro do futebol considerado por alguns maior até do que Pelé.

O argentino, que marcou 259 gols em 491 partidas, derrotou o rival brasileiro em uma votação para determinar o maior jogador do século 20, antes que a Fifa mudasse as regras de votação para que os