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JESUS CRISTO NASCEU EM CAICÓAtor potiguar Hemerson Moura é o vencedor do concurso para representar Cristo em espetáculo Pernambucano

O ator José Pimentel após atuar 40 anos representando Jesus Cristo na Paixão de Cristo de Recife, será substituído pelo caicoense Hemerson Moura, 33 anos, escolhido entre 27 candidatos. A produção do evento anunciou a substituição nesta terça-feira (12).

O potiguar atendeu aos requisitos do concurso por ter idade compatível, 1.70 de altura e ter participado de, no mínimo, três trabalhos. Hemerson vai ser bem remunerado pela atuação. A produção do evento procurou durante três meses o eventual substituto de José Pimentel, considerado patrimônio vivo de Pernambuco. O veterano ator afirmou que manterá a barba e os cabelos longos que durante décadas vincularam a sua imagem ao rosto de Cristo.

Hemerson Moura nasceu em Caicó; morou em Campina Grande e reside, hoje, em Jaboatão dos Guararapes. É ator desde 2002 e estudou Turismo na Facottur em Olinda. Sobre a escolha do seu nome para participar do Espetáculo Paixão de Cristo do Recife, o potiguar enfatiza sobre a honra em integrar tão grandioso evento, marco na cultura nordestina, ao tempo que revela o sentimento de muita responsabilidade ao assumir o protagonismo do papel de Cristo, ainda mais sendo dirigido pelo seu antecessor José Pimentel.

O consagrado espetáculo é, anualmente, assistido por milhares de pessoas há mais de vinte anos. Em 2018, acontecerá no Marco Zero, com uma estrutura que abrigará três plataformas de vinte metros cada, capazes de acolher nove cenários sem necessidade de deslocamentos.


CINE DRIVE-IN, À MODA ANTIGA, EM NATALSerá inaugurado hoje em Natal, com protocolos de segurança, o “Cine Drive in Natal”, revivendo os antigos drive-ins,

 

Será inaugurado hoje, às 17h30, no pátio da Arena das Dunas, o “Cine Drive in Natal”, revivendo os antigos drive-ins, lugares tradicionalmente charmosos onde podem-se aflorar o romantismo entre casais apaixonados. Estaremos revivendo épocas nostálgicas? Será que vai pegar esta moda como ocorreu nos anos 50, 60 e 70?

Os drive-ins viraram cenários de vários filmes que marcaram épocas, tais como “Grease”, de Randal Lleiser; “Lolita”, de Stanley Kubrick, “Vidas Sem Rumo”, de Francis Copola, entre outros. No filme “Grease”, há uma cena épica num drive-in, na qual Danny (John Travolta) tenta seduzir Sandy (Olivia Newton-John), que com raiva pela ousadia do moço, deixa-o sozinho no carro, dando início a um dos momentos cinematográficos mais memoráveis de todos os tempos, ao som da música “Drive in Movie Theaters”.

Agora, com a necessidade de se evitar aglomeração de pessoas em tempo de coronavírus, ressurge o “cinema drive-in”. Esta prática teve início numa fazenda de Nova Jersey (EUA), em 1933, vivendo seus apogeus no final dos anos 1950 e no início dos anos 1960.

A estreia em Natal do cine drive ocorrerá hoje, às 17h30, com o filme “O Menino e o Mundo”, de Alê Abreu, indicado ao Oscar 2016 na categoria animação. Na sequência, a gargalhada é certa com o filme “Minha Mãe é uma Peça 2” (20h); Será também noite da primeira sessão Goiamum Audiovisual (23h) com os curtas “Em Reforma”, de Diana Coelho; “O voo do Pássaro Multicor”, de Allan Cedrak; “Madrigal: Um Conto de Imagens por Palavras”, de Felipe Oliveira e Gustavo Alcântara; “Meu Tempo é Quando?”, de Rosália Figuerêso e Buca Dantas; “Dias Felizes”, de André Santos; e “Leningrado Linha 41”, de Dênia Cruz.

É importante esclarecermos sobre as seguintes informações:

·    O ingresso deve ser adquirido, de forma gratuita, com antecedência, pelo site sympla.com.br (as sessões de hoje estão esgotadas). Escolhe-se a sessão, realiza-se o cadastro e, por fim, recebe-se por email o voucher de acesso. Só é permitido adquirir 1 ingresso por sábado. No cadastro será registrada a placa do carro (com direito a 1 ingresso por sábado, porém com a permissão do veículo ser ocupado por 04 pessoas, incluindo o motorista. Criança e bebê de colo contam como passageiro), acesso limitado a apenas uma sessão;

·         Não serão permitidos motos, bicicletas e carros conversíveis com capotas abertas;

·         Os carros serão estacionados conforme ordem de entrada, não sendo permitido ao expectadores assistirem o filme fora do carro;

·         A ida ao banheiro deve ser solicitada via leitura de QR Code que consta na lixeirinha que se recebe na entrada do evento. Deve-se apontar a câmara do celular para o QR Code, clicar no link que aparecerá na tela. Em seguida, haverá um direcionamento para uma página da internet onde consta um botão “banheiros”, que serve para solicitar-se autorização. Ao sair do carro, o uso de máscara é sempre obrigatório;

·         Deve-se chegar uma hora antes do início do filme. Após o filme ser iniciado não será permitida a entrada ou saída de veículos, apenas em caso de urgência;

·         Haverá serviço de alimentos e bebidas à venda, através da leitura do QR Code que consta na lixeirinha que se recebe na entrada do evento, devendo ser seguidas as orientações ali constantes. Todo pedido é realizado de forma on-line, assim como o pagamento que deve ser feito via cartão de crédito, não sendo possível pagar com cartão de débito ou dinheiro;

·         Para falar com alguém da produção, basta ligar o pisque alerta do veículo que a equipe de apoio irá ao carro;

·         A entrega do kg de alimento a ser doado ocorrerá na entrada do evento;

·         O vouche de acesso pode ser apresentado pela tela do celular, por meio da leitura do QR Code;

·         A programação completa dos filmes que serão exibidos no mês de outubro (dias 10, 17, 24 e 31) está no @cinedriveinnatal

 


POTIGUAR VENCE SELEÇÃO PARA EXPOR EM LONDRESLuiza Fonseca, que desponta como uma das grandes vocações artísticas de nosso Estado, vai expor na Brick Lane Gallery.

A artista plástica Luiza Fonseca de Souza, 23 anos, recém-graduada em Design Gráfico pela UFRN, foi a grande vencedora da seleção, via voto popular, para expor na Galeria Brick Lane, em Londres. O processo de escolha ocorreu na página do Instagram da famosa galeria londrina, no qual participaram milhares de artistas de diversas partes do mundo, todos concorrendo a uma vaga, que terminou sendo ocupada pela brilhante artista potiguar.

Luiza Fonseca de Souza concorreu à disputada seleção apresentando a sua obra “Autorretrato”, pintura acrílica sobre tela, 20 cm x 20 cm, executada em maio de 2020, na qual compõe a imagem que a artista faz de si mesma se protegendo, de máscara vermelha, da pandemia do coronavírus.

A artista selecionada costuma abordar, nas suas criações, temas relacionados ao cotidiano, muitas vezes perfazendo o recurso da autobiografia. A sua arte é capaz de registrar a sua própria imagem, seja contemplando a janela do seu quarto ou sentada na cadeira de um ônibus.  E, nesse cenário anfêmero e criativo, ela retrata nas suas pinturas, personagens, ambientes e inspirações que fazem parte de sua vida, tais como: o seu pai, Espedito, assistindo vídeos no YouTube; o “origanista”,  seu irmão Arturo, sentado à mesa; a sua mãe fazendo crochê; Diadorim, a gatinha da sua avó; Obama, o passarinho do seu avô... Por sua vez, a tela de sua autoria “O caldo da sopa fria”, foi inspirada  na música “Ensacado”, de Cátia França; enquanto, a obra “Tatuagem”, feita de lápis de cor sobre papel, inspirou-se no filme do mesmo nome, nestes casos podemos dizer: arte inspirando arte.

De forma eclética, Luiza trabalha com pintura acrílica, guache, óleo, grafite, lápis de cor, aquarela, entre outros materiais. Neste momento, ela está finalizando uma série de sete pinturas sobre momentos apenas de si mesma (seguindo seu próprio processo interno de estar sozinha). Anteriormente, a artista, havia feito uma série sobre linhas de expressões da face (semblantes) que identificam emoções, tipo: ao receber o resultado de uma prova; ao perceber que pegou o ônibus errado; chegando para um encontro que pode ou não acontecer, etc...

Luiza Fonseca de Souza recebeu com surpresa a notícia de sua vitória, face à difícil concorrência enfrentada durante a seleção.  A jovem artista considera uma honra levar a arte potiguar à Europa, ao mesmo tempo em que obtém uma excelente chance de divulgar o seu trabalho. Vocacionada às artes, ela participou de um grupo de teatro amador formado por colegas do IFRN, onde estudou de 2011 a 2014, destacando-se a encenação da peça “O Beijo no Asfalto”, de Nelson Rodrigues.

A fantástica obra de arte de Luiza pode ser contemplada e adquirida através de sua loja virtual luizafs.iluria.com, ressaltando-se, entretanto, que a obra “Autorretrato”, vencedora na seleção da Galeria Brick Lane, já se encontra esgotada.


MÉDICO SERIDOENSE É CAMPEÃO DO MUNDOO médico cirurgião potiguar Flaubert Sena ganhou a medalha de ouro no DDW, o maior evento de endoscopia do mundo.

O médico cirurgião Flaubert Sena, nascido em Parelhas, residente em Currais Novos, anunciou, nas suas redes sociais, que recebeu  a Medalha de Ouro na Copa Mundial de Endoscopia, motivo de orgulho para todos os norte-rio-grandenses.

A terapia de endoscópica a vácuo modificada, desenvolvida pelo médico potiguar, e abraçada pela equipe médica da USP, ganhou o primeiro lugar na Copa do Mundo do DDW, o maior congresso da especialidade do mundo.

O médico cirurgião Flaubert Sena foi um dos responsáveis pelo processo de recuperação do presidente Jair Bolsonaro, em virtude de ter sido, à época, convocado pelo Hospital Albert Einstein para corrigir uma fístula, pequeno orifício em uma das três perfurações no intestino delgado, consequência de uma facada sofrida pelo paciente famoso, em 06 de setembro 2018, durante a sua campanha para presidente da República.

A técnica da terapia endoscópica a vácuo modificada tem a finalidade de minimizar os danos aos pacientes em complicações pós-operatórias por apresentarem fístulas, quadro que antes era tido como grave, e com alto índice de mortalidade.

O Digestive Disease Week (DDW) é o maior encontro mundial de médicos, pesquisadores e indústria nas áreas de gastroenterologia, hepatologia, endoscopia e cirurgia gastrointestinal, cuja última edição foi realizada antes do início da pandemia do coronavírus, porém a divulgação do prêmio máximo outorgado ao médico potiguar se deu nesta semana, conforme postagem nas redes sociais do agraciado. O evento reúne as mais avançadas técnicas de autorias dos mais consagrados profissionais da medicina mundial, porquanto a vitória do potiguar é fato da maior relevância.

O médico cirurgião Flaubert Sena, é casado com a senhora Helizziane Raisa,  e pai de três filhos. Concluiu o ensino médio na Escola Estadual Amancio Ramalho, em Parelhas; formou-se em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte.  Exerce a sua profissão na Clínica Humanitare, no Hospital Regional de Currais Novos e no Hospital Onofre Lopes.

Em razão da inversão de valores que se formou no decorrer do tempo em nosso país, certamente, não veremos o médico campeão do mundo em cima de um carro de bombeiro desfilando em via pública nem recebendo altas honrarias destinadas aos que realizam ações de valor em prol da nossa sociedade e de nosso país. No entanto, o seridoense Flaubert Sena merece receber o reconhecimento de todos aqueles que acreditam na ciência e na educação como fatores essenciais à evolução humana.


O PRIMEIRO BRASILEIRO A CRUZAR AS AMÉRICAS A CAVALOForam oito anos de jornadas e desafios vencidos pelo jornalista Filipe Masseti Leite

Filipe Masseti Leite, 33 anos, o primeiro brasileiro a cruzar as Américas a cavalo. O cavaleiro solitário enfrentou um urso pardo, dormiu na casa de um traficante sem saber, atravessou o Deserto de Chihuahua, no México, enfrentou 16º negativos na Pantagônia, estradas completamente vazias, rios, montanhas, neve, entre tantas aventuras, para completar, há poucos dias, a sua incrível  jornada de 30 km por dia a 4 km por hora, percorrendo 16 mil quilômetros.

Durante essa longa aventura, Filipe e seus dois cavalos passaram por inúmeros desafios e dificuldades, tudo sendo anotado e fotografado para compor o livro “Cavaleiro das Américas”, com edição da editora HarperCollins Brasil, cuja obra irá originar um filme e um documentário com previsão de lançamento para 2021.

O sonho de percorrer as Américas a cavalo vem desde criança quando o brasileiro escutava do pai a história quase mítica de um homem que cavalgou da Argentina até Nova York para provar que os crioulos são os cavalos mais resistentes do mundo. As cenas dessa odisseia eram narradas de geração em geração na família de Filipe até que, já adulto, ele descobriu o homem real por trás de seu herói: o professor suíço Aime Tschiffely, que realizou essa jornada na década de 1920. Inspirado pela ousadia dele, nunca se esqueceu do sonho de menino de fazer a sua própria expedição.

O primeiro par de botas usada na viagem está exposto no museu Bata Shoe Museum, em Toronto, no Canadá. Com a jornada, ele também já ajudou a arrecadar mais de 60 mil reais em doações para o Hospital de Câncer de Barretos, em que ele é voluntário.

Sobre Filipe Masette Leite, ele nasceu em Espírito Santo do Pinhal, interior paulista, é jornalista, escritor, palestrante, caubói e aventureiro. Formado em jornalismo pela Ryverson University de Toronto, ele já fez trabalhos para a TV Omni, a rádio CBC e Globo Internacional. 


arquivo pessoal
EU NÃO SOU RACISTA, MAS...Chega ao Brasil o livro “Não basta ser racista: Sejamos antirracistas” de Robin Diangelo, o mais vendido atualmente nos EUA

Eu não sou racista, mas... Essa simples composição de frase já demonstra que existe sim um viés racista em algum pensamento, mesmo que involuntário. Ainda mais quando quem diz essa frase é um branco, que teve em sua criação algum traço de racismo e que luta contra isso. Negação, silêncio, raiva, medo, culpa... essas são algumas das reações mais comuns quando se diz a uma pessoa que agiu, geralmente sem intenção, de modo racista. Mas mais do que negar ou se defender, é preciso entender suas atitudes e não apenas não ser racista, mas se tornar um antirracista.

Diante de tudo isso, e sabendo sobre a importância da companhia do livro neste momento de isolamento forçado, sugiro a leitura do livro “Não basta ser racista: Sejamos antirracistas” de Robin Diangelo. Trata-se de um dos livros mais polêmicos da atualidade e que está na lista dos mais vendidos do The New York Times. Nós já estamos lendo este livro, pois acaba de ser lançado no Brasil pela Faro Editorial. Vale a pena conferir!

A autora de “Não basta ser racista: Sejamos antirracistas” é professora universitária, consutora em justiça racial e social nos Estados Unidos. Neste livro, extrai-se um estudo do racismo e mostra como um sistema de autodefesa sustenta a ideia de uma superioridade branca.

Ser abertamente racista não é algo socialmente aceitável. Ninguém quer ser visto assim. Mas cada vez que se nega o racismo, impedimos que ele seja abordado, que nossos preconeitos sejam discutidos, e jogamos tudo de volta para debaixo do tapete. As reações de negação não servem apenas para silenciar quem sofre o preconceito, mas escondem um sentimento que a autora passou a chamar de fragilidade branca.

Robin Diangelo fez um experimento muito interessante: catalogou frases, palavras, sentimentos das pessoa que se veem sem qualquer preconceito e demonstrou que, no fundo, ele estava lá. E apresenta muitas histórias e depoimentos para comprovar isso. Sua proposta é de que comecemos todos a ouvir melhor o outro estabelecer conversas mais honestas e reagir a críticas com educação e abertura ao outro.

Não basta apenas sustentar visões progressistas, condenar os racistas tosco nas mídias sociais. A mudança começa conosco. É hora de todos os brancos assumirem sua responsabilidade e abandonares a ideia de superioridade. Ser antirracista é um passo além, proativo, na luta contra o racismo no mundo.


O PROFESSOR QUE SE TORNOU BILIONÁRIO COM O CORONAVÍRUSQual e quando estará disponível a primeira vacina contra o coronavírus?

Qual e quando estará disponível a primeira vacina contra o coronavírus? Esta é uma pergunta que se faz a todo o momento.

A primeira vacina a ser lançada para uso geral, tudo leva a crer, ocorrerá em setembro. São quatro vacinas com testes mais avançados, são elas: a VACINA NORTE-AMERICANA, a VACINA INGLESA, a VACINA ALEMÃ e a VACINA CHINESA.

Se há uma vacina mais próxima de obter o registro sanitário para o uso geral, diríamos que é a norte-americana, produzida em Havard pela empresa de biotecnologia “Moderna”.

À vista disto, o professor de biologia de Harvard, Timothy Springer, que está à frente dos estudos desta pioneira vacina tornou-se, do dia pra noite, bilionário. O cientista e empresário, simplesmente, já acresceu U$ 1 bilhão (um bilhão de dólares) no seu patrimônio, graças ao aumento épico das ações da “Moderna”, da qual ele é acionista.

Além da VACINA NORTE-AMERICANA, há outras três vacinas em testes com previsões para serem disponibilizadas, também, em setembro de 2020, são elas:

A VACINA INGLESA ChAdOx1 nCoV-19, desenvolvida na Universidade de Oxford em parceria com a farmacêutica Astra Zeneco, teve a sua primeira fase iniciada em abril. Agora o estágio de teste visa à eficácia e os efeitos secundários do produto. Os estudos recebem investimentos na ordem de 22 milhões de euros.

A VACINA ALEMÃ BNT 162, desenvolvida pela Biontech em parceria com a gigante farmacêutica Pfizer, está sendo testado por humanos, inicialmente em pessoas saudáveis e cobaias e, posteriormente, nas pessoas com risco maior da doença. Os estudos estão norteados objetivando pressa e eficiência de resultados, porquanto se presume que a conclusão dos trabalhos se dará breve.

A VACINA CHINESA permanece na fase de pesquisa por equipes dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças da China, Academia Militar de Ciências Médicas e pela empresa de biotecnologia Can Sino Bio. Os primeiros ensaios clínicos demonstraram capacidade de imunizar o vírus COV-2 em humanos. Aguardemos!

Para se chegar a uma vacina segura, as pesquisas passam por fases que são indispensáveis:

Fase um: feita em seres humanos para testar a segurança da vacina nestes organismos;

Fase dois: visa obter a resposta imunologia do organismo vacinado;

Fase três: fase de estudo na qual se verifica a aptidão para obtenção do registro sanitário;

Fase quatro: distribuição para a população.

Importante ainda ressaltar que no Brasil, a Fiocruz Minas e o Laboratório de Imunologia do Instituto do Coração (Incor) realizam testes avançados com vistas à elaboração de uma medicação eficiente para humanos contra a corona vírus.


NATALENSE DE RENOME MUNDIAL MORRE DE CORONAVÍRUSAbraham Palatnik, o gênio da arte cinética, morreu hoje no hospital Copa Star, em Copacabana, Rio de Janeiro.

 

O natalense Abraham Palatnik, o maior nome da arte cinética no mundo, morreu, na manhã deste sábado (9/5), aos 92 anos, no hospital Copa Star, em Copacabana, Rio de Janeiro, vítima do coronavírus. 

É um grande orgulho para todos os natalenses saber que as obras de arte de Palatnik ilustram vários museus de expressões no mundo, ao lado de outras realizadas por vultos internacionais. Exemplo disso é uma mostra especial denominada “Os cinéticos” no Museu de Arte Reina Sofia, um dos mais importantes museus de arte moderna da Espanha, ensejando Palatnik na condição de gênio ao percorrer campos limítrofes entre a arte e a tecnologia.

Palatnik nasceu em Natal, seguindo, na juventude para a Palestina onde estudou engenharia, e, mais tarde decidiu morar no Rio de Janeiro. É considerado o pioneiro da arte cinética, repercutindo na crítica internacional pela sua obra inovadora. O seu trabalho tem uma concepção exasperadamente revolucionária, no bom sentido da palavra. “A verdadeira arte do futuro”, conforme definiu, em 1951, o jornalista Mario Pedrosa.

O cinetismo rejeita a ideia da imobilidade na pintura e escultura, apresentando a obra como um objeto móvel. Nesse passo, Palatnik, com o rigor matemático em suas obras, representa a arte cinética brasileira de forma singular, realçando o seu efeito tridimensional e ilusório de criar.

A crítica Evelyn Muller manifesta admiração pelo dinamismo de Palatnik, ao comentar: “Ele inventou desde um novo jogo (misto de xadrez e damas) até um aparelho de descascar coco de babaçu sem ferir a amêndoa”.

Abrahan Palatnik, um sábio peregrino que saiu de Natal para mostrar ao mundo ser possível a comunhão entre arte e tecnologia, sabendo harmonizar o aperfeiçoamento conceptivo ao fascínio do movimento para gerar relevos extraordinários e objetos lúdicos.

O Rio Grande do Norte há de reverenciar eternamente a história de vida desse ilustre potiguar. O Mundo perde um grande artista, mas sua obra permanecerá.

 


Foto: Vicente de Mello
O “SAL DE QUININO” E O “ÁLCOOL EM GELApós 102 anos da epidemia da “gripe espanhola”, o natalense enfrenta agora o “coronavírus”

O “coronavírus” pode ser uma repetição da “gripe espanhola”, ocorrida em 1918, que matou cerca de 50 milhões de pessoas no mundo?

O quadro atual é muito triste, porém vivemos na era da informação, onde as pessoas são  rapidamente orientadas em torno de redes sociais de longo alcance, diferentemente do cenário de 1918.  

Em 1918, no auge da epidemia da “gripe espanhola”, mais de 4.500 pessoas morreram na Filadélfia simplesmente por participarem de um evento público com aglomeração. Esse episódio dificilmente se repetiria hoje com a gama de informações existente e as providências tomadas.

No entanto, se compararmos as situações ocorridas em 1918 com o cenário atual, certamente encontraremos alguns aspectos semelhantes.

Para sermos mais específico, vamos nos transportar para a cidade do Natal no momento da epidemia da “gripe espanhola”, em 1918. Os dados são extraídos da monografia: “A gripe espanhola em Natal: outubro a dezembro de 1918”, de autoria de Salomão Gomes de Medeiros, Curso de História da UFRN.

“Os natalenses tomaram conhecimento da ‘gripe espanhola’ em meados de outubro de 1918.” Naquele momento, o Governo Federal do Brasil pregava a falta de motivos para temores exagerados e medidas de isolamento, tratando a “gripe espanhola” como “mais uma gripe qualquer”. Com a evolução da epidemia, essa postura governamental foi se alterando.

Em Natal, o Dr. Januário Cicco fazia recomendações à população no enfrentamento da doença, enquanto receitava o uso de “sal de quinino” nas doses de 25 a 50 centigramas por dia (logo ocorreu aumento abusivo do preço desse produto, fato semelhante ao ocorrido agora com o álcool em gel).   

Apesar desses cuidados, “já no final do mês de outubro, começaram a repercutir de forma mais intensa casos de pessoas infectadas em nossa capital”.

A sociedade natalense, anteriormente desatenta à gravidade da “gripe espanhola”, passou a tomar medidas de contenção da epidemia: “as atividades das escolas, cinemas, igrejas, campos de futebol foram suspensas, enquanto os mercados da Cidade Alta e da Ribeira recebiam desinfecções diárias.” Surgia a obrigatoriedade do isolamento da população, chamada atualmente de “quarentena” (outra coincidência).

Os portadores da “gripe espanhola” em Natal foram atendidos nos postos de saúde instalados na Ribeira e Cidade Alta. Inicialmente as pessoas foram convocadas para vacinação contra varíola, supondo-se que a sua aplicação poderia ser estendida no combate a “gripe espanhola” (fato semelhante, quando se indica o uso de “hidroxicloroquina”, remédio para malária no combate ao “coronavírus”).

“Em Natal faleceram cerca de 187 pessoas numa população de 30 mil pessoas”. Aproximadamente 1/3 da população contraiu o vírus da “gripe espanhola”.

Segundo os médicos de 1918, o período de epidemia da gripe demorava exatamente seis semanas (será que podemos usar essa referência para o “coronavírus”?). Naquele instante, entretanto, o declínio da doença em Natal ocorreu a partir da oitava semana.

Diante disso, vejam que coincidências sutilmente são extraídas das duas situações, ambas graves e preocupantes. Afinal, a “gripe espanhola” não foi uma “gripe qualquer” como se achava na época. Que fique a lição para que, nos dias de hoje, sejam reduzidas as estatísticas e o tamanho da nossa dor!

Vamos fazer a nossa parte e ter muita fé em Deus! Tudo passará! A primavera chegará breve transformando as matas secas em verdes e floridas, onde a vida renascerá com o canto dos pássaros e a renovação dos sonhos.

 


NATALENSE ESTREIA AMANHÃ (11) NO NETFLIXO Reality show “The Circle Brasil” estreia amanhã (11) no Netflix com a presença do natalense Raphael Dumaresq

A Netflix lança amanhã (11) o reality show “The Circle Brasil” com oito participantes em busca do prêmio de R$ 450 mil. Há um natalense entre os competidores: Raphael Dumaresq, 24 anos, produtor cultural e colunista do portal Substantivo Plural.

Os participantes ficarão confinados no mesmo prédio, localizado na cidade de Londres, cada qual num apartamento exclusivo. Diferentemente do Big Brother Brasil, os competidores não têm contato físico entre si. Eles se comunicarão apenas usando seus perfis em um aplicativo especialmente projetado, dando-lhes a capacidade de se retratarem da maneira que escolherem.

Durante o programa, os competidores irão “classificar” uns aos outros em cinco. No final das classificações, suas pontuações médias são reveladas uma da outra, da maior para menor. Os dois jogadores mais bem classificados se tornarão “influenciadores”, enquanto os demais jogadores correrão o risco de serem “bloqueados” pelos “influenciadores. Jogadores bloqueados são eliminados do jogo, mas têm a oportunidade de conhecer um jogador que ainda está no jogo pessoalmente.

Durante a final, os competidores avaliam um ao outro uma última vez, onde o jogador mais bem classificado vence. Os espectadores também escolhem seu “campeão de espectadores” entre os finalistas. A apresentação do reality será de Giovanna Ewbank.

A lista dos participantes tem Marina Gregory (Rio de Janeiro – RJ); a modelo Ana Carla (Campina Grande – PB); a produtora Loma Lisboa (São Paulo – SP); produtor cultural Raphael Dumaresq (Natal – RN); digital influencer João Akel (São Paulo – SP); fiioterapeuta Loayne (Realeza – PR); youtuber Gabriel Moraes (São Paulo – SP); e o bombeiro militar JP Gadelha (Recife – PE)

“The Circle Brasil” é produzido pelo Studio Lambert e Motion Content Group, lançado na Netflix. O programa se apresenta como um jogo baseado nas mídias sociais, com o conceito de que “qualquer um pode ser alguém no The Circle”.

Vamos torcer pelo potiguar Raphael Dumaresq!


“RODA DE SAMBA DAS MOÇAS” É ATRAÇÃO DESTE DOMINGO EM NATALUm grupo musical formado somente por mulheres animará os domingos de fevereiro em Natal

 

Quem tiver interesse em participar de um evento alto-astral, com boa música, gastronomia especial, num lugar aconchegante, aconselhamos comparecer, hoje(02/02), a partir das 17h00, na  “Roda de Samba das Moças”, que acontece no “Mormaço”, Rua Historiador Tobias Monteiro, 2014, Lagoa Nova, por trás do Correio de Nova Descoberta. Entrada gratuita. O evento se repetirá nos dias 09/02 e 16/02.

A “Roda de Samba das Moças” é um grupo musical formado por alunas e professores do “Projeto Samba Pras Moças”, criado em 2016 para estimular mulheres a cantar e tocar samba em Natal/RN. A idealização do projeto foi da cantora Andiara Freitas, utilizando repertório que prestigia a mulher cantora e compositora de samba como Dona Ivone Lara, Clara Nunes, Beth Carvalho etc.

Inicialmente o “Projeto Sambas Pras Moças” foi executado em formato de festival com a realização de duas edições com a participação das cantoras Riá Oliveira (PE), Helo Nascimento (PB), Renata Paiva (RN), Selma do Samba (PE) e da própria Andiara Freitas (RN), com uma base de músicos masculina que levou a uma reflexão sobre a participação da sambista mulher também como musicista.

Em 2019 foi criada a primeira turma de samba de roda para oferecer aulas coletivas de canto, violão, cavaquinho e percussão a mulheres que tivessem ou não experiência. As cantoras Andiara Freitas e Silvana Martins, além dos músicos Pedro Paulo (violão e cavaquinho) e Toninho Melé (percussão), são responsáveis pelo aprendizado.  

Cabe ressaltar que a “Roda de Samba das Moças” é atração confirmada na programação do bloco “Só Tem Artista” de 2020, e fará o aquecimento com samba e marchinhas, recebendo uma cantora convidada por domingo, começando com Damiana Chaves, depois Silvana Martins e Hélia Braga, respectivamente, que dividirão a interpretação com as alunas e professores do “Projeto Samba Pras Moças”.

O set list do bloco “Só Tem Artista”, criado em 2017 por Andiara Freitas e seu marido, arquiteto César Henrique,  conta ainda com a participação da Orquestra Raízes do Frevo que se apresentará no desfile do dia 16 de fevereiro. Imperdível! 

 


Foto: Matheus Campos
O MUNDO SILVESTRE DO POTIGUAR WAGNER WILLIAN É DESTAQUE NACIONALWagner Willian, natalense, lança a sua nova obra “Silvestre”, já incluída na lista dos melhores quadrinhos do Brasil

Artistas e escritores potiguares têm vencido, nos últimos anos, conceituados e concorridos prêmios nacionais. Nesse rol está o quadrinista e ilustrador Wagner Willian, um dos vencedores do “Prêmio Jabuti” - 2015, categoria “melhor ilustração” com o livro Lobisomem sem Barba, pela Balão Editorial.

O potiguar, residente em São Paulo, lançou recentemente a sua nova obra, imersiva e reflexiva, denominada “Silvestre”, ingressando para o time  de grandes autores da DarkSide Books, já aparecendo na lista dos melhores quadrinhos do Brasil pela mídia especializada.

“Silvestre” revela a jornada de um velho caçador que atravessa e dialoga com lendas sobre divindades extintas, mergulhando na relação entre o homem e a natureza, e o respeito sobre o que a terra pode nos dar e o que somos capazes de oferecer. No isolamento de sua cabana, ele assa uma torta. Seu aroma cruza a memória, as paredes, a floresta, atraindo animais silvestres e criaturas fantasmas em um grande resgate ao convívio humano, digno de uma celebração selvagem e ritualística.

A história contempla esse caçador que caminha pela floresta buscando se encontrar ao mesmo tempo em que procura encontrar uma presa. A história é dividida em três capítulos: “Segue um Rastro de um Raro Animal”, “A Celebração” e “O Apressado Come Cru”.

“Quando voltei a seguir este raro animal, a maneira como o concebia havia mudado, o mundo a minha volta também. Foi preciso encarar sua narrativa como um caderno de viagens ou skethbook para gravar seu rastro e a animalidade em volta sem perdê-los de vista, usando do lápis, do nanquim, do óleo, do óxido de ferro, o diabo que fosse, para tentar compreender sua forma”, diz Wagner Willian.

Wagner Willian nasceu em 1978, na capital potiguar. Em 2006 demitiu-se da livraria onde trabalhava para realizar sua primeira exposição individual de pintura. Em seguida, participou de várias exposições, ingressando em diversos segmentos das artes visuais: rotoscopia, escultura, ilustração de livros infantis e embalagens publicitárias. É considerado pela crítica especializada, atualmente,  “gênio quadrinista nacional”.


Foto: Jaq Morais
PIANISTA FENÔMENO E DOCUMENTÁRIO NA ESCOLA DE MÚSICA DA UFRNA Escola de Música da UFRN apresenta recital de Isadora Rezende e documentário de Carito Cavalcanti

A Escola de Música da UFRN apresenta, hoje e amanhã, a partir das 19h00, o recital da pianista considerada fenômeno Isadora Rezende homenageando Oriano de Almeida, além do lançamento do documentário “Quando As Nuvens Eram Nossas”, de autoria do cineasta Carito Cavalcanti. Serão duas noites em homenagem ao pianista Oriano de Almeida, com entrada gratuita.

Oriano de Almeida nasceu em Belém, mas logo sua família transferiu-se para a cidade de Natal, Rio Grande do Norte. Nesta cidade, estudou com seu tio Waldemar de Almeida. Sguiu depois para o Rio de Janeiro, onde estudou com Madalena Tagliaferro.

O fantástico músico e compositor ganhou o Prêmio Chopin, seguindo depois para Varsóvia, onde representou o Brasil em festivais, sendo premiado. Apresentou-se na Europa e nos Estados Unidos. Gravou seu primeiro disco, em 1958, interpretando de sua autoria “Valsa de Paris” e “Canção de Lilian”.

“Quando As Nuvens Eram Nossas” é um documentário sobre o pianista Oriano de Almeida com direção, roteiro e fotografia de Carito Cavacanti (Praieira Filmes).

O filme é um curta-metrgem (23 minutos) que traz recortes da vida e obra do artista. Traz depoimentos de pessoas relacionadas a ele, como do historiador Claudio Galvão, autor do livro “O Céu Era o Limite”.

O documentário resgata a memória biográfica de Oriano e busca transcender ao que está escrito em livros, valorizando a tradição oral, trazendo também muitas imagens de arquivo. Além de Claudio Galvão, o filme tem ainda participação de Diógenes da Cunha Lima (presidente da Academia Norte Rio-Grandense de Letras), Marluze Romano e Luiza Maria Dantas (pianistas e alunas de Oriano), Danilo Guainais (músico, compositor e professor da EMUFRN), Guilherme Rodrigues (pianista e professor da EMUFRN), e de Isadora Rezende, que conduz as entrevistas.

O filme também faz um paralelo entre Oriano e Isadora. Durante vários meses Carito Cavalcanti acompanhou Isadora Rezende nessa busca sobre a história de Oriano de Almeida, cuja pesquisa foi coordenada por Fernanda Ferreira – mãe de Isadora e produtora do “Projeto Isadora Rezende”.

A pianista Isadora Rezende iniciou na música através do Curso de iniciação Artítica na UFRN. Aos seis anos passou a estudar piano com a professora Regiane Yamaguchi. Fez seu primeiro recital solo aos sete anos.

Em 2015, alcançou a primeira colocação em sua categoria no concurso Steinway-Caio Pagano, realizado pela USP – Ribeirão Preto. Por sua vez, em 2018, obteve a primeira colocação em sua categoria no concurso Souza Lima (SP).

Em 2019, foi solista do concerto “Com amor, Mozart”, executando o exigente concerto em ré menor de Mozart. E foi solista convidada no segundo concerto da temporada oficial da Filarmônica UFRN, executando o mesmo concerto. Isadora é aluna da classe de piano do professor Guilherme Rodrigues, na UFRN.


Isadora Rezende (Foto: Portal No Ar)
POTIGUAR DE UMARIZAL VOLTA AO RN APÓS FICAR MILIONÁRIOMadson Moura retorna ao Estado após vencer a maior competição de poker da América Latina

 

O potiguar Madson Moura, nascido em Umarizal, residente em Mossoró, retornou neste domingo ao Rio Grande do Norte, carregando na bagagem R$ 1.500.000,00 (um milhão e quinhentos mil reais) por ter vencido o maior prêmio de poker da América Latina, o BSOP Millions, realizado no período de 26 de novembro a 05 de dezembro, no Golden Hall do Sheraton de São Paulo.

Madson Moura tem um histórico de vida repleto de dificuldades financeiras. Ele efetuou a sua inscrição no torneio e pagou a passagem de avião só de ida para São Paulo, graças à ajuda proporcionada pelo seu irmão Júnior e pelo seu patrão Fabinho Porcino.

Quem conhece Madson identifica um ser dotado de humildade e vontade de vencer. Começou a trabalhar aos 8 anos, cuidando de animais num sítio na zona rural de Umarizal para ajudar nas despesas da casa. Por isso deixou de estudar, sendo alfabetizado recentemente.

O novo milionário potiguar aprendeu a jogar poker em Mossoró, nos momentos de lazer com os amigos. Logo se interessou pelas cartas ao perceber que tinha um talento diferenciado na condução do jogo, especialmente habilidade, estratégia e paciência, porém jamais imaginou que ganharia tanto dinheiro numa competição internacional, concorrendo com gigantes do poker.

“Quando eu me dediquei, vi que o poker não era sorte, tinha que ter estudo, mas eu era analfabeto. Então procurei estudar e aprender as letras”, disse Madson.

Diante dessa façanha fica marcada a coragem desse potiguar de viajar sem a garantia do retorna à sua terra, face o improvável sucesso e o nível de concorrência a ser enfrentado. Madson dedicou a surpreendente vitória à sua mãe que o criou com muito sarifício, reconhecendo nela força e dedicação para o sustento da família.

O jogo final do torneio foi disputado entre Madson e Diego Beirigo, sendo vencido pelo potiguar com as cartas “ás de ouro e dama de ouro”, enquanto o adversário apresentou as cartas “cinco de ouro e cinco de copas”. O Brasilian Series Of Poker – BSOP, alcançou o recorde de 3.866 inscritos, e com esta marca obtém o status de segundo maior torneio de poker do mundo.  

 


MALAQUITAS FICA PERTO DE MOSSORÓA novela “Amor de Mãe”, nova atração da Rede Globo, cria cidade que não existe chamada Malaquitas, perto de Mossoró

A novela “Amor de Mãe”, nova atração das 21h, da Rede Globo de Televisão apresenta um enredo raro de acontecer: a protagonista Lurdes, interpretada pela atriz Regina Casé, é uma mulher acima de 60 anos, nordestina e pobre, nascida numa cidade que não existe na vida real, chamada “Malaquitas”, localizada perto de Mossoró, no Rio Grande do Norte.

Por sua vez, a atriz Lucy Alves (cantora paraibana que carrega nos shows a sua sanfona ou o seu fole de oito baixos) interpreta a fase jovem da personagem Lurdes, justamente na cidade de “Malaquitas”, perto de Mossoró. A participação de Lucy é curta, pois Regina Casé segue dando vida a Lourdes de forma magistral.

Não encontramos, após pesquisas, nenhuma cidade no Brasil com o nome de “Malaquitas”, presumindo-se que esse topônimo foi criado especialmente para ilustrar a narrativa. De verdade, malaquitas são cristais de cor verde, encontrados principalmente na África. São consideradas pedras da nova era de aquário, momento de evolução espiritual no mundo. As malaquitas são aproveitadas em lindas joias com a tradição de purificar a energia e trazer proteção.

A novela tem tudo para emocionar o Brasil, a partir da trajetória de Lurdes que sai de “Malaquitas”, no oeste potiguar, para o Rio de Janeiro, carregando consigo três filhos e, nesse percurso, adota um bebê recém-nascido abandonado. Então, Lurdes consegue criar seus quatro filhos trabalhando como doméstica e babá na cidade maravilhosa.

A intenção da autora da novela, Manuela Dias, é desenvolver um texto dramático e realista, com narrativa urbana e atualizada, contrapondo com os enredos tradicionais contemporâneos apresentados ultimamente. Nesse contexto, Regina Casé, Adriana Esteves e Taís Araújo protagonizam cenas reverberando a força e a emoção da mulher brasileira.

Fica evidente a intenção autoral na concepção da trama em horário nobre de levar à discussão a temática da luta da mulher pela representatividade negra através da negação à submissão da sociedade. Mulheres negras terão posições de destaque na vida profissional e cultural no cotidiano da novela. Vale a pena assistir!


Globo/divulgação
Livro "Nísia Floresta Presente" lançado no Teatro RiachueloA escritora e pós-doutora Constância Lima Duarte lança obra biográfica sobre Nísia Floresta

 

O livro “#NísiaFlorestaPresente, uma brasileira ilustre”, de autoria da escritora e pesquisadora Constância Lima Duarte, será lançado hoje (04/11), às 19h00, no foyer do Teatro Riachuelo.

Feminismo, resgate histórico, educação, luta, esquecimento, busca, encontro. O título do livro faz referência à socióloga e política Marielle Franco, assassinada a tiros em 2018, durante um atentado ao carro onde estava, no Centro do Rio de Janeiro, ao mesmo tempo busca resgatar a importância de não deixar a história de Nísia Floresta desaparecer.

“Ela estava entrando no processo de memoricídio, corríamos o risco de em breve mal sabermos o básico sobre ela. Aqui destaco que um dos agravantes é que especialmente a história das mulheres foi apagada ao esquecimento. Não sabemos quem foram as mulheres pioneiras no Brasil. A história das mulheres ficou no limbo”, alerta Constância.

Defensora de ideias abolicionistas, republicanos e principalmente feministas, de consciência antecipadora para sua época, Nísia Floresta influenciou a prática educacional brasileira, rompendo limites no lugar social destinado à mulher. Capaz de estabelecer um diálogo entre ideias europeias e o contexto brasileiro no qual viveu, dedicou obras e ensinos sobre a condição feminina e foi considerada pioneira do feminismo no Brasil, além de denunciar injustiças contra escravos e indígenas brasileiros.

“#NísiaFlorestaPresente, uma brasileira ilustre”, é obra biográfica que segue a cronologia dos passos da personagem principal e começa falando da importância de se conhecer Nísia Floresta.

 A autora morou em Natal por 20 anos, período em que foi professora da UFRN. É ainda pós-doutora pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRN).

O lançamento da obra é a culminância do projeto “Nísia Floresta: uma mulher à frente do seu tempo”, produzido por Mariana Hardi e viabilizado por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura Djalma Maranhão da Prefeitura Municipal de Natal, com patrocínio do cemitério e crematório Morada da Paz.

O projeto contempla não só a produção do livro como também a distribuição gratuita e consciente dos exemplares que serão entregues gratuitamente nos eventos de lançamento e para escolas públicas, bibliotecas e outras entidades.

Outro detalhe é que a iniciativa conta com uma equipe composta quase que totalmente por mulheres: coordenação de produção por Mariana Hardi; escritora Constância Lima Duarte; revisora Andreia Braz; projeto gráfico e diagramação por Amanda Duarte e Milla Azevedo; assistente de produção Luiza Oest; assessoria de imprensa por Marina Lino e Mariana Pinto; fotografia por Larissa Marinho; vídeo por Luana Tayse; assistente administrativa Jeane Ataíde; entre outras.

 


Foto: Izabel Chumbinho
MENINO NO BALANÇO E A BARBIE GOLD LABEL Pesquisa do IPDC-Fecomércio RN aponta tendências sobre consumo de presentes no Dia da Criança em Natal e Mossoró

Nesses últimos dias saiu uma pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio – IPDC – Fecomércio sobre intenções de compras para o Dia das Crianças 2019, em Natal e em Mossoró, veiculada na Rádio Fecomércio RN, em 10 de outubro de 2019 e no Blog do BG, em 08 de outubro de 2019; publicada no Jornal Tribuna do Norte, edição de 08 de outubro de 2019, entre outros meios de comunicação.

 

O IPDC é uma referência em pesquisa ligada ao Sistema Fecomércio RN, entidade que comemora 70 anos de existência prestando relevantes atividades nas áreas da educação, saúde, cultura, lazer, assistência e promoção da educação profissional.

 

O resultado da pesquisa mostra sem surpresas que os tipos de presentes para crianças mais procurados, em Natal e Mossoró, deverão ser os brinquedos. O gasto médio do consumidor natalense deve ser de R$ 132,21, 6,4% maior do que em 2018, enquanto o gasto médio do mossoroense deve ser de R$ 121,53,  5,5% maior do que em 2018.

 

No entanto, há um referencial que chama atenção: em Natal, o perfil dos consumidores que vão comprar presentes é, em sua maioria, de homens (65,4%), com idade entre 35 e 44 anos (76,1%) e com renda familiar acima de dez salários mínimos (72%).

 

Essa pesquisa objetiva apontar tendências do mercado e contribuir para definições de estratégias de vendas. Porém, há de ser feita uma reflexão com conotação social referente ao específico que indica renda familiar acima de R$ 9.980,00 para 72% dos consumidores que vão comprar presentes neste Dia da Criança em Natal. Tal avaliação permite constatar que a grande maioria dos pais das crianças pobres não terá a alegria de presentear seus filhos.

 

De acordo com a escritora Cecília Meireles “entristece profundamente os pais quando veem os filhos inteiramente satisfeitos com brinquedos que lhes parecem desprezíveis: bonecos de trapos, carrinhos feitos com latas de biscoitos, casas de caixas de papelão, vestidos compridos, arranjados com panos velhos (ou novos... ah! Os lindos retalhos da mamãe!), bandeira de papel, coladas com sabão, colares de botão, anéis de fio de linha, e outras coisas desse gênero."

 

E, transportando-se para uma realidade cotidiana, Cecília Meireles conclui: “Pobres crianças agora driblam balas perdidas para brincarem com esses velhos brinquedos, justamente nos locais sem cidadania, lugares onde dizem não haver infância. Vejam que contraditório! Muitas vezes, ali, fazem piões com madeiras duras pondo um pedaço de ferro como pontas e engendram balanços rústicos para pendurar nas árvores que dão sombras."

 

Esse indicador específico que aponta as famílias pobres ausentes na atividade de consumo de presentes no Dia das Crianças pode ser visto como algo esperado, mas ao ponderarmos a sua repercussão no campo do desenvolvimento humano descortina-se um estado latente de disparidades sociais e extrema concentração de renda que permanecem atingindo milhares de brasileiros, inclusive os natalenses.

 

Enquanto muitas crianças passarão o Dia das Crianças bem vestidas, brincando com o mercedes benz 12 volts ou com a barbie gold label, as “pobres crianças”, sem esperanças, terão essa mesma realidade apenas em sonhos.

 

Essas reflexões com base em dados de pesquisa idônea nos leva a deduzir que buscar transformar o mundo num lugar melhor para todas as crianças, com qualidade de vida, é o dever de cada um e de todos. As crianças merecem sorrir e esse gesto ou expressão representa a aproximação mais concreta com Deus.

 

O jornalista Fernando Sabino conta sobre um episódio que assistiu num modesto botequim da Gávea, onde um pai comemorava o aniversário da filha - laço na cabeça, toda arrumadinha no vestido pobre -, oferecendo-lhe apenas uma pequena fatia de um bolo simples, triangular, amarelo-escuro, com três velas espetadas caprichosamente, e uma garrafa de Coca-Cola.  Depois da celebração, o pai comoventemente se abre num sorriso de genuína felicidade. Diante disso, Sabino arremata: “Assim eu queria minha última crônica: que fosse pura como esse sorriso".

 

Verificamos que esse cenário é fruto das alternâncias desacertadas nos cursos e aplicações de políticas públicas: em alguns momentos priorizando ações redutoras de desigualdades com finalidades eleitoreiras, em outros momentos provocando acumulação de capital e patrimônio privado. Nesse pingue-pongue de conceitos equivocados, sobejam as lágrimas nos olhos dos “pobres pais” e a ausência dos sorrisos nos rostos das “pobres crianças”.

 

A solução passa em conciliar desenvolvimento econômico e justiça social por meio de programas sérios que reduzam desigualdades, investimentos públicos destinados à geração de emprego, oferta de educação universal de qualidade e uma tributação mais simples e justa.

 

A coleta de dados da pesquisa em referência ocorreu entre os dias 30 de agosto e 03 de setembro de 2019, "utilizando-se o método quantitativo de pesquisa, através de realização de entrevistas pessoais com aplicação de questionário estruturado e padronizado junto a uma amostra representativa da população pesquisada" (relatório publicado no site oficial do IPDC Fecomércio RN). 

 

As pesquisas formuladas pelo IPDC Fecomércio RN, criadas em 2009 na gestão do presidente Marcelo Fernandes de Queiroz, são fundamentais à gestão empresarial, especialmente no comércio, com repercussão favorável numa sociedade tão dinâmica quanto a que vivemos.

 

A pesquisa completa está na página fecomerciorn.com.br/pesquisas/


Matéria realizada, em 12 de outubro de 2019, por Miguel Dantas; Foto: Vitor Araújo Silva (Concurso Canon 2017)
SAMARA ALVES E JÚNIOR GROOVADOR JUNTOS, HOJE, NO NATAL SHOPPINGEsses dois potiguares que brilham no atual cenário musical do Brasil se apresentam em evento gratuito

Dois potiguares estão brilhando atualmente no cenário musical do Brasil: Júnior Groovador, músico que se apresentou no palco principal do “Rock in Rio 2019” e Samara Alves, a grande sensação da edição “The Voice Brasil – 2019”.

 

Esses dois grandes e surpreendentes artistas apresentar-se-ão, juntos, hoje (04/10), às 19h00, no Natal Shopping. O evento – IMPERDÍVEL - é gratuito e, com certeza, será prestigiado por grande número de potiguares. Esses valorosos artistas merecem nossos aplausos por terem elevado o nome do Nosso Estado.

 

Júnior Groovador tornou-se um fenômeno nas redes sociais ao combinar o forró com o rock nos sons do seu baixo elétrico, especialmente quando interpretou a música “Smells Like Teen Sppirit”, do Nirvana, numa versão forró.

 

A ideia desse potiguar de miscigenar forró com rock chamou  atenção do astro do rock Jack Black que convidou o nosso irreverente músico para tocar com a banda Tenacious D, no Palco Mundo do “Rock in Rio – 2019”, resultando em matérias especiais no “Fantástico” e no “Programa de Fátima Bernardes”, Rede Globo.

 

Seu nome de batismo: José Edilson Firmino Silva Júnior; idade: 35 anos; pai de Sofia (10 anos); profissão: vigilante. Trata-se de um trabalhador do cotidiano, aquele que pega ônibus cheio e sonha com a casa própria. Porém, a vida traz surpresas: José Edilson agora é Júnior Groovador, com 112 mil seguidores nas redes sociais, e seu trabalho musical reconhecido nacionalmente.

 

Por sua vez, podemos contar sobre o feliz momento de Samara Alves,uma humilde praiana de 18 anos, que pode ser vista na barraca Hawai, na Praia de Zumbi. Filha de músico percursionista, amante da praia, do sol e de passear com Nick, seu cachorrinho de estimação.

 

Em razão da fantástica performance de Samara Alves no “The Voice Brasil – 2019”, a cantora foi convidada especial para voltar ao programa, desta vez cantando a música “Hey Jude” ao lado do candidato finalista, Tony Gordon.

 

Pois bem, além de voltar a cantar e encantar, Samara ajudou a Tony Gordon vencer o Reality Musical, sendo aplaudidos de pé durante a apresentação na noite de ontem (03/10).

A jovem talentosa, fã de Cartola, revela seu lema: “Para realizar seus sonhos, você tem que ir longe, arriscar e, acima de tudo, ACREDITAR”. Realmente, essa nossa estrela vai muito longe!

Então, vamos todos, hoje, ao Natal Shopping prestigiar e aplaudir esses dois talentos do nosso RN e duas histórias de vida singulares.


PROFESSORA DO IFRN VENCE PRÊMIO EDUCADOR NOTA 10 Premiação é considerada a mais importante da educação básica brasileira

Aconteceu em São Paulo, na noite de ontem, a 22ª edição do Prêmio Educador Nota 10, o maior e mais importante prêmio da Educação Básica Brasileira. A professora Patrícia Barreto, do Campus Nova Cruz do IFRN foi a vencedora na categoria voto popular com 24,22% dos votos com o projeto “Argument(Ação): o empoderamento do protagonismo juvenil”, que estava entre os 10 finalistas premiados, de um total de 4878 trabalhos inscritos.

 

Após o anúncio da premiação a professora ressaltou que uma educação pública de qualidade pode transformar vidas. “Eu sonho muito que um dia todos tenham acesso a uma escola pública de qualidade, porque a educação não pode ser um privilégio para poucos, é um direito universal. Acredito muito na qualidade dos institutos federais, porque transformamos vidas e fazemos sonhos de tornarem realidades”, disse.

 

O projeto de Patrícia surgiu com a discussão de problemáticas sociais vivenciadas pelos estudantes em suas comunidades, gerando debates para aprofundar estratégias de aprimoramento de argumentação. “As atividades geraram muitas reflexões e um engajamento social”, disse.

 

O conteúdo, segundo ela, tomou tal grandeza que acabou gerando Desxculpa aí, um podcast (espécie de programa de rádio, onde os debates são gravados, publicados e disponibilizados na internet) feito pela professora e 115 estudantes de quatro turmas do terceiro ano do ensino médio.

 

Os 10 finalistas estiveram em São Paulo, participando de imersão com atividades como as oficinas realizadas no FAB LAB LIVRE SP, rede de laboratórios públicos - espaços de criatividade, aprendizado e inovação acessíveis. E segundo Patrícia, foi possível conhecer diversas tecnologias e aprender atividades pedagógicas inclusivas voltadas à acessibilidade em Educação.

 

O Prêmio Educador Nota 10 foi criado em 1998 pela Fundação Victor Civita que, desde 2014, realiza a premiação em parceria com a Abril, a Globo e a Fundação Roberto Marinho. Reconhece e valoriza professores da Educação Infantil ao Ensino Médio e também coordenadores pedagógicos e gestores escolares de escolas públicas e privadas de todo o país.

 

A cerimônia também concedeu o prêmio de Educador do Ano para Joice Maria Lamb, coordenadora pedagógica de uma escola estadual, em Novo Hamburgo – RS.


VEM AÍ O EVENTO MAIS GOSTOSO DO SERIDÓCaicó será sede do 1º Encontro de Doceiras do Seridó

O 1º Encontro de Doceiras do Seridó acontecerá em Caicó, neste final de semana (27 e 28 de setembro), na Praça Monsenhor Walfredo Gurgel, em frente à Catedral de Sant’Ana. 

A gastronomia seridoense, grande parte oriunda dos colonizadores portugueses, sofrendo influências dos costumes indígenas locais, judaicos e dos escravos africanos, num cenário de solo bruno de fertilidade natural e clima árido, se notabiliza pela qualidade, singularidade e valor nutritivo. 

 

Nesse contexto, ressalte-se a culinária dos doces idealizada pelos cristãos-novos, rudimento para ulteriores e surpreendentes receitas doces típicas do Seridó, tais como: filhós com mel, chouriço, doce de leite e de frutas, doce seco, sequilhos, raivas e bolos regionais, entre outros. 

 

E, para celebrar o potencial dos doces artesanais da região, surge o 1º Encontro de Doceiras do Seridó. O projeto, contemplado no Edital de Economia Criativa 2019 do Sebrae-RN, é uma realização da JK Promoções e Referência Comunicação, com apoio do SESI, FIERN, SENAC, Fecomércio, IFRN, Paróquia de Sant’Ana, Rede Seridó, Fundação José Augusto e Município de Caicó.

 

O evento contará com feirinha para comercialização de doces e artesanatos, oficinas, aulas-show, bate-papo empreendedor, exposição de produtos e serviços das instituições parceiras com consultorias gratuitas, programação cultural com lançamento de cordel e shows, exibição de documentário sobre a doçeria do Seridó.

 

Patrocinadores do 1º Encontro de Doceiras do Seridó, o SENAC RN e o Sistema Fecomércio promoverão palestra e outras ações em praça pública sobre segurança alimentar. A programação será gratuita no espaço do SENAC, onde as doceiras contarão com atendimentos e orientações.

 

Por sua vez, uma das palestras do evento será proferida por Karina Maia, editora de cultura do Portal/Revista Foco Nordeste. Em sua pesquisa de mestrado, a palestrante estudou a identidade e a memória de lugares por meio de preparações gastronômicas e observou como o turismo dialoga com a gastronomia. Por ocasião do Bate-papo na 1ª Feira de Doceiras do Seridó, Karina Maia terá a oportunidade de “fazer uma alusão aos doces destacando a relação entre o turismo e a gastronomia do Seridó”.

 

Programação:

Sexta –feira (27/09)

17h00 – OFICINA -  Ires Viegas. Tema: Filhós de batata e sem lactose.

18h00 – BATE-PAPO -  Maria Isabel Dantas e Julie Cavignac. Tema: Doçaria seridoense: um patrimônio cultural alimentar; Chef Lucia Soares. Tema: A (res)significação do doce tradicional como resistência das identidades culturais religiosas.

19h30 – AULA-SHOW - Chef Luciana Câmara. Tema: Raízes sertanejas; Chef Warison Albino. Tema: Doces lembranças do Seridó.

21h30 – CORDEL com a poetisa Lourdinha Medeiros.

 

Sábado (28/09)

17h00 – OFICINA -  Dona Zélia. Tema: Doce seco.

18h00 – BATE-PAPO - Karina Maia. Tema: Uma doce mistura: patrimônio gastronômico regional e atividade turística local; Pedro Medeiros. Tema: Mercado e tendências para doces artesanais; Jucicléia Azevedo. Tema: No fim, a cozinha me inquieta.

18h30 – AULA-SHOW - Chef Daniel Simplício. Tema: O melhor brigadeiro da cidade; Chef Lucia Soares. Tema: As origens da doçaria brasileira: a fartura no doce Seridó.

21h30 – LANÇAMENTO - Raildon Lucena. Documentário: Doçaria do Seridó.

 


ENCONTRO EM NATAL DEBATE LITERATURA DE CORDELO evento ocorrerá amanhã na sede do Iphan-RN e visa a troca de conhecimentos e mobilizações sobre literatura de cordel

Patrimônio Cultural Brasileiro com origem no Norte e no Nordeste do país, a literatura de cordel é tema do Encontro da Literatura de Cordel, a ser realizado amanhã (13/09), às 15h00 na Superintendência do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional no Rio Grande do Norte (Iphan-RN), Av. Duque de Caxias, 158, Ribeira, em Natal (RN). O objetivo da ação é garantir a mobilização social dos detentores e da comunidade em torno da manifestação cultural. 

A programação inclui uma roda de conversa entre cordelistas, representantes do Iphan-RN, pesquisadores e instituições convidadas, além da exposição e comercialização de cordéis. Haverá ainda a declamação de histórias com o Trio de Forró.

“Com este evento, podemos proporcionar uma maior visibilidade, projeção social e valorização do bem registrado, permitindo que haja um entendimento mais claro sobre o que é a literatura de cordel e como é importante seu registro”, explica a superintendente substituta do Iphan-RN, Allana Medeiros. Ela destaca ainda que o encontro oferece um espaço para debate e troca de conhecimento, possibilitando uma mobilização coletiva em torno da manifestação cultural. 

Literatura de Cordel foi inscrita no Livro de Registro das Formas de Expressão em setembro de 2018 e pode ser observada em várias regiões do país. A prática está relacionada não apenas ao gênero literário, mas também a um veículo de comunicação, ofício e meio de sobrevivência para inúmeros cordelistas. 

A Literatura de Cordel é um gênero popular escrito na forma rimada, em relatos orais e/ou impressos em folhetos. A sua origem remonta ao Renascimento através dos trovadores medievais. O nome cordel provém da forma de comercialização desses folhetos em Portugal, onde eram pendurados em cordões, “cordéis”.

Inserido na cultura nacional em fins do século XIX, o cordel é elemento constituinte da diversidade cultural brasileira, com contribuições das culturas africana, indígena, europeia e árabe. Conjugando tradições da oralidade, da poesia e das narrativas em prosa, o bem cultural se constituiu como uma relevante forma de expressão da nossa sociedade. 


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