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Barragem Umari acumula 82,69% da sua capacidade totalAs reservas hídricas superficiais totais do Estado atualmente acumulam 2.223.779.352 m³, que correspondem a 50,81% da capacidade total do RN.

O Governo do Estado do Rio Grande do Norte, por meio do Instituto de Gestão das Águas do RN (Igarn), monitora os 47 reservatórios, com capacidade superior a 5 milhões de metros cúbicos, responsáveis pelo abastecimento das cidades potiguares. Segundo o Relatório do Volume dos Principais Reservatórios Estaduais, atualizado nesta segunda-feira (18), a barragem de Umari, localizada em Upanema, com capacidade para 292.813.650 m³, acumula 242.131.839 m³, correspondentes a 82,69%. No mesmo período de 2019, o reservatório estava com 122.053.354 m³, percentualmente, 41,68% do seu volume total.

As reservas hídricas superficiais totais do Estado atualmente acumulam 2.223.779.352 m³, que correspondem a 50,81% da capacidade total do RN, que é de 4.376.444.842 m³. No mesmo período do ano passado os reservatórios monitorados pelo Igarn represavam juntos 1.454.203.705 m³, percentualmente, 33,22%da capacidade total do RN.

 

A barragem Armando Ribeiro Gonçalves, maior reservatório do RN, com capacidade para 2,37 bilhões de metros cúbicos, acumula atualmente 1.357.909.162 m³, percentualmente, 57,22% do seu volume total. No mesmo período do mês de maio do ano passado o manancial estava com 822.632.000 m³, que representavam 34,28% da sua capacidade total.

Segunda maior represa do RN, Santa Cruz do Apodi acumula atualmente 216.129.330 m³, percentualmente, 36,04% da sua capacidade total que é de 599.712.000 m³. No mesmo período do ano passado o manancial estava com 152.933.733 m³, correspondentes a 25,50% do seu volume máximo.

Os reservatórios que permanecem com 100% da sua capacidade são: Riacho da Cruz II, localizado em Riacho da Cruz; Apanha Peixe, em Caraúbas; Encanto, no município de Encanto; Mendubim, em Assu e Beldroega, localizado em Paraú.

Outros reservatórios já sangraram nesta quadra invernosa do interior e continuam com níveis acima dos 90% das suas capacidades, casos de: Santana, localizado em Rafael Fernandes, com 99,83%; Passagem, em Rodolfo Fernandes, com 98,6%; Morcego, em Campo Grande, com 98,74%; Santo Antônio de Caraúbas, com 98,5%; Pataxó, em Ipanguaçu, com 99,39% e Dourado, em Currais Novos, com 98,78%.

Outros reservatórios já acumulam mais de 70% das suas capacidades, casos de: Marcelino Vieira, localizado no município de Marcelino Vieira, com 72,95% e Rodeador, em Umarizal, com 80,6% do seu volume máximo.

A barragem de Pau dos Ferros acumula atualmente 18.472.403 m³, correspondentes a 33,68% da sua capacidade total que é de 54.846.000 m³. No mesmo período de maio do ano passado o reservatório represava 785.996 m³, equivalentes a 1,43% da sua capacidade total.

O reservatório Marechal Dutra, também conhecido como Gargalheiras, em Acari, acumula atualmente 13.876.482 m³, equivalentes a 31,24% da sua capacidade total que é de 44.421.480 m³. No mesmo período do ano passado o manancial estava com 269.918 m³, percentualmente, 0,61% do seu volume total.

O açude Tourão, localizado em Patu, acumula atualmente 2.804.543 m³, que correspondem a 35,12% da sua capacidade total que é de 7.985.249 m³. No mesmo período do ano passado o manancial estava com 2.452.696 m³, percentualmente, 30,72% do seu volume máximo.

O açude Lucrécia, localizado no município de Lucrécia, acumula atualmente 9.768.328 m³, correspondentes a 39,46% da sua capacidade total que é de 24.754.574 m³. Em maio do ano passado o reservatório represava 3.421.961 m³, percentualmente, 13,82% do seu volume máximo.

Dos 47 reservatórios monitorados pelo Igarn, apenas 2 estão com níveis inferiores a 10% da sua capacidade, sendo, portanto, considerados em nível de alerta. São eles: Passagem das Traíras, que está em reforma e não pode acumular grande volume hídrico, com 1,23% do seu volume máximo e Esguicho, em Ouro Branco, com 1,8% da sua capacidade. Percentualmente o número representa 4,25% dos reservatórios monitorados.

Já os mananciais completamente secos também são 2, Inharé, localizado em Santa Cruz e Trairi, localizado em Tangará. Em termos percentuais o número representa 4,25% dos reservatórios monitorados.


(Foto: Reprodução)
Justiça dos EUA rejeita proposta de recuperação da LatamOferta para converter parte do empréstimo de US$ 2,4 bilhões em capital foi considerado inadequado pela corte

O plano de financiamento apresentado pela Latam Airlines foi rejeitado por um juiz de falências dos Estados Unidos, que viu na proposta um tratamento inadequado para os demais acionistas.

A empresa sul-americana, com sede no Chile, esperava converter parte do empréstimo de US$ 2,4 bilhões em capital, mas a oferta foi considerada ilegítima para a corte norte-americana. A negativa representa um forte revés para a empresa que busca liquidez de curto prazo.

A proposta apresentada previa um empréstimo de US$ 1,3 bilhão da Oaktree Capital Management, empresa de gerenciamento de ativos e um crédito conversível de US$ 900 milhões aportados por diversos acionistas da própria Latam, em especial a família Cueto, que controla o grupo, e da Qatar Airways. A empresa árabe já havia proposto a realizar um empréstimo emergencial para a Latam em meados de junho.

O maior entrave no plano da Latam é a situação dos demais credores, que inclusive chegaram a estruturar de forma independente um plano de financiamento junto ao banco de investimento Jefferies Group.

Para o juiz, a principal contestação é sobre a propriedade do empréstimo conversível, mas ainda assim, a decisão oficial deverá oferecer uma nova oportunidade de negociação, mas sem a possibilidade de converter parte do empréstimo em capital.

A Latam foi duramente afetada pela pandemia de covid-19, agravando a situação do grupo. O pedido de concordata foi realizado em maio, na ocasião tornando a empresa a maior do setor aéreo no mundo a entrar com um pedido de reestruturação nos Estados Unidos. Com informaçoes da Aero Magazine.


(Foto: O Globo)
RN deve ter melhor safra dos últimos nove anos em 2020Destaque para o cultivo do milho com 34,6 mil toneladas, e crescimento de 14,2% sobre o ano passado.

Em todo o Brasil, o agronegócio demonstra ser um dos poucos setores que vão crescer este ano em meio à pandemia do coronavírus.  No Rio Grande do Norte os resultados também são positivos. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apontam para um bom crescimento na produção de grãos. As projeções mostram que, em 2020, o RN deve colher 56,4 mil toneladas de grãos, a melhor safra dos últimos nove anos, com crescimento de 10,6% em relação a 2019. Destaque para o cultivo do milho com 34,6 mil toneladas, e crescimento de 14,2% sobre o ano passado. 

Autoridades e especialistas preveem crescimento expressivo do segmento, um dos mais importantes para a economia potiguar. De acordo com Guilherme Saldanha, titular da Secretaria de Estado da Agricultura, da Pecuária e da Pesca (Sape), o Rio Grande do Norte também deve se manter como o maior exportador de frutas do Brasil. Otimista, o secretário estima que a fruticultura arrecade cerca de US$ 160 milhões com exportações em 2020, batendo o recorde de US$ 152 milhões do ano passado.

“As projeções são as melhores possíveis. A fruticultura deve bater o recorde do ano passado quando nos tornamos os maiores exportadores do Brasil, mesmo com a pequena queda que ocorreu no primeiro semestre. Porque não é o semestre das nossas exportações. O grande volume das nossas exportações é no segundo semestre”, explica Saldanha. 

Ela afirma que o Estado, no campo da produção agrícola, está voltando ao patamar de anos como 2010 e 2011, que foram bons anos de inverno. “Isso prova que o Governo incentivando, com um bom programa de sementes, o agricultor volta a plantar, volta a produzir, garante sustento para ele”, diz o secretário de Agricultura.

Para o segundo semestre, a Sape também aposta na recuperação da carcinicultura, impulsionada pela reabertura gradual do comércio. Outra demonstração de força do agronegócio potiguar foi a retoma das exportações de camarão, antes paralisadas desde 2006. Com informações da Tribuna do Norte.


(Foto: Sebrae)
Bom inverno: RN tem 96,87% de área livre da secaNo mês passado, o Rio Grande do Norte já havia estabelecido a maior marca de área sem seca desde que o estudo foi iniciado

Mais uma vez o Rio Grande do Norte apresentou melhora em relação à seca. O recuo do fenômeno na Região Central Potiguar entre os meses de junho e julho fizeram com que o Estado atingisse 96,87% de seu território sem seca. O índice é o melhor da série histórica do Monitor de Secas, que foi iniciado em julho de 2014.

No mês passado, o Rio Grande do Norte já havia estabelecido a maior marca de área sem seca desde que o estudo foi iniciado, com 73,23%. As terras potiguares foram uma de quatro estados que apresentaram melhora na situação de seca no mês de julho.
As chuvas acima da média nos últimos meses explicam a extinção de área de seca em quase todo o Estado. De acordo com a última atualização do Monitor de Secas, as chuvas observadas em julho no Rio Grande do Norte foram dentro ou acima da média, principalmente na porção Leste.
Além de melhorar a situação da seca, as chuvas fizeram as reservas hídricas estaduais chegarem ao melhor patamar dos últimos oito anos, com o acúmulo de mais da metade da capacidade total. O maior reservatório do Estado, a Barragem Armando Ribeiro Gonçalves, comporta 63,33% do seu volume, segundo dados atualizados pelo Instituto de Gestão das Águas (Igarn), na última segunda (17).


(Foto: Emparn)
Azul lança nova empresa de aviação regionalA empresa mira elevar sua cobertura no País e quer atingir 200 cidades nos próximos anos

A Azul lançou, nesta terça-feira, 11, sua nova subsidiária para o mercado de voos regionais: a Azul Conecta. A cerimônia de lançamento, presencial, foi em Jundiaí e contou com a presença de profissionais e executivos da empresa e representantes do governo. Com o passo, a empresa mira elevar sua cobertura no País e quer atingir 200 cidades nos próximos anos.

A empresa é fruto da aquisição da TwoFlex, anunciada no início deste ano. Com atuação em 36 destinos no país, a Azul Conecta é composta por 17 aeronaves modelo Cesna Gran Caravan, um turboélice regional monomotor com capacidade para até nove assentos. Dos 17 aviões, três são exclusivamente cargueiros.

"Com essas aeronaves vamos transformar o Brasil mais uma vez. Vamos chegar a 200 destinos. Todo mundo está triste com o que esta acontecendo no mundo, mas isso vai acabar. Temos de olhar para frente e ajudar o Brasil a crescer", disse o presidente da Azul, John Rodgerson.

O executivo parabenizou ainda o governo por sua atuação para abrir o setor aéreo, trazendo oportunidades para as empresas.

O secretário Nacional de Aviação Civil (SAC) do Ministério da Infraestrutura, Ronei Saggioro Glanzmann, que também esteve em Jundiaí para o lançamento, destacou a importância de elevar a cobertura aérea no Brasil. "Chegar com esse tipo de aeronave é fundamental. Não temos aeroportos como Congonhas em todos os lugares do Brasil", disse, defendendo a demanda de passageiros por voos em municípios mais afastados.

 

"Nos acreditamos muito na aviação sub-regional. No atendimento das cidades que hoje a gente não conseguiria fazer com a frota que a gente tem. Caravan é um avião versátil. Essa versatilidade de frota ajuda muito a atender esses mercados menores", disse o vice-presidente Técnico-Operacional da Azul e diretor presidente da Azul Conecta, Flavio Costa.

Com a Conecta, o grupo cobre hoje 152 municípios. Entre as regiões que ele vê mais oportunidades estão a Norte e Centro-Oeste. "São regiões muito desabastecidas. Mas também há oportunidades em cidades pequenas no Sudeste e Sul", disse.


(Foto: Divulgação)
Armando Ribeiro Gonçalves aumenta volume de águaPrincipal açude do RN, e um dos maiores da região, acumula mais de 1,5 trilhão de litros de água

Açude Armando Ribeiro Gonçalves, principal do RN e um dos maiores da região Nordeste, tem grande recuperação de armazenagem de água devido as chuvas que têm caído nos últimos meses. O açude, localizado na bacia hidrográfica do rio Piranhas-Açu, maior do Rio Grande do Norte, acumula 64,67% (1,53 trilhão de litros) de sua capacidade (volume detectado em 23 de julho deste ano). Um ano antes o volume era de 31,33%. Diante desse novo aporte de água, em 24 de julho, a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) realizou videoconferência com os usuários de água do Armando Ribeiro Gonçalves, do açude Mendubim e dos rios Paraú e Açu para discutir e definir a alocação de água da região entre agosto de 2020 e julho de 2021.

Para o período da alocação, a média anual para captação direta no reservatório do grande açude será de 300 litros por segundo, enquanto a vazão liberada média a jusante (abaixo) do Armando Ribeiro Gonçalves para o rio Açu e o canal do Pataxó passará dos atuais 4700 l/s para 12.050 l/s, entre julho de 2020 e fevereiro de 2021, e para 6.050 l/s, entre março e junho de 2021.

As regras de uso da água foram definidas com base nos volumes estimados para o fim de junho deste ano, sendo que o armazenamento do Armando Ribeiro Gonçalves está no Estado hidrológico Amarelo. Com isso, os usos de água com outorga poderão acontecer entre 25% e 100% do permitido no Armando Ribeiro Gonçalves, reduzindo as restrições de uso que vinham ocorrendo na região entre 2012 e 2020 em função da forte seca. Além disso, a maior oferta de água permitirá o aumento das atividades econômicas na região – como agricultura, carcinicultura, indústria e abastecimento público de água –, contribuindo para o desenvolvimento do Rio Grande do Norte num contexto de pós-pandemia.

A alocação de água define regras de utilização de recursos hídricos com o objetivo de distribuí-los entre os usuários por um determinado período. Este processo conta com a participação do Poder Público, sociedade civil e usuários. No caso dessa videoconferência, o encontro virtual ocorreu em parceria com o Comitê da Bacia Hidrográfica dos Rios Piancó-Piranhas-Açu (CBH PPA) e com o Instituto de Gestão das Águas (IGARN).


Barragem Armando Ribeiro Gonçalves
Colapso: Justiça decreta falência da Avianca BrasilEmpresa que estava fora de operação desde maio de 2019 teve seu plano de recuperação considerado impossível de ser executado

Enfrentando sérias dificuldades financeiras mesmo antes da pandemia do novo coronavirus, a empresa de aviação Avianca Brasil teve nesta terça-feira (14) sua falência decretada pela Justiça de São Paulo. Com dívidas que ultrapassam a marca dos R$ 2,7 bilhões, a Avianca vinha tentando negociar com credores e colocar um plano de recuperação judicial em prática desde dezembro de 2018.

O plano, entretanto, não deu certo. Em sua decisão, o juiz da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo, Tiago Limongi, diz que o plano de recuperação judicial da Avianca tornou-se inexequível devido ao longo tempo inativo da empresa.

Com sérios problemas financeiros, a Avianca ainda não pagou os créditos trabalhistas, prioritários em um plano de recuperação judicial. O juiz deu sessenta dias para que a empresa liste e apresente seus ativos para o ressarcimento de dívidas trabalhistas e outros débitos. O problema é que seus credores desconfiam que a empresa não possui mais qualquer tipo de ativo.

O problema da Avianca não é único no complicado e sempre caro e difícil mercado da aviação. Mercado que cada vez fica mais difícil e quase, e aí, vou utilizar, um termo do juiz Limongi, inexequível. Antes da pandemia os aviões já faziam suas rotas espremendo os passageiros em um processo parecido com a da lata de sardinha e, mesmo assim, em regra, trabalhavam quase no vermelho.

Agora com a pandemia e a imposição necessária de novas práticas, os aviões terão que abrir mais espaços entre um passageiro e outro. O desafio  será conciliar receitas e despesas e ainda ter o necessário lucro para reinvestimento. O mercado de aviação civil caminha inexoravelmente para uma presença maior do Estado ou para se tornar adereço das gigantes da internet, empresas, estas sim, de trilhão de dólares.


Avião da Avianca em aeroporto (Foto: Melhores Destinos)
Latam: demanda por voos cai 95,2% em junhoA taxa de ocupação dos voos da companhia recuou 21,6 pontos porcentuais, para 61,4%

A Latam divulgou nesta sexta-feira suas prévias operacionais do mês de junho. Ontem, a Latam Brasil entrou com pedido de recuperação judicial (Chapter 11) nos Estados Unidos. Com o impacto da pandemia do novo coronavírus (covid-19), a demanda total (RPK) da aérea registrou forte queda de 95,2% em junho na comparação com igual período do ano anterior, enquanto a oferta de assentos (ASK) caiu 93,6%. A taxa de ocupação dos voos da companhia recuou 21,6 pontos porcentuais, para 61,4%.

No acumulado de 2020, a demanda total recuou 51% ante igual período do ano anterior, e a oferta encolheu 48,3%, com a taxa de ocupação em 79,4%, encolhendo 4,4 p.p. No Brasil, a demanda caiu 89,5% e a oferta diminuiu em 87,6% em junho no comparativo anual, com a taxa de ocupação ficando em 66,7%, apontando queda de 12 p.p.

No acumulado dos primeiros seis meses do ano, a demanda no Brasil caiu 39,3% ante igual período do ano anterior, e a oferta encolheu 38,2%, com a taxa de ocupação de 79,5%, apontando queda de 1,5 p.p.

O tráfego internacional de passageiros respondeu por aproximadamente 30% do movimento total do mês, acrescenta a aérea.

Nos voos internacionais, a demanda despencou 97,6% em junho no comparativo anual, enquanto a oferta de assentos caiu 96,2%, e a taxa de ocupação foi 54,6%, queda de 31,3 pontos porcentuais em relação a junho de 2019.

No acumulado do ano, a demanda no segmento internacional caiu 57,5% no mês passado, e a oferta encolheu 54,3%, com a taxa de ocupação de 79,6%, com queda de 6 p.p.


(Foto: Airway)
Governo realiza 1ª Exposição Agropecuária VirtualExpovirtual visa a comercialização de animais, máquinas e implementos agropecuários, além de transmitir palestras por meio de lives.

O Governo do Estado realiza deste sábado, 4, até o próximo dia 12, a 1ª Exposição Agropecuária Virtual do Rio Grande do Norte. Na abertura, esta manhã, a governadora Fátima Bezerra destacou que o evento é resultado de parceria da administração estadual através da Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Pesca (Sape) com o Sebrae/RN, com a Federação da Agricultura do RN (Faern) e com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e enfatizou que o RN está sendo pioneiro na realização da exposição agropecuária virtual.

"A pandemia exige criatividade e capacidade de nos reinventarmos, de adaptação às circunstâncias", disse a governadora para afirmar que o momento ainda é muito delicado e inspira cuidados. "Iniciamos a liberação das atividades econômicas de forma gradual, cuidadosa, mas as medidas de isolamento social e uso da máscara continuam extremamente necessárias. Devemos ficar em casa e só sair para atender necessidades essenciais. Cumprir os protocolos sanitários também é fundamental, inclusive pelos empresários, cada um fazendo o seu papel, respeitando religiosamente as regras do decreto para que possamos passar às demais fases do Plano de Retomada Gradual da Economia".

Fátima Bezerra disse que além da organização da exposição virtual e das ações dos vários órgãos no apoio às atividades agropecuárias como Sape, a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Rural e da Agricultura Familiar (Sedraf), Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), Empresa de Pesquisa Agropecuária (Emparn), Instituto de Defesa e Inspeção Agropecuária do RN (Idiarn), o Governo também atende o produtor através da Agência de Fomento (AGN) com a concessão de crédito. "Nosso Governo conta com pessoas qualificadas e compromissadas. Em tempo de pandemia continuamos apoiando e incentivando os produtores neste ato pioneiro da exposição virtual para superar momento tão difícil".

O vice-governador Antenor Roberto considerou a exposição virtual de grande significado para este momento de pandemia. "É uma nova experiência que o Governo realiza através da Secretaria de Estado da Agricultura e órgãos vinculados à produção agropecuária. Um desafio em apoio a um setor da economia responsável pela produção e abastecimento alimentar".

Para o secretário de Estado da Agricultura, Pecuária e Pesca, Guilherme Saldanha "a pandemia nos proporciona grandes desafios e, com o apoio e a decisão da governadora Fátima Bezerra, o Governo do RN decidiu encarar esta primeira exposição agropecuária virtual que chega para ficar".

O evento conta com exposição de 300 animais, entre bovinos, caprinos, ovinos e equinos, e terá todos os dias palestras virtuais sobre temas como silagem, palma, organização da produção de queijos. "O governo faz para os produtores. A gente tá aqui para incentivar, regularizar e apoiar os produtores do campo. Isso é compromisso e obrigação nossa e somos cobrados todo dia pela governadora", afirmou o secretário de agricultura.

A Empresa de pesquisa agropecuária do RN (Emparn) realiza leilões de animais selecionados geneticamente. O presidente da empresa, Rodrigo Maranhão explicou que todos podem participar através do site e do App Agrobatida que pode ser baixado nas lojas virtuais. "Esta iniciativa é para o agricultor, pecuarista e pequeno produtor. Baixem a plataforma Agrobatida e tenha acesso a comercialização e financiamentos".

Para José Álvares Vieira, presidente da Faern/Senar, a exposição virtual é um novo modelo de fazer negócios que vem para ficar promovendo a adaptação às novas ferramentas disponíveis. "Não tenho dúvidas que teremos sucesso e poderemos vir a ter todo um circuito de exposições virtuais, além das presenciais, para fazermos o RN cada vez mais forte", declarou. Ele pediu apoio à bancada de deputados federais e senadores para levar conectividade à área rural. "Alerto nossa bancada federal para tomar medidas que levem tecnologia para a área rural. Isso vai resultar em melhoria na qualificação e na renda para produtores".

O diretor técnico do Sebrae/RN, João Hélio considera que a iniciativa promove nova forma para desenvolver os negócios da agropecuária. "É uma ferramenta que chega para permitir a atividade rural e seu desenvolvimento, uma cadeia que favorece outros negócios e que é muito importante para o PIB do Estado. O Sebrae aprova a iniciativa e, inclusive, incentiva a criação de novos produtos para melhor adequação à nova realidade".


(Foto: O Globo)
Azul e Latam anunciam parceria em voos nacionaisAs companhias compartilharão programas de fidelidade

As companhias aéreas Azul e Latam anuncia acordos de compartilhamento de voos (codeshare) e de programas de fidelidade. A parceria é para a malha doméstica, com a possibilidade de acumular pontos no programa de fidelidade da escolha do passageiro. O acordo de codeshare inicialmente perfaz 50 rotas domésticas para Brasília (BSB), Belo Horizonte (CNF), Recife (REC), Porto Alegre (POA), Campinas (VCP), Curitiba (CWB) e São Paulo (GRU).

Conforme comunicado, os bilhetes estarão à venda nos próximos meses.

Os programas de fidelidade contam com 12 milhões de associados do TudoAzul e 37 milhões do Latam Pass.

"Nossa complementariedade de frota e de malha oferecerão aos clientes a mais ampla variedade de opções de viagem. Além disso, ambas as companhias aéreas têm uma história e paixão pelo atendimento ao cliente, e estamos ansiosos para mostrar isso juntos", disse John Rodgerson, CEO da Azul.

Por sua vez, Jerome Cadier, CEO da Latam Airlines Brasil, destacou o contexto da crise da covid-19. "Entendemos que a crise do COVID-19 exige respostas inovadoras para ajudar a impulsionar a economia da região e o anúncio de hoje faz parte de nossa contribuição para esse esforço. Com os valores compartilhados de atendimento ao cliente tanto da Azul quanto da LATAM e rotas complementares esperamos oferecer uma experiência líder do setor para clientes no Brasil."


(Foto: Montagem)
Desempenho da pequena indústria bate recorde negativoA retração foi sentida em todos os setores, com maior ênfase na transformação, com 17,7 pontos negativos e construção, queda de 15,7 pontos.

O Panorama da Pequena Indústria (PPI) mostra o impacto da pandemia de covid-19 no segmento. Os dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI) dão a dimensão da retração nas atividades, a situação financeira, os principais problemas, o nível de confiança e as perspectivas da pequena indústria.

Em março e abril, com duas quedas representativas, o Índice de Desempenho da Pequena Indústria registrou os dois menores índices da série histórica. Nos dois meses, as reduções foram de 13 pontos em março e 4,1 pontos em abril, quando o indicador ficou em 27,1 pontos numa escala de 0 a 100.

A retração foi sentida em todos os setores, com maior ênfase na transformação, com 17,7 pontos negativos e construção, queda de 15,7 pontos. Em menor escala aparece a extrativa, com uma redução de 6,9 pontos. Nesse cenário, a situação financeira das pequenas indústrias se deteriorou. O Índice de Situação Financeira da pequena empresa caiu 9,1 pontos, para 32 pontos. O valor é 4,4 pontos abaixo do registrado no 1º trimestre de 2019 e 5,2 pontos abaixo da média histórica do índice.

“A falta de demanda, resultado das restrições impostas ao comércio, do isolamento e da piora da confiança dos consumidores, assumiu a primeira posição no ranking de principais problemas enfrentados pelas pequenas empresas da indústria de transformação”, destaca o relatório técnico do PPI. “Como resultado da crise, nota-se, em todos os segmentos, aumento da importância da inadimplência dos clientes entre os principais problemas enfrentados pela pequena indústria. A falta de capital de giro também ganhou importância entre os principais problemas”, completa o documento.

O otimismo registrado no início do ano se deteriorou diante da pandemia de covid-19. Com quedas consecutivas em março (-3,4 pontos), abril (-25,2 pontos) e maio (-0,1 ponto), quando atingiu 34,8 pontos, o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) atingiu 34,8 pontos no último mês. “A falta de confiança contribui para a paralisação dos investimentos e dificulta a recuperação da atividade econômica”, explica o relatório técnico do PPI.

Quadro semelhante pode ser percebido no Índice de Perspectivas da pequena indústria, que recuou 22,2 pontos em abril na comparação com o mês anterior e ficou em 29,2 pontos, menor patamar da série histórica iniciada em novembro de 2013. Em maio, o índice registrou pequena melhora, de 2,5 pontos, para 31,7 pontos. O índice aponta que as perspectivas da pequena indústria seguem pessimistas, 13,7 pontos abaixo da média histórica.


(Foto: CNN Brasil)
Carros da Volvo estarão limitados a 180km/hA medida foi introduzida pela empresa de modo a reduzir o número de acidentes mortais.

AVolvo parece ter cumprido a promessa feita há um ano de introduzir um limite de velocidade nos seus novos veículos. Conta o Engadget que a empresa lançará uma funcionalidade de nome Care Key, que aplicará um limite de 180km/h aos veículos da marca.

Adicionalmente, esta funcionalidade permitirá aos condutores criar outros limites de velocidade, por exemplo caso um dos seus filhos esteja a começando a conduzir. A funcionalidade tem como objetivo reduzir o número de acidentes mortais causados por excesso de velocidade.

“A Volvo Cars acredita que tem uma obrigação de continuar a sua tradição de ser pioneira na discussão sobre deveres e obrigações das fabricantes de automóveis para agir de forma a salvar vidas, mesmo que isso signifique perder potenciais clientes”, pode ler no comunicado da empresa.


(Foto: Reuters)
NASA desenvolve avião elétrico experimentalO X-57 Maxwell tem 14 motores e foi desenvolvido para servir de base para empresas que queiram entrar na área da mobilidade aérea

Nem todos os projetos da NASA têm como objetivo ser levados para o Espaço e, entre os mais curiosos e promissores está o avião elétrico experimental X-57 Maxwell.

O avião tem 14 motores posicionados nas asas, com o sistema de propulsão elétrico que reduz o custo operacional de energia de 45% para apenas 9%, diz o Business Insider. O X-57 Maxwell faz uso de duas baterias capazes de conter 24kWh de potência.

Mais do que um avião promissor, a NASA disponibilizou toda a investigação e designs do X-57 Maxwell, isto para que qualquer empresa na área da aviação possa procurar melhorar e desenvolver a mobilidade áerea.


(Foto: Nasa)
Boeing reavalia compra de divisão comercial da EmbraerA mudança de rumo, de um acordo no valor de mais de US$ 4 bilhões, está associada ao pedido de socorro da fabricante de aviões norte-americana.

Além das companhias aéreas sofrerem com a pandemia do coronavírus, a indústria aeronáutica começou a dar sinais de que a Covid-19 terá grandes impactos no setor aeroespacial como um todo. Segundo o site do jornal Folha de São Paulo, a Boeing está reavaliando a aquisição da divisão de aviação comercial da Embraer.

A mudança de rumo, de um acordo no valor de mais de US$ 4 bilhões, está associada ao pedido de socorro da fabricante de aviões norte-americana. A companhia solicitou ao governo dos Estados Unidos uma ajuda de US$ 60 bilhões ao setor aeroespacial.

Segundo o site da Folha, fontes afirmam que a brasileira Embraer não recebeu notificações sobre qualquer alteração no acordo. Pelo lado da Boeing, há intenção de concluir a compra, mas a crise do coronavírus está pesando.


(Foto: Revista Asas)
American Airlines suspende voos entre EUA e BrasilAmerican Airlines suspende voos entre EUA e Brasil por conta do novo coronavírus

A companhia aérea American Airlines decidiu suspender todos os voos para o Brasil por conta do novo coronavírus. A medida passará a valer a partir desta segunda (16) e seguirá até 6 de maio.

Em comunicado publicado na noite de sábado (14), a companhia americana informou a suspensão de 75% dos voos internacionais de longa distância, incluindo as rotas para o Brasil.Estão suspensas as viagens de Nova York e Miami para o Rio de Janeiro; de Dallas, Nova York e Miami para São Paulo; e de Miami para Brasília e Manaus.

A rota entre Dallas e São Paulo ficará suspensa até 3 de junho.Os voos entre São Paulo e Los Angeles já tinham sido suspensos pela companhia na quinta-feira (12) e passarão a valer a partir da próxima quinta (19) -a previsão de retomada é em 24 de outubro.A American Airlines também afirmou que os clientes que já tiverem passagens reservadas serão contatados pela empresa. Os passageiros poderão remarcar as passagens ou solicitar o reembolso dos bilhetes adquiridos.


(Foto: Reuters)
Salão do automóvel de São Paulo é adiadoA suspensão do evento que ocorre a cada dois anos desde 1960 será anunciada hoje pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea)

Depois de Pequim (China) e Genebra (Suíça) cancelarem a realização dos respectivos salões de automóvel deste ano, agora é o Brasil que decide adiar o evento que ocorreria em São Paulo de 12 a 22 de novembro. No caso brasileiro, o motivo não é a epidemia do coronavírus, mas o alto investimento que as empresas precisam desembolsar em locação e montagem de estandes, além de contratação de pessoal. Segundo fontes do mercado, os custos podem variar de R$ 1 milhão a R$ 20 milhões, dependendo do tamanho da área e da infraestrutura utilizada.

A suspensão do evento que ocorre a cada dois anos desde 1960 será anunciada hoje pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). A nova data está prevista para 2021, mas não se sabe ainda quando pois há um calendário oficial de salões coordenado pela entidade internacional do setor, a Oica.

Nos bastidores, há quem diga que a alta do dólar também tem sua parcela de culpa. Desde o início do ano, 15 marcas, entre as quais General Motors, Toyota e Hyundai já haviam anunciado que não participariam. A Volkswagen dizia que só estaria presente se houvesse mudanças no formato da feira, com estandes menores, mais tecnologia e possibilidade de vendas de produtos, como ocorre com a Fenatran, a feira de caminhões.

Limite de gasto. "O custo do evento sempre foi alto, mas quando a situação das empresas estava boa, ninguém reclamava", diz o executivo de uma grande montadora. "Agora, como estão no prejuízo e ainda tem esse câmbio desastroso, chegou-se ao ponto de ter de cancelar o salão."

Ainda não há definições sobre data, local e tamanho do evento para 2021, mas certamente será menor. Há, inclusive, uma proposta de limite de gastos para cada estande, para evitar distorções. "Como há muita concorrência, se uma marca faz algo grandioso a outra não quer ficar atrás", diz o executivo.

Também há reivindicação de que o custo da locação cobrado pela Reed Exhibitions, promotora do evento, seja reduzido em 50%. Há ainda quem defenda a mudança do local, hoje no São Paulo Expo, que é espaçoso mas de difícil acesso. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


(Foto: Estado de Minas)
Março começa com fortes chuvas no interior do RNMossoró bateu recorde dos últimos 56 anos com chuva diária de 176,4mm no último sábado (29)

As chuvas do final de semana, que ocorreram em todas as regiões do Rio Grande do Norte, marcaram o início do período chuvoso no semiárido potiguar. Vários municípios registraram chuvas acima de 100 milímetros (mm) e Mossoró registrou recorde histórico de chuva diária.   

Apesar da maior incidência de precipitações ter ocorrido nas regiões Oeste e Central, o município de Jaçanã e Coronel Ezequiel, localizados no Agreste Potiguar, registraram os maiores volumes de chuva acumulada com 244,3 milímetros (mm) e 165,3 mm, respectivamente, no período das 07h da manhã de sexta (28/02) até a manhã de hoje (02/03), às 07h, segundo o boletim pluviométrico da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN).  

O município registrou 176,4milímetros de chuva no último sábado (29). “Este volume de chuvas em Mossoró é o maior dos últimos 56 anos. As chuvas pelo interior devem continuar no decorrer dos próximos meses devido a atuação da Zona de Convergência Intertropical atuando sobre a região”, destacou o chefe da Unidade de Meteorologia da Emparn, Gilmar Bristot.  

Na região Central, o município que mais choveu foi o de Lagoa Nova, com 130 mm. E no Leste Potiguar, Montanhas registrou o maior acumulado com 76,1mm. Na capital potiguar choveu 51mm. “A previsão para a semana é de céu parcialmente nublado em todo o RN com pancadas de chuva”, disse Bristot. 

O boletim pluviométrico completo pode ser acessado no www.emparn.rn.gov.br, ícone azul Chuvas Diárias ou aba Meteorologia.

Análise Climática

Durante o resultado da III Reunião de Análise Climática, divulgada no mês passado, os meteorologistas anunciaram que os padrões climáticos analisados indicam a ocorrência de chuvas distribuídas em todas as regiões do Estado, sendo a previsão de 479 milímetros na região Oeste, 376 na região Central, 342 na região Agreste e 533 milímetros na região Leste. A média de chuvas foi de 840mm em todo o ano de 2019.


(Foto: Agora RN)
Azul irá operar mais um voo para NatalA expansão da operação da Azul Linhas Aéreas no Rio Grande do Norte atende acordo firmado entre o Governo do Estado e as companhias aéreas nacionais

A partir do dia 1º de julho, a Azul Linhas Aéreas irá operar mais um voo ligando Natal a Campinas, em São Paulo.  O voo será diário, partindo de Campinas para Natal às 23h15 e fazendo o caminho de volta às 03h25. Outras duas rotas da companhia para o Nordeste também se tornarão regulares: Aracaju/Campinas e João Pessoa/Campinas. As passagens para os novos voos da Azul já estão à venda em todos os canais oficiais da companhia. Todos os mercados serão cumpridos com as aeronaves modelo Airbus A320neo, que têm capacidade para transportar até 174 passageiros.

A expansão da operação da Azul Linhas Aéreas no Rio Grande do Norte atende acordo firmado entre o Governo do Estado e as companhias aéreas nacionais que exploram o mercado para redução do ICMS que incide sobre o querosene de aviação. Quanto mais novas operações, maior o desconto concedido. A medida visa reacender a movimentação de passageiros no Aeroporto Int. Gov. Aluízio Alves, em São Gonçalo do Amarante.
Projetado para transportar mais de 10 milhões de passageiros por ano, o terminal aeroportuário, não atingiu, cinco anos e meio após o início da sua operacionalização, a estimativa estabelecida pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), no início da década passada. Na contramão dessa perspectiva, o aeroporto citado, o primeiro concedido à iniciativa privada no Brasil, acumula queda na movimentação de aeronaves e passageiros. De 2015 para 2019, o volume de passageiros transportados caiu 9,81% e o de movimentação de aeronaves, 21,08%. Os dados foram tabulados pela TRIBUNA DO NORTE a partir de pesquisas no portal do Aeroporto de Natal na internet, conforme reportagem especial publicada em janeiro deste ano.
No período em destaque, o terminal aeroviário perdeu, em números absolutos, 253.630 passageiros. Deixaram de pousar e decolar, no Aeroporto de Natal, nos cinco anos, 4.771 aeronaves. O pico de movimentação de passageiros no terminal foi registrado em 2015: 2.584.355.


(Foto: Istoé Dinheiro)
Gol e American Airlines anunciam acordo para voosO acordo ainda depende do aval de autoridades regulatórias no Brasil e nos EUA

A Gol e a American Airlines anunciaram nesta terça-feira (4) um acordo de codeshare (compartilhamento de voos) que irá expandir os voos das empresas entre EUA e América do Sul.

O acordo ainda depende do aval de autoridades regulatórias no Brasil e nos EUA. Segundo comunicado da Gol, o novo codeshare irá ligar a empresa a mais de 30 destinos nos EUA, enquanto a companhia americana irá oferecer 20 novos destinos para América do Sul. 

Ex-sócia da Gol, a Delta fechou a compra de 20% de participação da Latam em setembro de 2019 e saiu do acordo de voos compartilhados com a empresa brasileira.

A Gol é a líder de participação de mercado no Brasil, com 38,2% dos passageiros por quilômetro transportado (RPK), segundo dados da Anac. A Latam vem logo atrás, com 35,9% de participação e é seguida pela Azul, com 25,5%.

Os voos irão operar a partir dos aeroportos internacionais de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Fortaleza.

Hoje, a Gol atende 88 destinos no Brasil e 16 internacionais, além de 149 destinos internacionais por meio de codeshare.

Segundo a Gol, o acordo irá facilitar a compra de trechos conectados das duas companhias aéreas usando uma única reserva e uma emissão de bilhetes, além de check-in, embarque e verificação de bagagem integrados durante a viagem do passageiro. 

A empresa americana também anunciou que irá expandir a atuação em Miami, com a inclusão de um novo voo diário com direção ao Rio de Janeiro. De acordo com comunicado, a American Airlines pretende adicionar 12 voos partindo das cidades de Nashville, Boston, Orlando, Raleigh-Durham e Tampa com destino ao Aeroporto de Miami, para facilitar voos para América Latina.


(Foto: Divulgação)
RN registra maior fluxo de chuvas em relação a 2019A mesorregião Agreste foi a que registrou o maior percentual, onde choveu 69 mm, enquanto que era esperado um volume médio de 22,2 mm.

Com as chuvas que vem caindo nos últimos dias, a população potiguar está com expectativas positivas com relação ao inverno de 2020, depois de sete anos de seca. Somente na primeira quinzena do mês de janeiro, a Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN) registrou volume de chuvas 104,4% superior ao esperado para este período no Rio Grande do Norte. A média foi de 59,7 milímetros (mm) de chuva, enquanto que a esperada era de 29,2 mm.

A mesorregião Agreste foi a que registrou o maior percentual, onde choveu 69 mm, enquanto que era esperado um volume médio de 22,2 mm. Isso corresponde a um aumento de 212,9% no volume de chuva. O município de Barcelona, que fica na região, registrou, por exemplo, mais de 150 mm em apenas um dia de chuva neste período.

Os dados foram apresentados na tarde desta quinta-feira (16) durante reunião sobre as perspectivas para o inverno de 2020, promovida pela Secretaria da Agricultura, da Pecuária e da Pesca do Rio Grande do Norte (Sape), no auditório da sede da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn), localizada em Parnamirim.

O Chefe da Unidade Instrumental da Emparn, Gilmar Bristot fez uma apresentação sobre o balanço das chuvas na primeira quinzena e as perspectivas para o inverno no semiárido potiguar. Ele explicou que no mês de janeiro, climatologicamente ocorrem as chuvas da pré-estação chuvosa ocasionadas por sistemas meteorológicos como Vórtice ciclônicos de altos Níveis (VCANS), Restos de Frentes Frias FF) e Linhas de Instabilidades Convectivas (LIC). Esses sistemas, que são típicos de meses quentes, transitam sobre a Região Nordeste e podem ou não ocasionarem chuvas, sendo que essas chuvas são normalmente fortes, localizadas e de pouca duração.

“Neste ano, 2020, tivemos a ocorrência de dois eventos com atuação de Vórtice Ciclônico de Altos Níveis. O primeiro logo no princípio do mês e um segundo entre os dias 6 e 10 de janeiro. As chuvas observadas devido a atuação do sistema, foram significativas, com valores superiores os 100mm acumulados ”, destacou Bristot.

A análise pluviométrica do período aponta ainda que o acumulado de chuvas até  50mm foram observados nas Microrregiões do Litoral Sul, Vale do Assú e Seridó Ocidental. No restante do Estado predominaram chuvas com valores acima de 50mm com destaque para as Regiões da Grande Natal, Trairi e Alto Oeste.

Perspectivas para o inverno 2020

As atuais condições oceânicas e atmosféricas indicam para o Rio Grande do Norte, a tendência das chuvas ocorrerem dentro ou acima da média histórica na região semiárida potiguar.

“As previsões são as melhores possíveis, com expectativas para o fim de janeiro e início de fevereiro que teremos um regime chuvoso bem distribuído, durante toda essa época de chuva que começa em fevereiro e vai até o fim de março, mas com perspectivas dê continuidade até meados de maio, junho. É muito bom, você vê o alívio do agricultor após sete anos de seca”, declarou o Secretário de Agricultura, Pecuária e Pesca do RN, Guilherme Saldanha.

Estavam presentes no evento, entre outras autoridades, o secretário de Agricultura, Pecuária e da Pesca, Guilherme Saldanha, o secretário do Desenvolvimento Rural e da Agricultura Familiar – SEDRAF, Alexandre de Oliveira Lima, o presidente da Emparn, Rodrigo Maranhão, o presidente da Emater, César José de Oliveira, diretor do Igarn,  além de diretores da Emparn, representantes de órgãos públicos, uma equipe da Defesa Civil do Estado, interessados e a imprensa potiguar.


(Foto: Tribuna do Norte)
Boeing tem redução no número de pedidos em 2019Fabricante de aviões reportou queda de 87 pedidos no ano passado.

A fabricante de aviões Boeing anunciou nesta terça-feira (14) uma redução nos pedidos de compra em 2019 e uma queda na entrega de aeronaves, enquanto se estende a proibição mundial de voo para seus 737 MAX.

A Boeing reportou uma queda de 87 pedidos em 2019 e escassas solicitações de compra dos MAX, que estão em terra desde março do ano passado, após dois acidentes que deixaram 346 mortos.

Em 2019, a Boeing realizou somente 380 entregas de aviões; menos da metade em relação ao ano anterior.

Além do cancelamento de pedidos, também houve mudança de solicitações por aeronaves 787 "Dreamliner".

A Boeing anunciou a suspensão da fabricação dos MAX até que todas as reivindicações feitas por autoridades de todo o mundo sejam atendidas.


(Foto: AFP)
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