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RN é o 3º estado do NE em mortalidade maternaO índice do Rio Grande do Norte está acima da média nacional, que é de 64,5, e da regional, que é de 73,2.

Os avanços na medicina não são suficientes para barrar o alto índice de mortalidade materna no Brasil. O Rio Grande do Norte teve uma taxa de 77,9 mortes maternas a cada 100 mil, segundo levantamento do Ministério da Saúde com dados de 2017 e publicado nesta sexta-feira (28) pelo jornal Folha de S. Paulo. Segundo a reportagem, o país não cumpriu o compromisso internacional de reduzir em 75% os óbitos, que tinha meta de chegar a uma taxa de 35 em 2015.

O índice do Rio Grande do Norte está acima da média nacional, que é de 64,5, e da regional, que é de 73,2. Entre os nove estados do Nordeste, o RN fica atrás apenas do Maranhão, com índice de 101,8 e do Piauí, que tem um índice de 88,6 óbitos de mães a cada 100 mil.

O estado com o menor índice é o Paraná, com 31,7 mortes maternas a cada 100 mil. Já o maior índice de mortalidade está no Pará, com 107,4 mortes a cada 100 mil. A hipertensão é a maior causa das mortes de mães na hora do parto no Brasil. De acordo com levantamento feito pelo Conselho Federal de Medicina, entre 2010 e 2018, o país perdeu 6.715 leitos obstétricos do Sistema único de Saúde (SUS). Com informações da Tribuna do Norte.


(FFoto: iStock.com/Getty Images)
O olho do furacão: Militares reagem à fala de GilmarFala do ministro do STF, Gilmar Mendes, dizendo que o Exército estaria se associando a um genocídio em respostas à pandemia, é mal recebida por militares

É fato que os mais de 70 mil mortos pela pandemia do novo coronavirus no Brasil, números de momento, que certamente serão aumentados daqui a pouco, irão cair no colo de alguém. É certo que irão cair no colo do presidente Jair Bolsonaro, ele já deve saber disso, e não tem como se esquivar, mas não será o único a receber o sinistro pacote.

A declaração do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, feita no sábado (11), em debate online organizado pela revista IstoÉ e o Instituto Brasileiro de Direito Público, dizendo que o Exército estaria se associando a um genocídio por respostas dadas à pandemia, traz ao  cenário público com holofotes potentes o papel das Forças Armadas neste período de enfrentamento ao novo coronavirus.

Com a presença de um general da ativa à frente da pasta da Saúde, responsável em termos federais pelas respostas do Estado brasileiro à pandemia do covid-19,  as Forças Armadas passam a condição de "telhado de vidro" em momento absolutamente inadequado e em um posto que pressupõe capacidade e conhecimentos técnicos especializados em Saúde.

A fala de Gilmar Mendes pode ser vista como muito contundente e, por isso mesmo, o pedido em nota do ministro da Defesa, Fernando Azevedo de Silva, e comandantes de Marinha, Exército e Aertonáutica, para que sejam adotadas "medidas cabíveis" contra o ministro do STF.

Diz a nota do Ministério da Defesa que repudia "a acusação apresentada pelo senhor Gilmar Mendes contra o Exército Brasileiro". Diz mais: "Comentários dessa natureza, completamente afastados dos fatos, causam indignação".

O problema em tudo isso é que o general que comanda a pasta da Saúde em plena pandemia, sem ter formação na área da Saúde, Eduardo Pazuello, ainda é da ativa. Com isso leva toda a questiúncula, que não é pequena, já que trata de mais de 70 milhares de mortes, isso em núneros de agora, para um patamar mais amplo.

O governo federal trabalha agora, segundo informações de Brasília, com a pressão para Pazuello vá para a reserva e, com isso, deixe a instituição Exército fora do julgamento da sociedade sobre o seu desempenho no Ministério da Saúde e, consequentemente, suas atitudes no enfrentamento à pandemia do coronavirus.


Ministro Gilmar Mendes (Foto: Brasil247)
Mercado projeta queda de 6,1% na economia neste anoPara o próximo ano, a expectativa é de crescimento de 3,50%

A previsão do mercado financeiro para a queda da economia brasileira este ano foi ajustada de 6,50% para 6,10%. A estimativa de recuo do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – está no boletim Focus, publicação divulgada todas as semanas pelo Banco Central (BC), com a projeção para os principais indicadores econômicos.

Para o próximo ano, a expectativa é de crescimento de 3,50%, a mesma previsão há sete semanas consecutivas. Em 2022 e 2023, o mercado financeiro continua a projetar expansão de 2,50% do PIB.

Inflação

As instituições financeiras consultadas pelo BC aumentaram a projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 1,63% para 1,72%, neste ano.

Para 2021, a estimativa de inflação permanece em 3%, há quatro semanas consecutivas. A previsão para 2022 também não teve alteração: 3,50%. Para 2023, a estimativa passou de 3,42% para 3,25%.

A projeção para 2020 está abaixo do piso da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,5% e o superior, 5,5%.

Para 2021, a meta é 3,75%, para 2022, 3,50%, e para 2023, 3,25%, com intervalo de 1,5 ponto percentual, em cada ano.


(Foto: Reuters)
Brasil virou pária do investimento internacionalUm dos formuladores do Plano Real, Arida avalia, em entrevista ao Estadão, a resposta do governo à pandemia da covid-19, fala sobre as prioridades para a retomada

Apolítica ambiental do governo Bolsonaro transformou o Brasil em pária do investimento internacional e poderá trazer sérios problemas econômicos para o País, avalia o ex-presidente do Banco Central (BC), Persio Arida. Um dos signatários da carta de ex-ministros da Fazenda e do BC em defesa de uma retomada econômica "verde", que será lançada no dia 14, Arida observa que o presidente tem feito uma "política ambiental horrenda" e na contramão do mundo.

Um dos formuladores do Plano Real, Arida avalia, em entrevista ao Estadão, a resposta do governo à pandemia da covid-19, fala sobre as prioridades para a retomada econômica e responde à crítica recente do ministro da Economia, Paulo Guedes, ao programa de controle da inflação que completa esse ano 26 anos: "Ressentimento e inveja são assuntos para divã de psicanalista."

O sr. assinou uma carta de ex-presidentes dos BC e de ministros da Fazenda com alertas para o risco da política ambiental do governo Bolsonaro. O problema se agigantou para a economia?

Meu primeiro artigo sobre o tema, chamado Pensando a Destruição da Natureza, tem quase 40 anos. Ignorar os efeitos do aquecimento global é praticar roleta-russa seguidas vezes porque nós somos parte da natureza. Diferentemente da covid-19, o processo de degradação do meio ambiente é uma catástrofe em câmera lenta. O que mudou subitamente de um ano e meio para cá foi a postura governamental. As queimadas e o desmatamento da Amazônia, com a desconstrução dos controles ambientais, mostram um governo na contramão do mundo e da história. O governo Bolsonaro fez do Brasil um pária do investimento internacional.

O governo insiste na tese que é pressão geopolítica por interesses comerciais do agronegócio.

É uma tese errada. O agronegócio brasileiro não precisa desmatar para ser competitivo. Entidades internacionais e países mais avançados nos pressionam porque a preservação do meio ambiente é um problema global. Eles estão certos, mas nós devemos cobrar deles o respeito aos objetivos de emissão de gases poluentes.

Quais os riscos do isolamento do Brasil por conta da política ambiental de Bolsonaro?

O investimento corporativo no mundo todo é crescentemente orientado pela preocupação com o meio ambiente e as desigualdades sociais. É uma política horrenda com o meio ambiente e extremamente prejudicial à economia.


(Foto: O Globo)
Milton Ribeiro é o novo ministro da EducaçãoA informação foi confirmada pelo presidente Jair Bolsonaro.

O pastor presbiteriano Milton Ribeiro foi nomeado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) como ministro da Educação nesta sexta-feira (10). A nomeação foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União e confirmada no Facebook do presidente.

Integrante da Comissão de Ética Pública da Presidência da República desde maio de 2019, Ribeiro é vice-presidente do conselho deliberativo da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo, onde foi vice-reitor. Segundo a universidade, Ribeiro é doutor em Educação pela USP e mestre em Direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Ele também tem graduação em teologia e em direito.

Depois da saída de Abraham Weintraub, Bolsonaro indicou Carlos Decotelli, que sequer chegou a tomar posse após denúncias de fraude em seu currículo. 


(Foto: O Globo)
MBL: Polícia procura suspeitos de lavagem de dinheiroPolícia de SP faz buscas na sede do MBL; suspeitos de lavagem de dinheiro seriam integrantes do movimento

A Polícia Civil de São Paulo prendeu, na manhã desta sexta-feira (10), dois membros do MBL (Movimento Brasil Livre) por suspeita de desviarem mais de R$ 400 milhões, segundo informações do Ministério Público Estadual.

A operação, realizada pelo MP em conjunto com a Receita Federal, prendeu Alessander Mônaco Ferreira e Carlos Augusto de Moraes Afonso, investigados por lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio.

O Departamento de Operações Policiais Estratégicas da Polícia Civil enviou 35 policiais civis e 16 viaturas para cumprirem seis mandados de busca e apreensão e as duas prisões na capital paulista e em Bragança Paulista.

As buscas incluíram a sede do MBL, organização política brasileira que ganhou notoriedade após os protestos de 2013, o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e a eleição de Jair Bolsonaro, em 2018, a quem apoiou até o ano passado.

A operação foi batizada de Juno Moneta, em referência a um antigo templo romano onde eram cunhadas as moedas na antiguidade.

Procurado pela reportagem, o deputado federal Kim Kataguiri (DEM-SP) confirmou a busca e apreensão na sede do grupo, mas negou que os detidos sejam membros do MBL."Alessander Mônaco Ferreira e Carlos Augusto de Moraes Afonso não são integrantes e sequer fazem parte dos quadros do MBL. Ambos nunca foram membros do movimento. Uma notícia veiculada de maneira errônea por um portal criou tal confusão", disse o deputado.Segundo a Gedec (Grupo Especial de Repressão a Delitos Econômico), do MP, os homens integram o MBL, embora a operação "se refira a um crime econômico e não político".


(Foto: O Globo)
Império Facebook age contra rede de fake news bolsonaristaO Facebook desativa contas de elementos próximos ao presidente Jair Bolsonaro devido a divulgação de notícias falsas nas redes sociais

O Facebook tirou do ar na quarta-feira (8) o perfil de um assessor do presidente Jair Bolsonaro que estaria supostamente propagando fake news (notícias falsas). O assessor especial de Bolsonaro, que responde pelo nome de Tércio Arnaud Tomaz, foi apontado pelo Facebbok como ligado a um esquema de contas falsas, trabalhou também no gabinete do vereador Carlos Bolsonaro na Câmara Municipal do Rio.

O império Facebook removeu da rede, ao todo, 73 contas ligadas à família Bolsonaro e a parlamentares do PSL. Além do assessor especial de Jair Bolsonaro, o Tércio Arnaud Tomaz, foram retirados do ar por disseminaçao de fake news assessores das assembleias legislativas do Rio e de São Paulo. Foram retiradas do ar 38 contas do Instagram e mais 35 do Facebook. O Facebook informa que os responsáveis por essas contas atuaram em processo de manipulação usando a plataforma. Manipulação que estava até mesmo incluindo a criação de pessoas fictícias na condição de repórteres inexistentes.

Notícias falsas (fake news) não é uma criação dos tempos de redes sociais, sempre estiveram presentes em páginas de jornais tradicionais e de outros veículos de comunicação -  tv, rádio, revista. Entretanto, as notícias falsas tinham como serem questionadas e responsáveis diretos por sua veiculação. Nos tempos das redes sociais, as fake news costumam divulgarem mentiras, difamações, e seus autores se resguardarem em um anonimato perigoso e doentio.

Também vale ressaltar que grupo político que necessita de fake news para ter êxito, não merece, de forma nenhuma, esse êxito. Quem precisa mentir para continuar existindo, faz de sua própria existência uma enorme mentira, uma enorme enganação.

Os grupos criadores de fake news, sempre formados por elementos de altíssima periculosidade, só conseguem avançar na sociedade porque existem milhares de pessoas desinformadas, que se auto-deserdaram do processo de conquista de conhecimento e que têm sede, eles mesmos, de serem ouvidos, reconhecidos, considerados. Dessa maneira, se tornam massa de manobras nas mãos de grupelhos como este detonado pelo Facebook.


Tércio Arnaud Tomaz (Foto: Terra)
Moro: Lula e Bolsonaro são extremos a serem evitadosO ex-ministro fala à Agence France-Presse (APF) sobre a necessidade de se evitar, no país, a briga de extrema esquerda com extrema direita

Em entrevista à agência francesa de notícias (Agence France-Presse - AFP), nesta quarta-feira (8), o ex-ministro Sérgio Moro disse não pensar em ser candidato em 2022, mas ressaltou a necessidade de que o povo brasileiro evite os extremos representados pelo atual presidente da República e pelo principal líder petista, Luís Inácio Lula da Silva.

"Lula e Bolsonaro são extremos a serem evitados". Com esta afirmação categórica, Moro traz à tona algo que tem sido discutido em ambientes acadêmcios de esquerda e nas salas e saletas do poder federal. A presença de Lula no ringue político não tem como acrescentar muito à oposição, nem mesmo ao Partido dos Trabalhadores, já que serve mais para manter o que já está conquistado. Entretanto, a presença de Lula no ringue político alimenta a chama anti-petista que serve de combustão para a manutenção do suporte de apoio à Jair Bolsonaro. Em outras palavras, Lula pode contribuir para a conservação do bolsonarismo, independente das notícias degradantes sobre o presidente que venham a surgir.

Lula no ringue político é bom para Bolsonaro, mas e a oposição nisso, o que ela ganha? Nada, pelo menos no entendimento do momento, apenas perde, já que inevitavelmente vai partir dividida no enfrentamento de quem procura se mostrar como o representante do anti-petismo.

Lula é bom para Bolsonaro. A divisão das forças democráticas que fazem oposição ao atual sistema de poder só serve mesmo para dar alento às possibilidades de reeleição, agora pequenas, do mandatário de plantão no planalto.


Lula e Bolsonaro
Nova fase da retomada da economia é adiada no RNOs estabelecimentos e serviços autorizados a funcionarem na primeira fração podem permanecer abertos.

O fato da taxa de ocupação de leitos críticos não ter atingido 80% levou a governadora Fátima Bezerra a anunciar hoje, 07, o adiamento da segunda fração da primeira fase do Plano de Retomada Gradual da Economia iniciado na última quarta-feira, dia 1º. A segunda fração estava prevista para iniciar amanhã, dia 8, com o funcionamento de lojas com área de até 600m² com porta para a rua e serviços de alimentação com área de até 300m² respeitando o distanciamento social e as medidas protetivas e de higiene. Os estabelecimentos e serviços autorizados a funcionarem na primeira fração podem permanecer abertos – lojas com até 300m² de área e com porta para a rua, serviços de comunicação, publicidade, design, salão de beleza e barbearias.

"Tomamos a decisão pela retomada gradual com base na ciência e orientados pelo Comitê Científico de especialistas que assessora o Estado. Estes critérios são a taxa de transmissibilidade abaixo de 1 e a taxa de ocupação de leitos críticos abaixo de 80%. Atingimos e mantemos o primeiro, mas o segundo ainda não foi possível, por isso o adiamento da segunda fração", justificou a governadora.

A alta ocupação de leitos de UTIs e semi-utis persiste mesmo diante do fato de nos últimos 15 dias a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) ter aberto mais 72 leitos. Fátima Bezerra lembrou que em toda a história do Rio Grande do Norte a rede pública de saúde instalou 380 leitos. "Agora, neste momento da pandemia, nosso governo instalou mais de 250 leitos críticos. Mesmo diante das enormes dificuldades financeiras e de fornecimento de insumos, equipamentos e pessoal, conseguimos estes leitos que ficarão como legado para a sociedade, porque eles não serão desativados e irão fortalecer a nossa rede pública de saúde", afirmou a governadora.

Ela frisou que o desejo é para que as atividades sejam retomadas o mais breve possível, mas isso deve acontecer com segurança e preservando vidas. "Temos que ter um ambiente de segurança dos dados sanitários. O momento ainda requer muito cuidado e exige os cumprimentos das medidas restritivas e de higiene que continuam em vigor", destacou a chefe do Executivo estadual.


(Foto: Portal N10)
Implacável: Bolsonaro está com o novo coronavírusInfectado pela doença letal, Bolsonaro busca o hospital para fazer uma tomografia

Depois de se mostrar grande gladiador e paladino do país no combate ao novo coronavirus sem o auxílio da ciência, o presidente da República, Jair Bolsonaro contrai a doença, sente os sintomas e febre alta, e busca o hospital para fazer uma tomografia e se medicar. Bolsonaro, por ordem médica, está tomando doses de hidroxicloroquina e azitromicina.

"Começou domingo (5), com uma certa indisposição, se agravou na segunda-feira, com cansaço, indisposição e febre de 38 graus", disse um Bolsonaro mais ressabiado.

A turma dos  chamados ministros palacianos, entre eles vários militares,  que mantiveram contato com o presidente nos últimos dias, também fizeram exames para detectar o nível de contaminação. O major Vitor Hugo, cotado para o comando do MEC, também deve ter feito teste para saber se contraiu o letal vírus.


Bolsonaro contraiu o vírus letal (Foto: Amargosa News)
Aposta cega: Bolsonaro pensa em major no comando do MECO major Vitor Hugo é o nome da vez na cabeça do presidente da República para a grande pasta do Ministério da Educação

Depois de tentativas que se revelaram amplamente equivocadas, no caso de Abraham Weintraub, e  desmoralizante, no caso de Carlos Alberto Decotelli, Bolsonaro, sem maiores possibilidades realmente qualificadas está agora querendo um major no comando de um dos maiores orçamentos federais, a grande pasta do Ministério da Educação.

O major tem o nome de Vitor Hugo e é deputado federal do PSL de Goiás e líder do governo na Câmara Federal. Na segunda-feira (6), de acordo com matéria do Correio Brasiliense, o major e Bolsonaro tiveram uma conversa sobre o MEC, com ênfase na educação básica e no ensino profissionalizante.

Bolsonaro estaria mais interessado agora, depois de várias bordoadas, no aspecto técnico, mesmo sem abrir mão de pautas ideológicas. O major Vitor Hugo, que tem se mostrado um fiel escudeiro do governo de Bolsonaro, diz ter mestrado (espera-se que seu currículo não siga o padrão Decotelli) e é elogiado pelo presidente por ter sido o 1º de sua turma na formação militar. Vitor Hugo tem formação em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade Nacional de Direito, da Universidade Federal do Rio.

Contra ele, dentro do governo, o fato de não ser general e de ser ainda muito moço na opinião de generais da reserva que estão no núcleo duro do palácio do planalto.


O major Vitor Hugo e Bolsonaro (Foto: Perfil dos Municípios)
Moro dá indicativos de sua preferência para a presidênciaEm entrevista de grande repercussão, ex-ministro fala em bons nomes existentes no país, mas faz elogio direto a um deles

A repercussão da entrevista do ex-ministro Sérgio Moro à Globo News nesse domingo (5) mostra bem o peso que ele tem na corrida sucessória presidencial de 2022. Moro provavelmente não será candidato. Hábil e inteligente com sobras, Moro tem consciência de seu peso político, que alcança todas as camadas da sociedade, e que pode vir a ser o grande eleitor de 2022.

A questão aí, seguindo a tendência de que é hábil e inteligente, não é de ele estar pensando em ser candidato, mas do peso de seu apoio a um determinado candidato. Mesmo com a dinâmica da política, que se modifica ao sabor das negociações e dos factóides que surgem no passar dos dias, Moro tem tudo para representar o fiel da balança numa disputa acirrada pela presidência.

Sendo candidato, é um dos favoritos indiscutivelmente, e já se encontra em uma posição que a crítica dos políticos não lhe causa danos. O peso eleitoral dele, contudo, deve ser visto como apoiador de algum nome para a presidência. Nome que certamente não será Bolsonaro, totalmente exposto pelo próprio Moro na infame reunião ministerial da baixaria. Nome que também não será petista, partido que teve membros expostos por Moro numa  degradante fase de prevaricação com a coisa pública.

Na entrevista, Moro dá um indicativo forte, pelo menos de momento, de quem seria esse nome, basta observar o elogia ao trabalho de Luiz Henrique Mandetta quando mininstro da Saúde: "Eu, sinceramente, acho que o Mandetta fez um trabalho no Ministério da Saúde, durante a pandemia, fenomenal".

Vale ressaltar que a entrevista com Sérgio Moro é mais uma demonstração de que a liderança da Globo News não se dá por acaso, nem pelo peso do nome "Globo", ela está sobrando no país em matéria de informação e opinião.


Sérgio Moro (Foto: O Popular)
Paulo Macedo, o maior colunista social do RNO Rio Grande do Norte perde o jornalista Paulo Macedo, decano do colunismo social e conhecedor profundo da vida da cidade de Natal nas últimas décadas

O maior nome do colunismo social do Rio Grande do Norte, jornalista Paulo Macedo, faleceu na tarde deste domingo (5), na cidade de Natal. Profundo conhecedor da vida da sociedade natalense e entusiasta do jornalismo que busca a difusão de notícias positivas e visa o desenvolvimento social, Paulo Macedo marcou época nas páginas da Tribuna do Norte, do extinto Diário de Natal, na tela da TV Ponta Negra (SBT) e nas páginas da Revista Foco.

Paulo Macedo foi hospitalizado devido a um acidente doméstico que quebrou o seu fêmur, ocorrido em sua residência, localizada na Praia do Meio, em Natal. As informações até agora apontam para a possibilidade de sua morte ter sido causada pelo covid-19.

O cearense Isaac Miro Feina, que depois adotou o nome de Paulo Macedo, chegou ao Rio Grande do Norte, mais precisamente ao município de Patu, nos anos 50. Posteriormente veio para Natal, pelas mãos do prefeito Djalma Maranhão, para trabalhar no jornal Folha da Tarde. Sua carreira como colunista social começa na Rádio Nordeste, também nos anos 50. Em seguida, Paulo Macedo leva sua coluna para o jornal Tribuna do Norte. No ano de 1961 é nomeado chefe de gabinete do prefeito Djalma Maranhão.

Na sequência, leva sua coluna para o jornal Diário de Natal e presta vestibular em 1963 para a Faculdade de jornalismo Eloy de Souza, antes de sua federalização, formando-se na primeira turma no ano de 1966.

A televisão chega na vida de Paulo Macedo pelas mãos do senador Carlos Alberto de Souza com o convite para um programa na TV Ponta Negra, primeira televisão comercial do Rio Grande do Norte.

Com a extinção do Diário de Natal, Paulo Macedo, atendendo à convite de Marcus César Cavalcanti de Morais, leva sua coluna, até então diária, para as páginas da Revista Foco, à época com circulação semanal.

Paulo Macedo tinha paixão pela máquina de escrever e permanecia fiel ao estilo antigo de redação. Seu estilo, que será sempre atual, era pautado no objetivo de despertar no leitor o interesse pela matéria. Na televisão, procurou fazer um programa que pudesse ser assitido por todas as classes sociais, idades, buscando sempre a leveza e a qualidade no argumento.

Com algumas informações do blog Território Livre, de Laurita Arruda.


Paulo Macedo (Foto: Canindé Soares)
Estado miserável: Pandemia reduz pobreza no RNPesquisa de professores da UFRN mostra redução da extrema pobreza no RN no período da pandemia. Motivo: o auxílio emergencial

A pandemia está mudando a maneira de viver das pessoas, mudança que deve perdurar mesmo quando ela tiver passado. Está também revelando mazelas, que costumeiramente são colocadas para debaixo do tapete da sociedade, que evidenciam a carência extrema de parte significativa da população. No Rio Grande do Norte, estado brasileiro reconhecidamente pobre, a miséria tem sido algo endêmico e perdurador durante séculos.

Estudo desenvolvido pelos professores Ricardo Ojima e Jornada Cristina de Jesus, do Departamento de Demografia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, publicado em reportagem no jornal Tribuna do Norte, revela algo que impressiona: a pandemia do novo coronavirus tem conseguido reduzir a extrema pobreza no RN.

Redução que se dá devido ao auxílio emergencial do governo federal que fez com que R$ 600 chegassem às famílias carentes do país. No Rio Grande do Norte, que costuma disputar a condição de ser o estado mais pobre do Brasil, o auxílio emergencial conseguiu, segundo a pesquisa, reduzir em sete vezes a extrema pobreza.

De acordo com a pesquisa, em maio, cerca de 20 mil dos domícílios do estado, cerca de 1,85% do total, tinham renda por pessoa abaixo de R$ 145 por mês, isto reforçado pelo auxílio. Esse percentual de domicílios, sem o auxílio emergencial, seria em torno de 13,08% do total no estado, perfazendo algo próximo de mais de 141 mil residências.

R$ 145 per capita por mês é a faixa de renda que o Banco Mundial considera como de extrema pobreza. É também a faixa considerada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No ano de 2019, isto é, antes da crise da pandemia, mais de 10 por cento dos domicílios potiguares, 10,3%, viviam abaixo da faixa de extrema pobreza. Viviam com menos de R$ 145 por pessoa por mês. Este dado, quando comparado com o que aconteceu pela via do auxílio emergencial, impressiona pelo ganho em termos de possibilidade de sobrevivência, já que, nesse caso, se trata mesmo apenas de sobrevivência. Com o auxílio emergencial, 1,85% do total de domicílios ainda se mantinham abaixo da faixa de R$ 145 por pessoa no mês, mas em 2019, sem o auxílio, esse percentual é de quase dez vezes mais, 10,3%.

Os números de miséria do Rio Grande do Norte também não costumam enganar ninguém. A renda média per capita (por pessoa) da população do RN, sem o auxílio emergencial da pandemia, foi de R$ 816,11. Com o auxílio da pandemia, no mês de maio, essa renda per capita foi para R$ 965,03. O estado teve 2.071.170 pessoas que receberam o auxíio emergencial no mês de maio, grande parte de sua população total, 3 milhões e 500 mil habitantes (est. do IBGE em 2019). Mais ainda, 58,7% da população do Rio Grande do Norte recebe auxílios de assistência à pobreza.


Precariedade, pobreza, miséria, isto é o RN (foto: Jornal De Fato)
Decotelli apresenta carta de demissão a BolsonaroA avaliação é de que não há mais clima para Decotelli e a demissão seria uma saída para a crise.

Cinco dias após ser nomeado Ministro da Educação, Carlos Alberto Decotelli entregou na tarde desta terça-feira (30) uma carta de demissão ao presidente Jair Bolsonaro. Segundo a analista Renata Agostini, da CNN Brasil, a expectativa é de que o presidente aceite esse pedido de demissão, mas espera anunciá-la junto com um novo ministro.

A demissão foi a maneira encontrada pelo governo para encerrar a crise criada após a revelação de falsidades no currículo de Decotelli. 

A passagem do economista pelo cargo tem sido marcada pelos questionamentos de inconsistências nas informações acadêmicas prestadas por Decotelli na plataforma Lattes do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ).

Acusações de plágio na dissertação de mestrado, omissões e informações falsas no currículo do novo ministro criaram um mal-estar no Palácio do Planalto e rumores de que houve fragilidade da Abin (Agência Brasileira de Inteligência), órgão ligado ao GSI. Auxiliares defendiam que um pente-fino deveria ser feito antes de qualquer nomeação.

Na última semana, Decotteli fez atualizações no Lattes. A mais recente, nessa segunda-feira (29) trouxe a alteração para “projeto de pesquisa” do trabalho submetido à Bergische Universitat Wuppertal (Alemanha), que antes havia sido identificado como “pós-doutorado”. 

A mudança ocorreu após a segunda contestação feita por uma instituição de ensino estrangeira ao currículo de Decotelli na Plataforma Lattes, que registra as atividades acadêmicas de professores e pesquisadores no Brasil.


(Foto: O Globo)
Auxílio emergencial terá mais duas novas parcelasAs duas próximas parcelas devem ser de R$ 600.

O governo Jair Bolsonaro confirmou, na tarde desta terça-feira (30), o pagamento de mais duas parcelas do auxílio emergencial de R$ 600. Para mães chefes de família, o valor chega a R$ 1.200.

O benefício, pago na pandemia de coronavírus, foi criado pelo Congresso em março, por meio de legislação da Câmara e do Senado, e sancionado pelo presidente em 2 de abril. Inicialmente, seriam pagas três parcelas, mas, após pressão, o governo resolver estender o benefício.

"Cumprindo o que o Congresso Nacional nos determinou de que poderia, por ato do Poder Executivo, prorrogar as três parcelas do auxílio emergencial. É o que o presidente está fazendo hoje para garantir por mais dois meses esse benefício", disse o ministro Onyx Lorenzoni (Cidadania), em cerimônia em Brasília.

Na semana passada, ao lado do ministro da Economia, Paulo Guedes, Bolsonaro chegou a falar em três parcelas extras do benefício, de R$ 500, R$ 400 e R$ 300, o que não se concretizou. As duas próximas parcelas devem ser de R$ 600.

Segundo Lorenzoni, o benefício chega a 65 milhões de brasileiros, entre desempregados, trabalhadores informais, contribuintes individuais do INSS, inscritos no CadÚnico e beneficiários do Bolsa Família.

A Caixa Econômica Federal, que faz o pagamento dos valores, recebeu mais de 100 milhões; cerca de três em cada dez foram negadas, mas ainda há cidadãos aguardando para receber a primeira parcela.Confira quem tem direitoDe acordo com a lei, pode receber o auxílio quem cumprir as seguintes condições, acumuladamente:

É maior de 18 anos (exceto mães)Não tem emprego formalNão recebe benefício assistencial ou do INSS, não ganhe seguro-desemprego ou faça parte de qualquer outro programa de transferência de renda do governo, com exceção do Bolsa FamíliaTenha renda familiar, por pessoa, de até meio salário mínimo, o que dá R$ 522,50 hoje, ou renda mensal familiar de até três salários mínimos (R$ 3.135).


(Foto: O Globo)
Brasil continua liderando em novos casos diários da CovidApesar da proximidade desses números, os EUA testam sete vezes mais do que o Brasil

Embora continue sendo o país com mais casos de covid-19 e viva um momento de reaceleração nas contaminações, os Estados Unidos ainda não superaram o Brasil nos novos casos de covid-19.

Nesta sexta-feira, 26, o Ministério da Saúde confirmou mais 46.860 casos da doença, enquanto o Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos, (CDC, na sigla em inglês) informou mais 40.588 contaminações. Os dois países lideram a lista dos que mais registram novos casos da doença causada pelo coronavírus.

No acumulado, os Estados Unidos têm 2,41 milhões de contaminações, e o Brasil chegou a 1,27 milhão de casos. Desde 31 de março, ou seja, há 27 dias seguidos, o Brasil é líder mundial em novos casos, considerando a média semanal. O dado é da plataforma Our World in Data, ligada à Universidade de Oxford, no Reino Unido. Ambos os países, no entanto, têm números parecidos, com as médias no período variando entre 21 mil a 35 mil casos ao dia no Brasil e entre 21 mil a 33 mil casos diários nos Estados Unidos.

Apesar da proximidade desses números, os EUA testam sete vezes mais do que o Brasil; de acordo com a plataforma Worldometers, são no momento 13,4 mil testes por milhão de habitantes (pmh) no Brasil e 94,4 mil testes pmh nos EUA.


(Foto: O Globo)
Auxílio emergencial deve ter três parcelas decrescentesDurante a live Bolsonaro afirmou que as parcelas, devem ser de R$ 500, R$ 400 e R$ 300.

Em sua live semanal, dessa vez acompanhado do ministro da Economia, Paulo Guedes, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que haverá prorrogação do auxílio emergencial de R$ 600 por mais três meses. O benefício, segundo ele, será reduzido gradualmente, e deve ter parcelas de R$ 500, R$ 400 e R$ 300. Depois, o pagamento da assistência a trabalhadores informais seria encerrado.

"Serão com toda certeza $1.200 reais em três parcelas. Deve ser dessa maneira, estamos estudando: R$ 500, R$ 400 e R$ 300", afirmou.

Segundo Guedes, a ideia partiu de Bolsonaro e tem como objetivo ser uma adequação do auxílio. "À medida que a economia começa a se recuperar e andar novamente, as pessoas vão devagar se habituando."

O anúncio da prorrogação ocorre após pressão do Congresso e apoio do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que afirmou em suas redes sociais que a prorrogação do pagamento do auxílio emergencial é ajuda "urgente" e para "agora". Além da extensão do auxílio, o Congresso discute propostas de renda mínima e até a criação de uma frente parlamentar para discutir a ideia.


(Foto: O Globo)
Ex-presidente do FNDE é escolhido para a EducaçãoCarlos Decotelli tem o apoio na ala militar do governo, principalmente de almirantes.

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) anunciou o ex-presidente do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) Carlos Decotelli para ser ministro da Educação.

"Informo a nomeação do Professor Carlos Alberto Decotelli da Silva para o cargo de Ministro da Educação - Decotelli é bacaharel em Ciências Econômicas pela UERJ, Mestre pela FGV, Doutor pela Universidade de Rosário, Argentina e Pós-Doutor pela Universidade de Wuppertal, na Alemanha", disse o presidente.

Mais cedo, Bolsonaro comunicou Renato Feder, secretário de Educação do Paraná, de que ele estava fora do páreo. O secretário se reuniu ao menos duas vezes com o presidente.

Um dos motivos que levaram o secretário paranaense a perder pontos na bolsa de apostas foi o fato de ele ter sido um dos doadores da campanha de João Doria (PSDB-SP) ao governo de São Paulo em 2018.

Decotelli comandou o FNDE de fevereiro de 2019 até agosto do ano passado. Ele tem o apoio na ala militar do governo, principalmente de almirantes.


(Foto: Reprodução)
Pandemia: Entidades se posicionam sobre reabertura no RNEntidades representativas do comércio, da indústria, do turismo e de serviços, cobram responsabilidade, firmeza e sensatez com futuro do RN

Entidades representativas dos setores do comércio, da indústria, de hotelaria, turismo e serviços, se posicionam sobre a necessidade de o Estado retardar a reabertura da economia diante das dificuldades enfrentadas em plena pandemia do novo coronavirus no Rio Grande do Norte, no país e no mundo.

O MOMENTO REQUER RESPONSABILIDADE, FIRMEZA, SENSATEZ E COMPROMISSO COM O FUTURO DO RIO GRANDE DO NORTE

 

Desde o registro do primeiro caso de Covid-19 no Rio Grande do Norte, em 12 de março de 2020, as entidades do setor produtivo têm sido atuantes, presentes e diligentes, empreendendo diversas ações de apoio à sociedade, as prefeituras e ao Governo Estadual.

 

É importante ressaltar o amplo diálogo mantido com os poderes públicos e nossa permanente preocupação com o panorama assistencial, em especial com a oferta de leitos críticos para tratamento dos pacientes com COVID-19. Neste sentido, foram entregues quase cem respiradores recuperados ao Governo que permitiu a abertura de 47% dos 214 leitos críticos disponibilizados até agora.

 

Entre os muitos frutos deste diálogo, foi elaborado e entregue, no dia 05 de maio, ao Governo do Estado um criterioso protocolo de normas e uma sugestão de cronograma, dentro do rigor necessário, para que a retomada gradual da atividade econômica fosse concretizada com responsabilidade, equilíbrio e a devida segurança para empreendedores, colaboradores, clientes e, por consequência, para toda a população.

 

Vale ressaltar, inclusive, que o Plano apresentado pelo setor produtivo foi amplamente elogiado e aprovado pelo Comitê Científico, presidido pelo Secretário de Estado da Saúde. Além da existência deste Plano, registre-se o fato de que, desde o último Decreto Estadual (publicado em 15 de junho), vimos cair a taxa estadual de transmissibilidade da Covid-19 de 1,48 para 1,14, assim como, o Rio Grande do Norte tem o menor índice de infectados por cem mil habitantes (em torno de 460).

 

Por tudo isso e pelas tratativas com o Governo do Estado, em resumo, contávamos que o processo gradual de reabertura começaria a partir do dia 24 de junho. Lamentavelmente, para surpresa nossa, recebemos, no final de semana passado, a notícia de que os órgãos ministeriais - Ministério Público Estadual, Ministério Público Federal e o Ministério Público do Trabalho - estão contrários ao início da retomada gradual prevista para 24 de junho.

 

Este posicionamento dos dignos representantes do Ministério Púbico causa-nos ainda mais estranheza pelo fato de que, no dia 28 de maio, os protocolos e ações transversais foram detalhados em uma reunião com os Poderes Públicos do Rio Grande do Norte, os citados ministérios e outros órgãos autônomos, não tendo sido registrada qualquer ressalva.

 

Como não temos autoridade institucional para qualquer ação efetiva que determine a retomada, passaremos a esperar que o bom senso do MPE, do MPF, do MPT, prevaleça. Assim como, contamos, a exemplo dos meses anteriores, com a moderação do Governo do Estado para construirmos, juntos, uma solução de equilíbrio diante da pandemia (que é grave), mas, também, de números significantemente negativos: mais de dez mil empregos perdidos; queda de quase R$ 200 milhões em faturamento e expectativa de fechamento de cerca de 12 mil empresas do comércio no pós-pandemia com estimativa de 225 mil desempregados.

 

Estamos todos tentando construir as melhores soluções. Buscamos o equilíbrio. Estamos abertos ao diálogo! Mas, não é indevido registrar que, com a morte das empresas, está sendo sepultado o vínculo de emprego de milhares de trabalhadores deste Estado e, consequentemente, a paz de inúmeras famílias potiguares.

 

Natal (RN), 22 de junho de 2020.

 

 

ABAV RN

ABIH RN

ABRASEL RN

ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DO RN

ASSOCIAÇÃO DOS EMPRESÁRIOS DO BAIRRO DO ALECRIM

ASSOCIAÇÃO VIVA O CENTRO DE NATAL

CÂMARA DOS DIRIGENTES LOJISTAS DE NATAL

FEDERAÇÃO DA AGRICULTURA DO RN

FEDERAÇÃO DAS ASSOCIAÇÕES COMERCIAIS DO RN

FEDERAÇÃO DAS CÂMARAS DE DIRIGENTES LOJISTAS DO RN

FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO RN

FEDERAÇÃO DO COMÉRCIO DE BENS, SERVIÇOS E TURISMO DO RN

FEDERAÇÃO DOS TRANSPORTES DO NORDESTE

NATAL CONVENTION & VISITORS BUREAU

SEBRAE RN

SINDETUR RN

SINDICATO DE HOTEIS, RESTAURANTES, BARES E SIMILARES


Sede da Fecomércio, bairro do Alecrim, Natal (Foto: Fecomércio RN)
Senado propõe dias 15 e 29 de novembro para eleiçõesO relatório não acatou a sugestão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para que o segundo turno ocorra em dezembro

O relatório final da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que prevê o adiamento das eleições municipais deste ano definiu os dias 15 e 29 de novembro para sua realização por causa da pandemia do novo coronavírus.O senador Weverton Rocha (PDT-MA), relator da proposta, entregou o relatório na manhã desta terça-feira (23).

A votação no Senado está prevista para começar à tarde.Oficialmente, o calendário atual estabelece o primeiro e o segundo turnos, respectivamente, nos dias 4 e 25 de outubro.Ainda havia dúvida em relação à data do segundo turno que seria incluída no relatório. Já havia acordo entre os senadores para que o primeiro turno seja realizado em 15 de novembro.

O relatório não acatou a sugestão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para que o segundo turno ocorra em dezembro. Apesar de já haver consenso no Senado sobre o adiamento das eleições municipais, na Câmara o assunto ainda encontra resistência.

O impasse entre as duas Casas impediu a formação de uma comissão mista de deputados e senadores para estudar o adiamento.Para passar na Câmara, a proposta precisa ser aprovada pelo plenário em dois turnos e obter o apoio de pelo menos três quintos dos deputados (308 votos).No Senado, também são dois turnos, o respaldo tem de ser dado por ao menos 49 senadores.

Em reunião realizada com os senadores na segunda, o presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Luis Roberto Barroso, pediu para que o relatório trouxesse o que chamou de "válvula de escape", em casos de municípios onde haja um aumento de casos de contágio do coronavírus e necessitem protelar um pouco mais as eleições.

Seria uma possibilidade de estender, dentro de 2020, o prazo eleitoral.Segundo o relator, esse tema estará contemplado no relatório. Com isso, em alguns municípios, as eleições poderão ser realizadas até o dia 27 de dezembro. O ministro também defendeu uma eventual anistia de multas, mas ponderou que deve haver o "trabalho" do eleitor para justificar sua ausência durante a votação.Segundo Barroso, a proposta do TSE de adiamento é com "base estritamente na opinião médico-científica".

Barroso defendeu ainda aos senadores que haja uma ampliação no tempo da campanha eleitoral deste ano, o que, segundo o ministro, não deverá trazer dificuldades.Com a manutenção da data para a realização das convenções partidárias -entre os dias 20 de julho e 5 de agosto- e para o registro de candidaturas -entre 5 de agosto e 15 de agosto-, a campanha seria estendida por quase dois meses, em caráter excepcional. A medida facilitaria o julgamento dos registros de candidaturas pela Justiça Eleitoral.


(Foto: O Globo)
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